Livro “Cartas a Jovens Namorados”

Trechos selecionados do livro “Cartas a Jovens Namorados”, da escritora Ellen G. White:

  1. “Sejam sempre zelosos e ternos pelos sentimentos um do outro. Não permitam nenhum tipo de zombaria, gracejo ou repreensão irônica entre vocês.” (p. 17)
  2. “… tanto os rapazes como as moças devem obter conhecimento dos deveres domésticos. Fazer a cama e arranjar o quarto, lavar a louça, preparar a comida, lavar e consertar sua própria roupa, são conhecimentos que não tornarão um rapaz menos varonil; torná-lo-ão mais feliz e mais útil.” (p. 21)
  3. “Receba a jovem como companheiro vitalício tão-somente ao que possua traços de caráter puros e varonis, que seja diligente, honesto e tenha aspirações, que ame e tema a Deus.” (p. 26)
  4. “Evite os que são irreverentes. Evite quem é amante da ociosidade; evite quem zomba das coisas sagradas. Evite a companhia de quem usa linguagem profana ou é inclinado a tomar até mesmo um cálice de bebida alcoólica. Não ouça as propostas de um homem que não reconhece sua responsabilidade para com Deus.” (p. 28)
  5. “Não se case com alguém que, você sabe, não será uma honra para seus pais, e sim com alguém que tenha inteligência e dignidade moral.” (p. 38, 39)
  6. “Se homens e mulheres têm o hábito de orar duas vezes ao dia antes de pensar no casamento, devem fazê-lo quatro vezes quando pensam em dar esse passo.” (p. 41)
  7. “Não se afaste de seu Redentor por causa de um jovem sem religião, um escarnecedor das coisas sagradas. Corte imediatamente a intimidade existente entre vocês. Não siga sua inclinação, e sim o seu Salvador. Vida eterna, minha querida filha, vida eterna é o que deve desejar a qualquer custo. Não a sacrifique por seu mero prazer, por seguir seus próprios sentimentos, e sim entregue-se a Jesus, ame-O e viva para Sua glória.” (p. 56)
  8. “… devem-se esquivar de ler, ver ou ouvir tudo quanto sugira pensamentos impuros.” (p. 62)
  9. “Poucas tentações são tão perigosas e fatais para os jovens como a sensualidade.” (p. 71)
  10. “Antes de dar a mão em casamento, deveria toda mulher indagar se aquele com quem está para unir seu destino, é digno. Qual é seu passado? É pura a sua vida? É o amor que ele exprime de caráter nobre, elevado, ou é simples inclinação emotiva? Tem os traços de caráter que a tornarão feliz? Poderá ela encontrar verdadeira paz e alegria na afeição dele? Ser-lhe-á permitido, a ela, conservar sua individualidade, ou terá de submeter seu juízo e consciência ao domínio do marido? Como discípula de Cristo, ela não pertence a si mesma, foi comprada por preço. Pode honrar as reivindicações do Salvador como supremas? Serão conservados puros e santos o corpo e a alma, os pensamentos e propósitos? Estas perguntas têm influência vital sobre o bem-estar de toda mulher que se casa.” (p. 88)

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