Ellen G. White: “Os animais veem, ouvem, amam, temem e sofrem. Se servem de suas capacidades melhor do que os seres humanos”

“Muitos animais demonstram aos seus uma afeição muito superior àquela manifestada por alguns seres humanos”

“Essas criaturas são guiadas para a morte, para que os seres humanos se banqueteiem com as suas carcaças” (Acervo: Ellen G. White Site)

Uma das fundadoras da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Ellen Gould White se tornou uma das personalidades mais controversas de seu tempo, inclusive pela sua defesa do vegetarianismo, o promovendo em escolas, hospitais e centros médicos. Entre as suas obras mais conhecidas que também versam contra o consumo de animais está o livro “The Ministry of Healing”, publicado em 1905.

No entanto, “Healthful Living”, de 1896, foi uma das primeiras obras em que Ellen G. White abordou o vegetarianismo. Na página 97, ela declara que a dieta de muitos animais é baseada simplesmente em vegetais e grãos, e que o ser humano deveria seguir esse exemplo, já que não temos o direito de nos alimentarmos de criaturas mortas. Segundo Ellen, um animal que não seja essencialmente carnívoro não tem necessidade de destruir outro animal para se alimentar. No livro “Counsels on Diet and Foods”, de 1903, a autora diz que vegetais, frutas e grãos são o suficiente para uma alimentação saudável e bem completa. “Nem uma onça [28 gramas] de carne deve ser enfiada em nossos estômagos. Devemos voltar ao propósito original de Deus na criação do homem”, defende na página 380.

Com livros publicados em mais de 140 línguas, Ellen Gould White se tornou bastante influente à sua época, tanto que há quem diga que ela também contribuiu para que o famoso médico John Harvey Kellogg, também adventista, criasse um dos mais famosos cereais matinais de todos os tempos – Corn Flakes. Sua influência também se deve ao fato dela ter sido uma escritora prolífica, chegando a escrever mais de cinco mil artigos e a publicar 40 livros. Suas obras somam mais de 50 mil páginas manuscritas, conforme o artigo “Ellen G. White: A Brief Biography, de Arthur L. White, publicado no The Official Ellen G. White Website em agosto de 2000.

Em “The Ministry of Healing”, lançado em 1905, a escritora afirma que a dieta indicada ao ser humano no princípio não incluía alimento de origem animal. “Não foi senão depois do dilúvio, quando tudo quanto era verde na Terra havia sido destruído, que o homem recebeu permissão para comer carne”, escreveu. Porém, a escritora defendia que foi uma permissão temporária. Segundo Ellen, Deus escolheu a comida dos seres humanos quando os levou para viverem no Éden, o que não compreendia nada de origem animal.

Porém, na perspectiva da autora adventista, o ser humano insistiu no consumo de carne, e em decorrência disso, teve de amargar inúmeras doenças e muitas mortes relacionadas a esse hábito: “Os que se alimentam de carne, não estão senão comendo cereais e verduras, pois o animal recebe a partir desses alimentos a nutrição que garante o seu crescimento. A vida que havia no cereal e na verdura passa aos que os ingerem. Nós a recebemos comendo a carne do animal. Melhor é obtê-la diretamente, comendo aquilo que Deus proveu para o nosso uso.”

Outro ponto que, segundo a escritora deveria ser o suficiente para desconsiderar a carne como alimento, é o surgimento de doenças que só existem em decorrência da criação de animais para consumo. “A população come ininterruptamente carne cheia de germes de tuberculose e câncer. Assim são transmitidas essas e outras doenças. Muitas vezes são vendidas a carne de animais que estavam tão doentes que os donos receavam mantê-los vivos por mais tempo. E o processo de engorda para a venda produz enfermidades”, critica.

No final do século 19, Ellen G. White percebeu que já era comum os animais serem privados da luz do dia e do ar puro, respirando somente a atmosfera de estábulos imundos, e talvez sendo alimentados com comida deteriorada, o que facilitava a contaminação e proliferação de doenças:

“Animais são frequentemente transportados por longas distâncias e sujeitos a grande sofrimento até chegarem ao mercado. Privados dos campos verdes para viajarem por longas milhas em estradas quentes e empoeiradas, dentro de veículos imundos e lotados, eles ficam febris e exaustos, e passam muitas horas em privação de água e comida. Essas criaturas são guiadas para a morte, para que os seres humanos se banqueteiem com as suas carcaças.”

Para Ellen G. White, a situação dos peixes não é diferente, levando em conta a contaminação das águas e a ausência de boa matéria orgânica como fonte de alimento. Além de sofrerem pela má intervenção humana, quando morrem tornam-se alimentos; um alimento que também ocasiona enfermidades. “Muitos [seres humanos] morrem de doenças devido ao uso da carne, e essa causa não é suspeitada por eles nem pelos outros”, enfatiza.

Além das questões envolvendo saúde e religião, a escritora também apontava como igualmente importante as implicações morais do consumo de carne. Quando discursava sobre o tema, ela pedia que os espectadores pensassem na crueldade por trás do consumo de carne, e os efeitos que isso desencadeia na vida em sociedade, onde a ternura para com as outras criaturas é majoritariamente desconsiderada.

No livro “The Ministry of Healing”, Ellen defende que a inteligência de muitos animais é tão semelhante à inteligência humana que chega a ser um mistério. Observa que os animais veem, ouvem, amam, temem e sofrem. Se servem de suas capacidades melhor do que os seres humanos. Manifestam simpatia e ternura em relação aos seus companheiros de sofrimento:

“Muitos animais demonstram aos seus uma afeição muito superior àquela manifestada por alguns seres humanos. Que homem, dotado de um coração humano, havendo já cuidado de animais domesticados, poderia fitá-los nos olhos tão cheios de confiança e afeição, e entregá-los voluntariamente à faca do açougueiro? Como lhes poderia devorar a carne como algo delicioso?”

No início do século 20, a autora já considerava um equívoco crer que a força muscular depende do uso de alimento de origem animal, já que podemos recorrer a cereais, frutas e oleaginosas, alimentos que contêm tudo que é necessário à nossa nutrição. “Quando se deixa o uso de carne, há muitas vezes uma sensação de fraqueza ou falta de vigor. Muitos alegam isso como prova de que a carne é essencial. Mas é devido a este alimento ser estimulante, deixar o sangue febril e os nervos estimulados, que assim lhes parece ser algo que faz falta. Alguns acham tão difícil deixar de comer carne o quanto é para um bêbado deixar o álcool. Mas logo se sentirão muito melhor com a mudança”, garante.

Na defesa da abstenção de alimentos de origem animal, Ellen Gould White jamais viu o vegetarianismo como uma impossibilidade. Ela acreditava que mesmo em países com maiores índices de pobreza é possível implementar hábitos vegetarianos na população mais carente. Ela sugeria a realização de pesquisas e a discussão sobre meios de incentivar a produção de alimentos de origem vegetal mais baratos. “Com cuidado e habilidade, é possível preparar pratos nutritivos e saborosos, substituindo a carne. Em todos os casos, educai a consciência, aliciai a vontade, mostre o caminho do bom e saudável alimento e a mudança acontecerá rapidamente, fazendo desaparecer a necessidade de carne. Já não é tempo de todos dispensarem a carne da alimentação?”, questionou no capítulo “A Carne Como Alimento”, do livro “The Ministry of Healing”, publicado em 1905.

Saiba Mais

Ellen Gould White nasceu em Gorham, no Maine, em 26 de novembro de 1827 e faleceu em Elmshaven (Santa Helena), na Califórnia, em 16 de julho de 1915.

Referências

White, Ellen G. The Ministry of Healing (1905). Ellen G. White State (2013).

White, Ellen G. Healthful Living (1896). Ellen G. White State (2013).

White, Ellen G. Counsels on Diet and Foods (1903).

White, Arthur L. Ellen G. White: A Brief Biography.

(Vegazeta)

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Eating vegetables, fruit and whole grains may combat depression, study suggests

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Researchers found that people whose diets were high in saturated fats and red meats, and low in fruits and vegetables, were more likely to develop depression CREDIT: ELENA VESELOVA/ALAMY

Eating a diet of vegetables, fruit and whole grains may be a simple way to combat depression, a new study suggests

Researchers in the US followed nearly 1,000 people of an average age of 81 for more than six years monitoring their diet and mood.

They found that people who avoided red meat, saturated fats and sugar, and stuck to healthy vegetables, fruit and whole grains, were 11 per cent less likely to be suffering depression by the end of the study.

“Depression is common in older adults and more frequent in people with memory problems, vascular risk factors such as high blood pressure or high cholesterol, or people who have had a stroke,” said study author Dr Laurel Cherian, of Rush University Medical Center in Chicago and a member of the American Academy of Neurology.

“Making a lifestyle change such as changing your diet is often preferred over taking medications, so we wanted to see if diet could be an effective way to reduce the risk of depression.”

Around one in five people in Britain suffers from depression and prescriptions for antidepressants are at an all time high. The most recent data from NHS Digital shows the health service issues around 64 million prescriptions each year at a cost of £9.2 billion. A decade ago prescribing was less than half of the current rate.

During the study period, participants were monitored for symptoms of depression such as being bothered by things that usually didn’t affect them and feeling hopeless about the future.

They also filled out questionnaires about how often they ate various foods, and the researchers looked at how closely the participants’ diets followed regimes such as Dash (Dietary approaches to stop hypertension),  which recommends low-fat foods, or the traditional Western diet, which is high in fat and sugar.

People in the groups that followed Dash most closely were less likely to develop depression than people in the group that did not follow the diet closely.

In contrast, the more closely people followed a Western diet – a diet that is high in saturated fats and red meats and low in fruits and vegetables – the more likely they were to develop depression.

“Future studies are now needed to confirm these results and to determine the best nutritional components of the DASH diet to prevent depression later in life and to best help people keep their brains healthy,” added Dr Cherian.

The research was  presented at the American Academy of Neurology’s Annual Meeting in Los Angeles.

(Telegraph)

Resenha do Livro “Saúde Nua e Crua”

Saude Nua e Crua
Saúde Nua e Crua, livro da Doutoranda Márcia L. Vidoto, CLIQUE na imagem para conhecê-lo melhor

 

Já parou para pensar porque há tanta confusão nas informações quando o assunto é vida saudável? A televisão diz uma coisa, seu médico diz outra… uma nutricionista indica isso e uma outra condena… Sem falar nas modinhas nutricionais que surgem prometendo quase vida eterna ou condenando determinado alimento. Em quem confiar? Porque isso acontece?

Essa confusão ocorre simplesmente porque é uma área como qualquer outra com fins lucrativos envolvidos. Preste atenção e pense um pouco: alguns (eu não disse todos) médicos indicam determinados laboratórios, alguns nutricionistas indicam determinados produtos… há um comércio por trás de tudo. E você pode contestar: mas eles comprovam com pesquisas científicas! Sim, procure os patrocinadores ou quem está por trás das pesquisas e você entenderá.

Infelizmente isso não é uma conspiração e sim uma realidade. O que eu mais gostei nesse livro é que ele é um projeto comunitário sem fins lucrativos. Não possui patrocinadores de nenhum ramo da indústria ou comércio. As informações nele apresentadas são baseadas em respeitados periódicos científicos e em dezenas de obras de renomados médicos, cientistas e profissionais especializados que segundo a autora se recusam a qualquer alinhamento político ou econômico.

Com a leitura desta obra você apenderá hábitos simples que podem fazer muita diferença na sua vida. São 23 capítulos envolvendo assuntos relevantes como Ph dos Alimentos, Proteínas, Cálcio, Glúten, Vitamina B12, Alimentos Processados, Carboidratos, Laticíneos, Detox, Alimentação Infantil dentre outros.

Ao final do livro há sugestões práticas com receitinhas para você testar. Apesar do conteúdo sério e profundo a escrita da autora é simples e muito fácil de entender.

Quando eu acabei a leitura deste livro por coincidência assisti o documentário What The Health, e me surpreendi com a semelhança de informações entre o livro e o documentário. Se você quer repensar seus hábitos alimentares recomendo tanto o livro quanto o documentário.

Marcia Vidoto é nutricionista e possui dois títulos de mestre e um doutorado em Nutrição.

Para saber mais sobre o livro acesse o blog: Naturebicesdaelen

Título: Saúde Nua e Crua
Autora: Márcia Lobo Vidoto
Editora: Bio Editora

(Quem Lê Ganha Mais)

COMO ADQUIRIR O LIVRO?

Você pode adquirir o livro através do contato:

Ivanilson Sousa – (34) 9-9205-4746 (também WhatsApp) | ivanilsonsousacosta@hotmail.com | Preço R$ 29,90 (+ valor do frete).

Onde comer e comprar comida vegetariana em Uberlândia

Um dos maiores empecilhos (e desculpas) que as pessoas tomam contra a dieta vegetariana é justamente a dificuldade de encontrar e preparar alimentos disponíveis no mercado. Aqui vai algumas dicas para quem mora em Uberlândia-MG!

Salsicha e hambúrguer vegetal

Você pode encontrar salsichas e hambúrgueres vegetais (de glúten e soja) da marca SuperBom no Supermercado Carrefour,  na Av. João Naves de Ávila, 1441, Bairro Santa Mônica. A salsicha vegatal fica por R$ 11,49. Veja como prepará-la aqui.

No Carrefour também tem o suco de uva e tangerina 100% natural da SuperBom.

Empório Vegano

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Localizado na R. Natal, 851, Bairro Nossa Sra. Aparecida, o Empório Vegano é o local com maior diversidade de produtos para vegetarianos (pizzas, doces, hambúrgueres, esfirras, pão integral, etc.). O horário de funcionamento é das 6h às 23h. Telefone: (34) 99232-6264. Veja a página do Empório Vegano no Facebook aqui.

Ganesha Restaurante e Lanchonete Vegetariano

O Ganesha é um restaurante vegetariano localizado na R. Euler Lanes Bernardes, 428, Bairro Santa Mônica (antiga 8). É uma ótima opção para almoço self-service. Os donos do Ganesha devem ser hinduístas, assim há imagens de escultura e música característica no local, mas para quem não tem problema com isso, é um ótimo lugar para se alimentar! O Ganesha fica aberto de segunda a sábado das 11h às 14h. Telefone: (34) 99658-7548.

Dogão do Mustafá

Se você está a fim de comer um hot-dog vegetariano ou vegano, o Dogão do Mustafá é o local certo para você. Endereço: R. Delmira Cândida Rodrigues da Cunha, 655, Bairro Santa Mônica (antiga 4). Telefone: (34) 3305-9341.

Viva Vegê / Las Vidas Restaurante Vegatariano

Pesquisando na internet, achei o Viva Vegê e o Las Vidas Restaurante Vegetariano.

Viva Vegê

Endereço: Av. Rondon Pacheco, 2300, Bairro Tabajaras. Horário:  segunda a sábado (10h às 21h). Telefone: (34) 99902-9993

Las Vidas Restaurante Vegatariano

Endereço: Av. Afonso Pena, 37, Bairro Centro. Telefone: (34) 99266-7477.

BÔNUS: Restaurante Universitário da UFU

Se você é estudante da Universidade Federal de Uberlândia, há também a opção do Restaurante Universitário (RU). A empresa que alimenta os RU’s dispõe para os alunos uma opção vegetariana, de segunda a sexta (manhã e noite) e aos sábados pela manhã. Infelizmente, não é aberto para o pública externo, apenas para alunos e funcionários da UFU. Valor da refeição: R$ 3,00 (estudantes) / R$ 7,50 (funcionários). Campus: Santa Mônica, Umuarama, Glória.

Veja o cardápio e mais informações aqui.

Livro “Os Campeões são Vegetarianos”

15069608Você sabia que Pitágoras, Platão, Sêneca, Pasteur, Voltaire e Einstein eram vegetarianos? O desportista e campeão mundial Éder Jofre afirmou: “Sou vegetariano desde a idade de 16 anos. Eu até recomendo a todos que se esforcem para deixar de comer carne. Cheguei a ser campeão do mundo sem comê-la.” Os Campeões são Vegetarianos é um livro bem prático que resume os benefícios da dieta vegetariana, além de conter informações sobre uma dieta equilibrada e muitas receitas.

Abaixo, trechos selecionados deste livro, a partir do tópico 2 são citações da irmã Ellen G. White:

  1. “O termo ‘fruta’ é com frequência limitado a maçãs, bananas, laranjas, peras, uvas, melancias, etc. Segundo definição da botânica, fruta (fruto) é o produto da flor. Assim, com essa definição em mente, frutos incluem outros alimentos não chamados comumente de frutas, tais como berinjela, pimentão, abóbora, tomates e azeitonas. Examine-os cuidadosamente, todos vêm da flor.” (p.9)
  2. “‘Quanto maior for o uso que fizermos de frutas frescas, tais como são apanhadas da árvore, maior será a benção’ (Testemunhos Para a Igreja, v.7, p.126).” (p.12)
  3. “‘Em geral, usa-se demasiado açúcar no alimento. Bolos, pudins, massas, geleias, doces, são a causa ativa de má digestão. Especialmente nocivos são os cremes e pudins em que o leite, ovos e açúcar são os principais ingredientes. Deve-se evitar o uso abundante de leite e açúcar juntos’ (Conselhos Sobre o Regime, p.113)” (p.71)
  4. “‘Açúcar não é bom para o estômago. Causa fermentação, e isto obscurece o cérebro e ocasiona mau humor’ (ibid., p.327)” (p.71)
  5. “‘Pães e bolachas doces raramente temos em nossa mesa. Quanto menos comidas doces comermos, melhor; elas causam perturbações no estômago, e produzem impaciência e irritabilidade nos que se habituam a usá-las (…) Alguns gostam mais das bolachas mais doces, mas estas são nocivas aos órgãos digestivos’ (ibid., p.321)” (p.71)
  6. “‘Toda ofensa cometida contra as leis da saúde requer do transgressor o pagamento da penalidade em seu próprio corpo’ (Testemunhos Para a Igreja, v.4, p.409)” (p.71)
  7. “‘A criação de animais está afetada. As carnes estão contaminadas. Se nós pudéssemos saber que os animais estavam em perfeita saúde, eu recomendaria que o povo comesse carne de preferência a grandes quantidades de leite com açúcar’ (Testemunhos Para a Igreja, v.2, p.369)” (p.77)
  8. “‘Alguns, depois de partilharem largamente de outros alimentos, comem a sobremesa, não porque dela necessitem, mas porque é saborosa. Se os convidados a servir-se de outro pedaço, a tentação é demasiado grande para resistirem, e dois ou três pedaços de torta são acrescentados ao estômago já sobrecarregado. O que assim faz nunca se educou em exercer renúncia. A vítima do apetite está tão apegada a sua maneira de ser, que não pode ver o dano que está causando a si própria’ (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p.333)” (p.82)
  9. “‘Algumas pessoas serão mais beneficiadas deixando de comer durante um ou dois dias na semana, do que com qualquer quantidade de tratamentos ou orientação médica. O jejum de um dia na semana lhes seria de proveito incalculável’ (Testemunhos Para a Igreja, v.7, p.134)” (p.90)
  10. “‘O verdadeiro jejum que se deve recomendar a todos, é a abstinência de toda espécie de alimento estimulante, e o uso apropriado de alimentos simples e saudáveis, por Deus providos em abundância’ (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p.90)” (p.91)

25 motivos para um adventista se tornar vegetariano

“Amado, acima de tudo, faço VOTOS por tua prosperidade e SAÚDE, assim como é prospera a tua ALMA” (III João 1:2)

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“O regime cárneo é a questão séria. Hão de seres humanos viver da carne de animais mortos? A resposta, segundo a luz dada por Deus, é: não, decididamente não” (EGW, CRA, pág. 388).

“A criação animal está enferma, e é difícil determinar o grau de enfermidade na família humana resultante do regime cárneo. Lemos constantemente nos jornais diários acerca da inspeção da carne. Açougues estão continuamente sendo esvaziados; a carne que se vende é condenada como imprópria para o uso” (EGW, CRA, pág. 413).

MOTIVO 1: JAMAIS FOI O PLANO DE DEUS

“Deus não providenciou carne de animais mortos como parte do regime alimentício do homem” (EGW, Carta 2, 1884). “A carne não é essencial para a saúde e a resistência, do contrário o Senhor haveria cometido um erro ao prover o alimento para Adão e Eva antes de sua queda. Todos os elementos de nutrição se acham contidos nas frutas, verduras e cereais” (EGW, CRA, pág. 395). “Deus deu aos nossos primeiros pais o alimento que pretendia que a humanidade comesse. Era contrário ao Seu plano que se tirasse a vida a qualquer criatura. Não devia haver morte no Éden. Os frutos das árvores do jardim eram o alimento que as necessidades do homem requeriam. Deus não deu ao homem permissão para comer alimento animal, senão depois do dilúvio” (EGW, CRA pág. 373).

POR QUE ENTÃO DEPOIS DO DILÚVIO?

“Fora destruído tudo que pudesse servir para a subsistência do homem, e diante da necessidade deste, o Senhor deu a Noé permissão de comer dos animais limpos que ele levara consigo na arca. Mas o alimento animal não era o artigo de alimentação mais saudável para o homem” (EGW, CRA pág. 373). Porém: “O povo que viveu antes do dilúvio comia alimento animal e satisfazia suas concupiscências até encher-se sua taça de iniquidade, e Deus purificou a Terra de sua poluição moral, por um dilúvio” (EGW, CRA pág. 373). Portanto, Deus permitiu o alimento animal pela ocasião do dilúvio, necessidade especial, mas os antediluvianos já comiam a carne sem permissão de Deus. E: “Depois do dilúvio o povo comeu à vontade do alimento animal. Deus viu que os caminhos do homem eram corruptos, e que o mesmo estava disposto a exaltar-se orgulhosamente contra seu Criador, seguindo as inclinações de seu coração. E permitiu Ele que aquela raça de gente longeva comesse alimento animal, a fim de abreviar sua vida pecaminosa. Logo após o dilúvio o gênero humano começou a decrescer rapidamente em tamanho, e na extensão dos anos” (EGW, CRA pág. 373).

E QUANTO AOS ISRAELITAS, DEUS NÃO DEU CARNE PARA ELES?

“Escolhendo a comida do homem, no Éden, mostrou o Senhor qual era o melhor regime; na escolha feita para Israel, ensinou Ele a mesma lição… Tirou os israelitas do Egito, e empreendeu educá-los, a fim de serem um povo para Sua possessão própria. Desejava, por intermédio deles, abençoar e ensinar o mundo inteiro… Proveu-lhes o alimento mais adaptado ao Seu desígnio; não carne, mas o maná, ‘o pão do Céu’. João 6:31” (EGW, CRA pág. 374). Portanto, a vontade de Deus era que os israelitas não comessem carne! Mas eles comeram. Por que comeram? “Foi unicamente devido a seu descontentamento e murmuração em torno das panelas de carne do Egito, que lhes foi concedido alimento cárneo, e isto apenas por pouco tempo. Seu uso trouxe doença e morte a milhares. Todavia a restrição a um regime sem carne não foi nunca aceita de coração. Continuou a ser causa de descontentamento e murmuração, franca ou secreta, e não ficou permanente” (EGW, CRA pág. 374). E “Quando se estabeleceram em CANAÃ, foi permitido aos israelitas o uso de alimento animal, mas com restrições cuidadosas, que tendiam a diminuir os maus resultados” (EGW, CRA pág. 374).

E QUAL FOI O RESULTADO POR COMEREM CARNE?

“Afastando-se do plano divinamente indicado para seu regime, sofreram os israelitas grande prejuízo. Desejaram um regime cárneo, e colheram-lhe os resultados. Não atingiram ao divino ideal quanto ao seu caráter, nem cumpriram os desígnios de Deus” (EGW, CBV, pág. 312).

E HOJE, DEUS QUER QUE COMAMOS CARNE?

“A carne nunca foi o alimento melhor; seu uso agora é, todavia, duplamente objetável… Estou instruída a dizer que, se em algum tempo foi seguro comer carne, não o é agora” (EGW, CRA, pág. 374). “Refiro-me outra vez à questão do regime. Não podemos fazer agora como nos arriscamos a fazer no passado quanto ao comer carne. Esta tem sido sempre uma maldição à família humana, mas em nossos dias isto se torna particularmente a maldição pronunciada por Deus sobre os rebanhos do campo em razão da transgressão e pecado do homem. A doença nos animais está-se tornando mais e mais comum, e nossa única segurança agora é deixar a carne inteiramente de lado. Dominam hoje as doenças em seu estado mais agravado, e a última coisa que médicos esclarecidos devem fazer é aconselhar doentes a comer carne. É por comer carne em tão alta escala neste país que homens e mulheres estão ficando desmoralizados, o sangue corrompido, as doenças implantadas no organismo. Por causa do comer carne muitos morrem, e não compreendem a causa. Fosse a verdade conhecida, daria testemunho de que fora a carne de animais que passaram pela morte. O pensamento de alimentar-se de carne de animais mortos é repulsivo, mas há alguma coisa além disto. Ao comer carne, partilhamos de carne morta enferma, e esta semeia a semente da corrupção no organismo humano” (CRA, pág. 412). E na nova terra, haverá carnívoros?

MOTIVO 2: NO CÉU NÃO HAVERÁ CARNÍVORO

Acostume-se, pois assim como foi no éden assim será no éden restaurado: “E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi.” (Gên. 1:30). “O regime dos animais é verdura e cereais… Um animal não devia destruir outro para sua manutenção” (EGW, Carta 72, 1896). “O lobo e o cordeiro pastarão juntos, e o leão comerá palha como o boi” (Isaías 65:25).

MOTIVO 3: A CARNE É FRACA

“É erro supor que a força muscular dependa do uso de alimento animal. As necessidades do organismo podem ser melhor supridas, e mais vigorosa saúde se pode desfrutar, deixando de usá-lo. Os cereais, com frutas, nozes e verduras, contêm todas as propriedades nutritivas necessárias à formação de bom sangue. Esses elementos não são tão bem ou tão plenamente supridos pelo regime cárneo. Houvesse sido o uso da carne essencial à saúde e à força, e o alimento animal haveria sido incluído no regime do homem desde o princípio” (EGW, CBV, pág. 316).

MOTIVO 4: DEUS QUER NOS LEVAR DE VOLTA AO REGIME ORIGINAL

“Tem-me sido repetidamente mostrado que Deus está procurando levar-nos de volta, passo a passo, a Seu desígnio original – que o homem subsista com os produtos naturais da terra…Verduras, frutas e cereais, devem constituir nosso regime. Nem um grama de carne deve entrar em nosso estômago. O comer carne não é natural. Devemos voltar ao desígnio original de Deus ao criar o homem” (EGW, CRA, pág. 380).

MOTIVO 5: DEUS QUER UM POVO SANTO

“O Senhor deseja levar Seu povo a uma situação em que não toquem nem provem carne de animais mortos” (EGW, CRA, pág. 411). “Não é tempo de que todos visem dispensar a carne na alimentação? Como podem aqueles que estão buscando tornar-se puros, refinados e santos a fim de poderem fruir a companhia dos anjos celestes, continuar a usar como alimento qualquer coisa que exerça tão nocivo efeito na alma e no corpo?” (EGW, CRA, pág. 380).

MOTIVO 6: É UMA QUESTÃO DE REFORMA DE SAÚDE

“Como um povo, foi-nos dada a obra de tornar conhecidos os princípios da reforma de saúde. Alguns há que pensam que a questão do regime alimentar não seja de importância suficiente para ser incluída em seu trabalho evangélico. Mas esses cometem um grande erro. A Palavra de Deus declara: ‘Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus.’ I Cor. 10: 31. O assunto da temperança, em todas as suas modalidades, tem lugar importante na obra da salvação” (EGW, CRA, pág. 450). “A Reforma da Saúde é um ramo da grande obra que deve preparar um povo para a vinda do Senhor. Ela se acha tão ligada à terceira mensagem angélica, como as mãos o estão para com o corpo” (EGW, CRA, pág. 69).

MOTIVO 7: É UMA CRUELDADEE COM AS CRIATURAS DE DEUS

“Pensai na crueldade que o regime cárneo envolve para com os animais, e seus efeitos sobre os que a infligem e nos que a observam. Como isso destrói a ternura com que devemos considerar as criaturas de Deus!” (EGW, CBV, pág. 315). “Como podem eles tirar a vida às criaturas de Deus a fim de consumirem a carne como uma iguaria? Volvam eles antes à saudável e deliciosa comida dada ao homem no princípio, e a praticarem eles próprios e ensinarem a seus filhos, a misericórdia para com as mudas criaturas que Deus fez e colocou sob nosso domínio” (EGW, CRA, pág. 380). “Alguns animais levados ao matadouro parecem entender, pelo instinto, o que vai acontecer, e tornam-se furiosos, literalmente loucos… Alguns animais são tratados desumanamente quando são levados ao matadouro. São literalmente torturados, e depois de terem suportado longas horas de padecimentos extremos, são abatidos” (EGW, CRA, pág. 386).

MOTIVO 8: OS ANIMAIS ESTÃO CADA VEZ MAIS DOENTES

“Tem chegado a ser questão muito séria se é seguro usar de algum modo alimento cárneo nesta época do mundo. Melhor nunca usar carne, do que usar a carne de animais que não sejam sadios” (EGW, CRA, pág. 394) “Por motivo de as doenças nos animais estarem aumentando na mesma proporção do aumento da impiedade entre os homens. Aproxima-se o tempo em que, por motivo da iniquidade da raça caída, toda a criação animal gemerá com as doenças que amaldiçoam a nossa Terra” (CRA, pág. 366). “A carne nunca foi o alimento melhor; seu uso agora é, todavia, duplamente objetável, visto as doenças nos animais estarem crescendo com tanta rapidez. Estão-se os animais tornando mais e mais enfermos, e não demorará muito até que o alimento cárneo tenha que ser abandonado por muitos, além dos adventistas do sétimo dia” (EGW, CRA, pág. 384). “A doença no gado está tornando o comer carne coisa perigosa. A maldição do Senhor está sobre a Terra, o homem, os animais e os peixes no mar; e à medida que a transgressão se torna quase universal, será permitido à maldição tornar-se tão ampla e profunda como a própria transgressão. Contrai-se doença pelo uso da carne. A carne enferma desses animais mortos é vendida nos mercados, e o seguro resultado é a doença entre os homens” (EGW, CRA, pág. 411). “A luz que Deus me tem comunicado é que Sua maldição está sobre a terra, o mar, o gado, os animais. Dentro em pouco não haverá garantia na posse de rebanhos ou gados. A terra está em decadência sob a maldição de Deus” (EGW, Carta 84, 1898).

MOTIVO 9: O CAPITALISMO TRAZ VENENO PARA MESA

“Muitas vezes são levados ao mercado e vendidos para alimento animais que se acham tão doentes, que os donos receiam conservá-los por mais tempo. E alguns dos processos de engorda para venda produzem enfermidade. Excluídos da luz e do ar puro, respirando a atmosfera de imundos estábulos, engordando talvez com alimentos deteriorados, todo o organismo se acha contaminado com matéria imunda. Os animais são muitas vezes transportados a longas distâncias e sujeitos a grandes sofrimentos para chegar ao mercado. Tirados dos verdes pastos e viajando por fatigantes quilômetros sobre cálidos e poentos caminhos, ou aglomerados em carros sujos, febris e exaustos, muitas vezes privados por muitas horas de alimento e água, as pobres criaturas são guiadas para a morte a fim de que seres humanos se banqueteiem com seu cadáver” (EGW, CBV, pág. 314). “São muitas vezes sacrificados animais que foram guiados de longas distâncias, para o matadouro. Seu sangue se tornou quente. São gordos, e foram privados de salutar exercício, e depois de haverem assim viajado muito, tornam-se cansados e exaustos, e nessas condições são abatidos para o mercado. Seu sangue acha-se altamente inflamado, e os que se alimentam de sua carne, ingerem veneno…São vendidos para o mercado da cidade muitos e muitos animais que os que os vendem sabem estar doentes, e os que os compram nem sempre ignoram o caso. Especialmente nas cidades maiores isto é praticado em grande escala, e os comedores de carne não sabem que estão comendo carne de animais doentes… Alguns animais levados ao matadouro parecem entender, pelo instinto, o que vai acontecer, e tornam-se furiosos, literalmente loucos. São mortos enquanto se acham nesse estado, e sua carne é preparada para o mercado. Essa carne é tóxica, e tem produzido nos seus consumidores, câimbras, convulsões, apoplexia e morte súbita. Entretanto não se atribui à carne a causa de todo esse sofrimento… Alguns animais são tratados desumanamente quando são levados ao matadouro. São literalmente torturados, e depois de terem suportado longas horas de padecimentos extremos, são abatidos” (EGW, CRA, pág. 385, 386).
As declarações de EGW tem a ver com o sistema do seu tempo. E hoje?

MOTIVO 10: DOENÇAS SÃO PASSADAS POR MEIO DA CARNE

“Os animais estão doentes, e participando de sua carne, plantamos as sementes de enfermidades em nossos tecidos e sangue” (EGW, CRA, pág. 386). “Os que comem alimentos cárneos mal sabem o que estão ingerindo. Frequentemente, se pudessem ver os animais ainda vivos, e saber que espécie de carne estão comendo, iriam repelir enojados. O povo come continuamente carne cheia de micróbios de tuberculose e câncer. Assim são comunicadas essas e outras doenças” (EGW, CBV, pág. 313). “Pudessem os irmãos conhecer exatamente a natureza da carne que comem, pudessem ver, vivos, os animais dos quais é tirada a carne quando mortos, e desviar-se-iam com repugnância de seu alimento cárneo. Os próprios animais cuja carne comem, estão com frequência tão doentes que morreriam por si mesmos se os houvessem deixado; mas enquanto neles está o fôlego da vida, são mortos e levados para o mercado. Os irmãos recebem diretamente no organismo humores e venenos da pior espécie, e todavia não o compreendem” (CRA, pág. 385).

MOTIVO 11: CARNE ADOECE O ORGANISMO

“A possibilidade de contrair doenças é dez vezes aumentada pelo uso da carne. Os médicos mundanos não podem explicar o rápido aumento das doenças entre a família humana. Mas sabemos que muito desse sofrimento é causado por comer carne de animais mortos. (EGW, Carta 83, 1901; CRA, pág. 386).

MOTIVO 12: CONSUMO DE CARNE PODE LEVAR A MORTE

“Muitos morrem de doenças devidas unicamente à ingestão de carne, quando a causa mal é suspeitada por eles ou outros. Alguns não sentem imediatamente seus efeitos, mas isto não é prova de que ela não os prejudique. Pode estar seguramente operando no organismo, todavia no presente a vítima talvez não compreenda coisa alguma a esse respeito” (EGW, CRA, pág. 391).

MOTIVO 13: COMER CARNE PREJUDICA O VIGOR MORAL

“Tem-me sido comunicado por muitos anos o conhecimento de que a carne não é boa para a saúde nem a moral” (EGW, CRA, pág. 413). “As faculdades intelectuais, morais e físicas são prejudicadas pelo uso habitual de alimentos cárneos. Esse uso desarranja o organismo, obscurece o intelecto e embota as sensibilidades morais” (EGW, CRA, pág. 391).

MOTIVO 14: COMER CARNE AFETA A MENTE

“Os males morais do regime cárneo não são menos assinalados do que os físicos. A comida de carne é prejudicial à saúde, e seja o que for que afete ao corpo, tem seu efeito correspondente na mente e na alma” (EGW, CBV, pág. 315).

MOTIVO 15: COMER CARNE DIMINUI A ATIVIDADE INTELECTUAL

“Constituímo-nos daquilo que comemos, e comer muita carne diminui a atividade intelectual. Os estudantes efetuariam muito mais em seus estudos se nunca provassem carne” (EGW, CRA, pág. 389).

MOTIVO 16: COMER CARNE PREJUDICA A ESPIRITUALIDADE

“A comida prejudicial introduzida no estômago fortalece os apetites que combatem contra a alma, desenvolvendo as propensões inferiores. Um regime de carne tende a desenvolver a sensualidade. O desenvolvimento da sensualidade diminui a espiritualidade, tornando a mente incapaz de compreender a verdade” (EGW, CRA, pág. 382). “A vida religiosa pode ser obtida e mantida com mais êxito se a carne for descartada, pois esse regime estimula intensamente as tendências concupiscentes e enfraquece a natureza moral e espiritual. ‘A carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne.’ Gál. 5:17” (EGW, CRA, pág. 389).

MOTIVO 17: CARNE ENTORPECE AS SENSIBILIDADES ESPIRITUAIS

“Os que usam alimentos cárneos à vontade, nem sempre têm cérebro desanuviado e ativo intelecto, pois que o uso da carne de animais tende a tornar pesado o corpo e a entorpecer as finas sensibilidades do espírito” (EGW, CRA, pág. 389). “Quanto mais largamente for a carne artigo do regime de professores e alunos, tanto menos susceptível será a mente para compreender as coisas espirituais. São fortalecidas as propensões sensuais, ficando embotadas as finas sensibilidades da mente” (EGW, CRA, pág. 395).

MOTIVO 18: COMER CARNE FORTALECE O ANIMALISMO

“O regime cárneo muda a disposição e fortalece o animalismo” (EGW, CRA, 389). “Pelo uso de alimentos cárneos a natureza animal é fortalecida e enfraquecida a espiritual” (Carta 48, 1902). “Fui instruída quanto a ter o uso do alimento cárneo a tendência de animalizar a natureza, e subtrair homens e mulheres do amor e simpatia que devem sentir uns pelos outros. Somos constituídos daquilo que ingerimos, e aqueles cujo regime compõe-se amplamente de alimento animal são levados a uma condição em que permitem às paixões subalternas assumir o domínio das mais elevadas faculdades do ser” (EGW, CRA, pág. 390).

MOTIVO 19: CARNE ESTIMULA AS PAIXÕES INFERIORES

“Há uma alarmante apatia quanto à questão do sensualismo inconsciente. É costume comer a carne de animais mortos. Isto estimula as paixões inferiores do organismo humano. (EGW, CRA, pág. 389).

MOTIVO 20: CARNE PODE CONTAMINAR E ENVENAR O SANGUE

“Tal regime contamina o sangue em suas veias, e estimula as paixões sensuais inferiores. Enfraquece a viva percepção e o vigor do pensamento para a compreensão de Deus e da verdade, e o conhecimento de si mesmos (EGW, Manuscrito 3, 1897). “Os efeitos do regime cárneo podem não ser imediatamente experimentados; isto, porém, não é nenhuma prova de que não seja nocivo. A poucas pessoas se pode fazer ver que é a carne que ingerem o que lhes tem envenenado o sangue e ocasionado os sofrimentos” (EGW, CBV, pág. 315).

MOTIVO 21: CARNE TENDE A IRRITAR OS NERVOS

“O alimento cárneo também é prejudicial. Seu efeito, por natureza estimulante, deveria ser argumento suficiente contra o seu uso, e o estado doentio quase geral entre os animais torna-o duplamente objetável. Tende a irritar os nervos e despertar as paixões, fazendo assim com que a balança das faculdades penda para o lado das propensões baixas” (Educação, pág. 203).

MOTIVO 22: CARNE É UM ESTIMULANTE QUE VICIA

“Quando se deixa o uso da carne, há muitas vezes uma sensação de fraqueza, uma falta de vigor. Muitos alegam isto como prova de que a carne é essencial; mas é devido a ser o alimento desta espécie estimulante, a deixar o sangue febril e os nervos irritados, que assim se lhes sente a falta. Alguns acham tão difícil deixar de comer carne, como é ao alcoólatra o abandonar a bebida; mas se sentirão muito melhor com a mudança.” (EGW, CBV, pág. 316).

MOTIVO 23: PORQUE NÃO DEVEMOS DAR CARNE AOS FILHOS

“Não devemos pôr carne diante de nossos filhos. Sua influência é reavivar e fortalecer as mais baixas paixões, tendo a tendência de amortecer as faculdades morais.” (EGW, TS, Vol. 1, pág. 262).

MOTIVO 24: CARNE É REPULSIVO AO OLFATO

“Que há de mais repulsivo ao olfato do que um açougue onde se encontram carnes à venda? O cheiro da carne crua é repugnante a todos cujos sentidos não foram pervertidos pelo cultivo dos apetites não naturais. Que coisa mais desagradável à vista, para um espírito refletido, do que os animais mortos para serem devorados?” (EGW, CRA, pág. 401).

MOTIVO 25: CARNE É UM ALIMENTO DE SEGUNDA MÃO

“Os que se alimentam de carne, não estão senão comendo cereais e verduras em segunda mão; pois o animal recebe destas coisas a nutrição que dá o crescimento. A vida que se achava no cereal e na verdura passa ao que os ingere. Nós a recebemos comendo a carne do animal. Quão melhor não é obtê-la diretamente, comendo aquilo que Deus proveu para nosso uso!” (EGW, CBV, pág. 313).

E OS PEIXES?

“Em muitos lugares os peixes ficam tão contaminados com a sujeira de que se nutrem, que se tornam causa de doenças. Isto se verifica especialmente onde o peixe está em contato com os esgotos de grandes cidades. Peixes que se alimentam dessas matérias, podem passar a grandes distâncias, sendo apanhados em lugares em que as águas são puras e boas. De modo que, ao serem usados como alimento, ocasionam doença e morte naqueles que nada suspeitam do perigo” (EGW, CBV, págs. 314 e 315).

PARE E PENSE!

“Há entre os adventistas do sétimo dia pessoas que não darão ouvidos à luz a eles dada relativamente a essa questão. Fazem da carne parte de seu regime dietético. Sobrevêm-lhes doença. Enfermos sofrendo em resultado de seu errôneo procedimento, pedem orações dos filhos de Deus. Mas como pode o Senhor operar em seu favor quando eles não estão dispostos a fazer-Lhe a vontade, quando se recusam a dar ouvidos as Suas instruções no que concerne à reforma de saúde? (EGW, Carta 200, 1903). Não o adventista que vai cumprir essa profecia! “Por trinta anos [hoje, mais de um século] tem a luz sobre a reforma de saúde sido comunicada ao povo de Deus; muitos, porém, têm-na tornado objeto de zombaria” (Carta 200, 1903). Cuidado! “Se a luz dada por Deus quanto à reforma de saúde é menosprezada, Ele não operará um milagre para conservar com saúde os que prosseguem na direção que os torna doentes” EGW, CRA, pág. 401). “Se em face da luz que Deus tem dado acerca do efeito de comer carne sobre o organismo, continuais ainda a fazê-lo, deveis sofrer as consequências” (EGW, Carta 48, 1902). “Todo aquele que transgride as leis da saúde será certamente visitado com o desagrado de Deus. Oh! quanto do Espírito Santo poderíamos ter dia a dia, caso andássemos circunspectamente, renunciando ao próprio eu, e praticando as virtudes do caráter de Cristo!” (EGW, CRA, pág. 402). “Os que dão crédito à Palavra de Deus, e Lhe obedecem os mandamentos de todo o coração, serão abençoados. Ele será seu escudo protetor. Mas com o Senhor não se brinca. Desconfiança, desobediência, afastamento da vontade de Deus e de Seu caminho, colocará o pecador em situação em que o Senhor não pode dar-lhe Seu divino favor” (EGW, CRA, pág. 411).

PORTANTO:

“Quanto ao alimento cárneo, podemos todos dizer: Deixai-o em paz.” (EGW, CRA, pág. 402). “A alimentação cárnea é prejudicial ao bem-estar físico e devemos aprender a passar sem ela.” (CRA, pág. 403). “Que todos quantos conhecem a verdade, digam: ‘Que vos abstenhais das concupiscências carnais, que combatem contra a alma.’ I Ped. 2:11.” (Ellen G. White, CRA, pág. 373). No entanto: “Se nosso apetite clama pela carne de animais mortos, é uma necessidade jejuar e orar para que o Senhor dê Sua graça para negar-se às concupiscências carnais que combatem contra a alma.” (EGW, Carta 73, 1896). Não esqueças que “É para o bem deles próprios que o Senhor aconselhe a igreja remanescente a rejeitar o uso de alimentos cárneos…” (EGW, CRA, pág. 381).

ATENÇÃO:

Sabe-se que alguns motivos destacados acima têm a ver com um consumo exagerado de carne e que EGW não nega situações atípicas e passíveis de consumo de carne. Por exemplo, onde a possiblidade de alimentação de uma pessoa carente inclua a carne. Mas, no geral, deixar de comer carne é uma decisão pessoal e necessária para um adventista. Para evitar os efeitos colaterais, não tente fazer isso em casa, de forma apressada; sem conferir esses textos, buscar informações sobre a alimentação vegetariana, procurar profissionais de saúde e poder repor com outras fontes saudáveis. Sem desculpas: “Quando Satanás toma posse da mente, quão pronto a luz e as instruções, benignamente dadas pelo Senhor, se desvanecem e perdem a força! Quantos formulam desculpas e forjam necessidades que não existem, a fim de apoiá-los em sua errônea direção em pôr de lado a luz e pisá-la a pés! Falo com segurança. A maior das objeções à reforma de saúde é que este povo não a vive; e ainda dirão seriamente que não podem viver a reforma de saúde e conservar seu vigor” (EGW, CRA, pág. 398). E muito menos sem uma entrega a Deus e ao poder do Espírito Santo!

 

(Arauto do Juízo)

O que as pessoas comem nas regiões com as expectativas de vida mais altas do mundo?

Uma das coincidências nos alimentos é a ausência total de refrigerantes e produtos derivados do leite de vaca.

Gemüse

[Matéria do site Bem Estar, vinculado ao G1.com, cita os adventistas do sétimo dia da cidade de Loma Linda, Califórnia, EUA como protagonistas de uma “zona azul”, região do mundo onde apresentação altos índices de longevidade e qualidade de vida. Comentários entre colchetes são meus. IS.]

Qual é o segredo para uma vida longa? Essa pergunta desperta a curiosidade de cientistas e leigos.

Alimentar-se bem pode ser uma das respostas – se não para viver eternamente, ao menos para passar dos cem anos de idade.

E é justamente a alimentação que chama a atenção em cinco regiões do planeta onde a população atinge uma idade média superior a cem anos. [“A fim de manter a saúde, é necessária suficiente provisão de alimento bom e nutritivo.” (A Ciência do Bom Viver condensado, p.124)]

“O que descobrimos é que as pessoas nessas regiões não só vivem mais tempo – cerca de dez anos acima da média – mas vivem melhor a sua velhice”, disse à BBC o cientista americano Dan Buettner, que batizou essas cinco regiões de “zonas azuis”.

Em seu livro As Zonas Azuis, Buettner estudou os hábitos alimentares na ilha de Okinawa, no Japão, na cidade de Loma Linda, na Califórnia (EUA), na ilha de Ikaria, na Grécia, na Sardenha (Itália) e na península de Nicoya, na Costa Rica.

Mas de que se alimentam essas pessoas para ajudar em sua longevidade?

“A maioria dos alimentos que consomem vêm de plantas. Mas, acima de tudo, são alimentos não processados ​ou muito pouco processados“, disse Buettner, que contou ter partido da “bastante estabelecida” noção de que apenas 20% da nossa longevidade média pode ser atribuída à genética. “Os 80% restantes (se devem) ao estilo de vida e ao ambiente.”

Sem leite ou refrigerante

De acordo com Buettner e uma pesquisa que contou com o apoio da National Geographic, os três alimentos básicos são as folhas verdes (vegetais), oleaginosas e grãos. [“Cereais, frutas, nozes e verduras constituem o regime dietético escolhido por nosso Criador. Esses alimentos, preparados da maneira mais simples e natural possível, são os mais saudáveis e nutritivos. Proporcionam uma força, uma resistência e vigor intelectual que não são promovidos por uma alimentação mais complexa e estimulante.” (A Ciência do Bom Viver condensado, p.123)]

Mas existem muitas variações e complementos que dependem exclusivamente de cada região.

“Eles comem carboidratos, mas não processados como bolos ou donuts, mas sim grão de trigo ou batatas”, disse o pesquisador.

Uma das coincidências nas dietas é a ausência total de refrigerantes e produtos derivados do leite de vaca. [“O leite que se usa deve ser perfeitamente esterilizado; com esta precaução, há menos perigo de contrair doenças por seu uso. A manteiga é menos nociva quando comida no pão do que empregada na cozinha; mas, em regra, melhor é dispensá-la inteiramente. O queijo é ainda mais objetável; é totalmente impróprio como alimento.” (A Ciência do Bom Viver condensado, p.125)]

“Muitas dessas pessoas que conseguiram ter uma vida tão longa só conheceram os refrigerantes há cerca de dez anos. E comem queijo, mas os que vêm de cabra ou pecorino, de ovelhas”, disse ele.

Quando se trata de proteína, o peixe é rei. [“Em muitos lugares os peixes ficam tão contaminados com a sujeira de que se nutrem que se tornam causa de doenças. Isso se verifica especialmente onde o peixe está em contato com os esgotos de grandes cidades. Peixes que se alimentam dessas matérias podem passar a grande distâncias, sendo apanhados em lugares em que as águas são puras e boas. De modo que, ao serem usados como alimento, ocasionam doença e morte naqueles que nada suspeitam do perigo.” (A Ciência do Bom Viver condensado, p.132)]

“Eles consomem cerca de três porções de peixe por semana, a mesma frequência dos ovos. Mas comem pouca carne vermelha, cerca de cinco porções por mês”, disse Buettner. [“Os que se alimentam de carne não estão senão comendo cereais e verduras em segunda mão; pois o animal recebe destas coisas a nutrição que dá o crescimento.”; “A carne nunca foi o melhor alimento; seu uso agora é, todavia, duplamente objetável, visto as doenças nos animais estarem crescendo com tanta rapidez.”; “A comida de carne é prejudicial à saúde, e seja que for que afete ao corpo tem seu efeito correspondente na mente e na alma. Pensai na crueldade que o regime cárneo envolve para com os animais, e seus efeitos sobre os que a infligem e nos observam. Como isso destrói a ternura com que devemos considerar as criaturas de Deus!” (A Ciência do Bom Viver condensado, p.131, 132 e 133)]

“É o que eles têm ao seu alcance. Seu consumo se limita muito ao que eles são capazes de produzir localmente.”

E o que bebem?

Em 2013, perguntaram a Stamatis Moratis, um morador da ilha de Ikaria de 98 anos de idade, qual era o segredo para viver tanto.

E sua resposta não era peixe nem grãos ou vegetais. “É o vinho.”

O vinho que eu tomo é puro, nada é adicionado. O vinho produzido comercialmente têm conservantes, que não são bons”, disse ele na época à BBC. [“O vinho feito por Cristo da água, nas bodas de Caná, foi o puro suco da uva. Esse é o vinho novo que se ‘acha mosto em um cacho de uvas’, de que a Escritura diz: ‘Não o desperdices, pois há bênção nele’ (Is 65:8).” (A Ciência do Bom Viver condensado, p.142)]

De acordo com Buettner, as bebidas preferidas das pessoas dessas áreas são água e vinho. [“Na saúde e na doença, a água pura é uma das mais excelentes bênçãos do Céu. Foi a bebida provida por Deus para saciar a sede de homens e animais. Bebida abundantemente, ela ajuda a suprir as necessidades do organismo, e a natureza em resistir à doença.” (A Ciência do Bom Viver condensado, p.93]

“Tomam, em média, seis copos de água e muitos deles têm, dentro de suas culturas, o hábito de tomar umas três porções de vinho por semana”, detalhou.

Mas há uma outra surpresa: o café também tem lugar cativo.

“Vimos que em algumas destas zonas azuis o consumo de café é bastante comum, especialmente porque o consideram um potente antioxidante”, acrescentou o pesquisador. [“A ação do café, e de muitas outras bebidas populares, é idêntica (ao chá preto). O primeiro efeito é estimulante. São agitados os nervos do estômago, que comunicam irritação ao cérebro, o qual, por sua vez, desperta para transmitir aumento de atividade ao coração, e uma fugaz energia a todo o organismo. Esquece-se a fadiga; parece aumentar a força. Estimula o intelecto, torna-se mais viva a imaginação. (…) Chá e café não nutrem o organismo. Seu efeito produz-se antes de haver tempo para ser digerido ou assimilado, e o que parece força não passa de excitação nervosa. Uma vez dissipada a influência do estimulante, abate-se a força não natural, sendo o resultado um grau correspondente de abatimento e fraqueza.” (A Ciência do Bom Viver condensado, p.139); “Em alguns casos é tão difícil romper esse hábito do chá (preto) e do café como é para o ébrio abandonar a bebida intoxicante.” (Temperança, p.81)]

Influência dos processados

Uma das conclusões da pesquisa de Buettner é a péssima influência de alimentos processados ​​em dietas ao redor do mundo – algo que se expandiu pela influência dos EUA. A ponto de algumas das zonas azuis estarem perto de perderem tal “status” por força da incorporação de comidas processadas em suas dietas.

Ao mesmo tempo, é curioso que uma dessas zonas azuis esteja localizada precisamente nos Estados Unidos: Loma Linda, na Califórnia.

E talvez a resposta para a longevidade dali seja a religião.

Cerca de metade dos 24 mil habitantes desta cidade são membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia. E vivem dez anos a mais do que a maioria dos americanos. [Os adventistas do sétimo dia creem que Deus nos deu orientações específicas sobre a obra da reforma de saúde através do ministério profético da irmã Ellen G. White. Tipicamente, os adventistas se abstêm de bebidas alcoólicas, carnes imundas (Lv 11), estimulantes (como a cafeína) e incentivam fortemente a dieta vegetariana, o estilo de vida saudável e a confiança em Deus.]

“Acho que cheguei a esta idade (101 anos em 2015) porque não bebo ou fumo, vou para a cama cedo e agradeço a Deus por sua bondade”, disse Betty Streifling à BBC. [“Ar puro, luz solar, abstinência, repouso, exercício, regime conveniente, uso de água e confiança no poder divino – eis os verdadeiros remédios.” (A Ciência do Bom Viver condensado, p.42)]

Nesse sentido, Buettner diz que ninguém pode mudar seus hábitos alimentares da noite para o dia, mas sim o ambiente.

“É muito difícil tentar mudar a atitude das pessoas frente à comida, mas se em vez de se depararem com uma hamburgueria ou sorveteria a cada duas quadras elas tivessem a seu alcance lojas de alimentos saudáveis, certamente as taxas de longevidade aumentariam”, opinou.

“Além disso, nessas áreas azuis, a ideia de ‘alimentação saudável’, que para muitos é uma imposição, para eles é simplesmente ‘comer normalmente’, como têm feito há anos”, concluiu.

“O segredo é dedicar o tempo a preparar esses alimentos básicos que os humanos consomem há milhares de anos, torná-los saborosos – considerando que nosso paladar foi destruído pelo açúcar, pelo sal e pela gordura (dos alimentos processados).” [“Deve-se escolher o alimento que melhor proveja os elementos necessitados para a edificação do organismo. Nessa escolha, o apetite não é um guia seguro. Mediante hábitos errôneos de comer, o apetite se tornou pervertido. Muitas vezes exige alimento que prejudica a saúde e a enfraquece em lugar de fortalecê-la. Não nos podemos guiar com segurança pelos hábitos da sociedade.”; “As pessoas que se têm habituado a um regime muito condimentado, altamente estimulante, têm um gosto não natural, e logo não podem apreciar o alimento simples.”; “Cozinhar não é ciência desprezível, porém uma das mais essenciais na vida prática. (…) Fazer comida apetecível e ao mesmo tempo simples e nutritiva requer habilidade; pode no entanto ser feito. As cozinheiras devem saber preparar alimento de maneira simples e saudável, e de modo que seja mais apetecível e mais são, justo por causa de sua simplicidade.” (A Ciência do Bom Viver condensado, p.123, 124, 126)]

(Bem Estar)