Livro “Por Trás do Véu”

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Por Trás do Véu é um livro bibliográfico de Esmie G. Branner, uma jovem criada na igreja, mas que escolheu deixar os caminhos do Senhor. Esmie uniu-se com Mohamed – um jovem muçulmano – e tiveram cinco filhos. No desenrolar do livro, que às vezes parece até uma novela de suspense, vê-se uma história comovente, diante dos desafios existentes num casamento de jugo desigual, mas vencidos pela graça de Deus e pela fé em Senhor Jesus Cristo.

Abaixo, trechos selecionados do livro (contém spoilers):

  1. “As igrejas precisam educar os jovens a respeito de temas sexuais e espiritualidade. E os adultos devem ser educados para saber como receber e aceitar mães solteiras e encorajá-las e mantê-las na igreja ou assisti-las se não continuarem ali. O sexo não era um assunto abordado em minha igreja, e o número de adolescentes grávidas aumentava a cada ano.” (p.14)
  2. “Planejamos educar os meninos [filhos] dentro de uma perspectiva tanto cristã quanto islâmica e, quando se tornassem mais velhos, poderiam optar entre uma e outra religião. Todos os planos foram feitos sem consultar o Senhor, na correria, e no dia 28 de julho de 1982 havíamos nos casado no civil e numa mesquita local. A bênção cristã que eu havia imaginado nunca aconteceu.” (p.15)
  3. “Olhando para trás, pergunto-me como Deus poderia ter abençoado o que havia proibido. Deus disse que não deveríamos nos pôr em jugo desigual com incrédulos (2Co 6:14). Mesmo que vocês tenham filhos juntos isso não dá o direito de tentar modificar o que Deus já proibiu. Sexo fora do casamento é fornicação. Tentar corrigir esse pecado casando com um incrédulo só faz as coisas piorarem. Exatamente o que aconteceu no meu caso.” (p.15)
  4. “Dois erros não fazem um acerto, foi uma dura lição que tive de aprender. Mesmo que você erre e tenha um filho, isso não significa que deva se casar com seu parceiro. Meu conselho é não cometer o erro que cometi, mesmo que a outra pessoa seja da igreja. Pense bastante se a pessoa com que está se relacionando será um bom marido [ou esposa]. Não corra para entrar num casamento do qual depois irá se arrepender.” (p.15)
  5. “Algum tempo depois, comecei a ler um livro chamado Caminho a Cristo, que minha mãe havia colocado na mala quando saí de casa. O livro cativou-me e me prendeu até o fim. Era exatamente o que eu precisava. Cada palavra, frase, parágrafo parecia ter sido escrito para mim. Fiquei maravilhada ao descobrir quanto Jesus sabia sobre a minha vida e podia inspirar a autora a escrever um livro para suprir as minhas necessidades. Perguntava-me: ‘Quem é este Deus que me conhece tanto?’ Minha amiga de trabalho, Olga Smith, sugeriu outro livro, O Desejado de Todas as Nações, escrito pela mesma autora [Ellen G. White]. Esse contava a história de Jesus. À medida que lia o livro, meu coração começou a se derreter. A luz começava a brilhar, e eu queria mais. Parecia que nunca era suficiente para minha recuperação espiritual. Antes, não gostava de ler, mas ao orar por sabedoria, o Senhor havia me dado vontade de ler e de conhecê-Lo cada vez mais.” (p.21)
  6. “O vestido preto [que as mulheres muçulmanas usam] é chamado abaya. Na verdade, tem outros nomes, dependendo da região do Oriente Médio. Perguntei: ‘Por que preto?’ Explicaram-me que preto é uma cor feia, então as mulheres usam essa capa preta, feia, solta e sem forma para que os homens não sejam tentados. Se os homens vissem a mulher, sua forma e beleza, estariam pecando, cometendo adultério.” (p.38)
  7. “Isso era profundo. Hoje, vemos mulheres cristãs praticamente sem roupa. Nossas costas são expostas, coxas à mostra, peitos aparecendo em vestidos curtos e justos. Podemos aprender bastante de outras religiões em termos de conduta. Em países islâmicos, as mulheres são modestas, e eu apreciava isso. Alguns podem achar que o conceito de reforma do vestuário é extremista, mas o que vestimos é uma parte importante do que somos e dá testemunho de quem somos.” (p.38)
  8. “Continuamos a conversar [Esmie e Mona] e serviram-nos a comida, que incluía salada, frango, arroz, batatas e legumes. Sentamos no chão com as pernas cruzadas e comemos da mesma bandeja. Fui cuidadosa para usar somente a mão direita para comer. De acordo com a cultura e costumes locais, especialmente o Hadith, que são os livros que informam os hábitos de vida e práticas do profeta Maomé, comer com a mão esquerda é ofensivo. Também deve-se sentar corretamente para comer e dormir em certas posições. A lista continua, mas se você seguir a maneira como o profeta Maomé se portava, está bem. Os hábitos do profeta devem ser copiados na vida de um bom muçulmano.” (p.39, 40)
  9. “Mona percebeu que eu não estava comendo carne e bebendo café. Ela perguntou por que não estava comendo frango. Foi outra oportunidade para testemunhar. O Espírito Santo imediatamente me impressionou que apesar de ser difícil falar de Jesus em países como a Arábia Saudita, Ele poderia usar a poderosa mensagem de saúde como uma ferramenta para levar outros a Cristo”. (p.40)
  10. “ ­­­­­­­- Quando Alá [Deus, para os muçulmanos] nos mostra um jeito melhor e nós entendemos, somos obrigados a aceitá-lo pelo poder de Alá. É certo cuidar do nosso corpo – eu disse – comendo alimentos saudáveis. Dessa forma, cuidamos de Sua morada. Nosso corpo é templo de Alá. Quando cuidamos do corpo, não ingerimos nada que é estimulante, que atrapalhe o sistema digestivo, ou que cause doenças, e então podemos ter o benefício de uma mente sã, capaz de discernir claramente, para ter comunhão com Deus em um nível muito mais alto e para resistir às tentações. A mente é fortalecida.” (p.40)
  11. “Depois de dois meses de isolamento, ansiedade e noites sem dormir, estava preparada mentalmente para matar Mohamed [esposo] pelo que tinha feito. Até mesmo me imaginei enfiando uma faca no seu coração e me sentindo bem ao vê-lo morrer. O Senhor tinha que fazer algo por mim.” (p.65, 66)
  12. “Posso testemunhar que Satanás não é um mito ou um conto; é real, como Deus é real.” (p.71)
  13. “Minha experiência nem sempre foi de triunfo. Houve ocasiões em que pensei que preferia morrer a viver dessa maneira. Muitos dias foram marcados pela dor e sofrimento. Gastava boa parte do tempo sem esperança, à janela. O suicídio parecia uma alternativa aceitável para o tipo de vida que estava vivendo. Mais de uma vez, senti um impulso de jogar as meninas pela janela e me jogar em seguida, e acabar com essa vida miserável. Mas cada vez Deus enviava o Espírito Santo e anjos excelentes em força, os quais me confortavam e me salvavam de mim mesma.” (p.71)
  14. “Em um dos poucos finais de semana que Mohamed veio nos ver, trouxe um imã para tentar me converter ao islamismo. Imãs são os homens santos do islamismo e os líderes das mesquitas. Eles sabem o Alcorão e todas as orações de cor. Usam barbas longas para ser facilmente identificados entre a população. Para minha surpresa, esse homem trouxe três versões diferentes da Bíblia. Perguntei como era possível ter tantas Bíblias em um país onde o cristianismo era proibido. Ele riu e disse: – Sou muçulmano, um imã. Posso usar a Bíblia para provar que o cristianismo está errado.” (p.73)
  15. “Muitos dos filhos de Deus vivem para agradar a si mesmos. Não há vitória no eu. Vestimo-nos do jeito que queremos, comemos do jeito que nos agrada, vamos a lugares que desejamos e pensamos que Deus não Se importa porque nos ama. O eu é o maior inimigo com o qual nós, cristãos, temos que lutar. Se pudéssemos dominar os desejos egoístas e deixar de lado as coisas que não nos edificam moralmente, as que nos degeneram fisicamente e que nos arruínam espiritualmente; se começássemos a fazer tudo isso agora, quando tudo aparentemente está bem, confiando na Palavra de Deus, nos fortaleceríamos para o tempo de testes e provações. Todos passaremos por provas e dificuldades; por que não nos prepararmos agora?” (p.97, 98)
  16. “Tantos que poderiam ser contados como santos falharão porque nunca aprenderam a disciplina de negarem a si mesmos. Entregam-se à gula e outras necessidades; outros irão até mesmo vender seus próprios filhos. Nos dias de provação antes da queda de Jerusalém, mães cozinhavam e comiam os próprios filhos. Gostamos de pensar que temos o controle de tudo e que, quando esses tempos chegarem, negaremos o eu e faremos isto e aquilo. Mas muitos que têm essa confiança ficarão surpresos pela maneira como responderão às tentações.” (p.98)
  17. “Não aceite a menor insinuação de que o que você come não importa. Eu não tinha ideia do que significava praticar toda a luz que conhecia e da influência disso numa situação de extrema pressão, tormenta e dor. É por isso que não devemos questionar a Deus e Seus mandamentos. Simplesmente apaixone-se por Jesus, confie nEle e obedeça-Lhe, mesmo quando não entender completamente o que está acontecendo. Temos nos tornado um povo que cultiva o conhecimento e o intelecto. Questionamos todas as coisas; racionalizamos as ordens simples que um bebê pode entender, a fim de realizar as coisas à nossa maneira. Vemos um ‘assim diz o Senhor’, mas o questionamos. Deus sabia o que estava falando quando nos instruiu a ser como crianças para entrar no Seu reino. As crianças são vulneráveis, conseguem entender ordens simples. Deus espera que simplesmente vivamos de acordo com o que conhecemos, não renegando o que Ele diz ser o melhor para nós, mas continuando na fé, negando a nós mesmos e confiando em Sua direção. É assim que vestimos a armadura de Deus. Peça por peça, como está em Efésios 6:11-17.” (p.99)
  18. “O divórcio é um ponto de grande controvérsia em nossas igrejas hoje em dia. Alguns acreditam que deveríamos permanecer num casamento na prosperidade e na adversidade. Mas estar juntos na adversidade não significa um cônjuge amargar tempos difíceis no casamento e o outro tirar vantagem dessa realidade. Significa passar por momentos difíceis juntos, apoiando e amando um ao outro durante esse tempo e dividindo os momentos tristes.” (p.106)
  19. “Deus não gosta de divórcios, apesar de ter deixado uma saída para aqueles que sofrem e teriam uma vida amargurada. Deus nos fornece provisões para viver em uma união desigual, mas isso envolve oração constante, negação do eu e Sua graça em abundância. A vida cristã é difícil o bastante antes mesmo de arrumarmos certas ‘encrencas’ que Deus nunca pediu de nós. Por isso somos advertidos a não formar casamentos de jugo desigual. Muitos de nós vivemos cada dia em uma nuvem de tristeza com o cônjuge que escolhemos.” (p.106, 107)

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Cantares 8 – Comentários

Cantares 8
CBA

1.

Como un hermano mío.

La novia parece recordar el tiempo cuando aún no se habían removido los obstáculos que impedían la unión de ambos. Como no podía entonces declarar su amor por él como una enamorada, anhelaba que su relación hubiera sido como la de hermanos.

Menospreciarían.

La familia de ella y sus amigos no la reprocharían.

2.

Me enseñarías.

El novio, el sabio Salomón, habría emocionado el corazón de la joven novia compartiendo con ella sus vastos conocimientos; ella, en reciprocidad, le prodigaría el afecto adecuado.

4.

Os conjuro.

Cf. caps. 2: 7; 3: 5. La repetición de este estribillo apoya con firmeza la idea de una calculada unidad en el cántico.

5.

¿Quién es ésta que sube?

El vers. 5 parece ser una descripción de la llegada de la pareja real al hogar de la novia.

Te desperté.

Quizá Salomón quiera decir que han regresado al lugar donde él primero inspiró amor a su novia.

Tu madre.

Habían vuelto al hogar donde nació la novia.

6.

Ponme como un sello.

En hebreo es evidente que aquí habla la novia, debido a la forma masculina de “tu”. La palabra hebrea jotham , “sello” se refiere a un instrumento usado para hacer una impresión en la arcilla o en la cera (cf. Exo. 28: 11, 21; Job 38: 14; 41: 15; Jer. 22: 24). Con frecuencia se llevaba el sello en un cordón al cuello (Gén. 38: 18). La novia de Salomón desea que él vea esta preciosa sortija de ella.

Brasas.

Heb. réshef, ” “llamas”, “centellas”. ” Se traduce como “rayos” ” en Sal. 78: 48.

Fuerte llama.

Literalmente, “llama de Jehová”. Probablemente, los relámpagos.

7.

No podrán apagar el amor.

El amor puro es de tal naturaleza, que nada puede destruirlo. No se lo puede comprar. El precio máximo que se ofreciera sería rechazado completamente. Este pasaje, que presenta el poder invencible y la constancia del verdadero amor, no tiene paralelo alguno en la literatura por la fuerza de la expresión.

8.

Pequeña hermana.

Aquí parece que se recuerda una declaración hecha por los hermanos de la sulamita cuando ésta era niña (cap. 1: 6). Es posible que entonces hubieran estado preocupados por la manera en que debían tratar a su hermanita cuando se le hiciera una propuesta de casamiento.

11.

Salomón tuvo una viña.

Sin duda era una de las muchas viñas del rey sabio.

12.

Mi viña.

La novia renueva sus votos a su esposo. Habla de sí misma como de la guardiana de su propia viña, pero transfiere esos derechos y privilegios a su esposo.

13.

Házmela oír.

Al caer el telón, Salomón pide oír una vez más la voz de su amada, usando quizá un estribillo que le ha escuchado repetir a ella durante su noviazgo.

14.

Apresúrate, amado mío.

Así termina el poema con dos cortos versículos que resumen todo lo que se ha repetido una y otra vez con diferentes metáforas: el galanteo y las bodas de una pareja de felices enamorados.

COMENTARIOS DE ELENA G. DE WHITE

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Cantares 7 – Comentários

Cantares 7
CBA

1.

¡Cuán hermosos!

Los vers. 1-5 son una alabanza, quizá pronunciada por las damas que contemplaban la escena, aunque muchos consideran que son palabras de Salomón.

Como joyas.

Posiblemente el énfasis se aplique a las joyas que ella está luciendo.

3.

Como gemelos de gacela.

Cf. cap. 4: 5.

4.

Como torre.

Cf. cap. 4: 4.

Hesbón.

Ciudad a 24 km. al este del Jordán, antiguamente en posesión de los amorreos (Núm. 21: 25), pero que una vez conquistada se asignó a los rubenitas (Jos. 13: 15-17). Aún puede verse un gran estanque cerca del lugar antiguo que ocupó.

Bat-rabim.

Literalmente, “hija de multitudes”. Sin duda el nombre de una de las puertas.

5.

Carmelo.

Una sucesión de lomas de unos 600 m de altura que forman el límite suroeste de la llanura de Esdraelón y de la bahía de Acre.

Corredores.

Heb. rahat. Es dudoso aquí el significado de este término. En Gén. 30: 38, 41, “abrevaderos del agua”. ” Puede derivarse de una raíz que significa “correr”, “fluir”, de allí “un fluir que desciende”. Por esto se ha sugerido la definición “guedejas de cabello”. El rey habla de sí mismo como si estuviera suspendido en las guedejas del cabello de la sulamita.

7.

Palmera.

Heb. tamar . La alta y esbelta palmera era una figura apropiada de la belleza femenina. Varias mujeres tuvieron el nombre Tamar (Gén. 38: 6; 2 Sam. 13: 1).

10.

Yo soy de mi amado.

Estribillo (caps. 2:16; 6: 3) que termina la sección que ensalza la belleza de la novia.

11.

Salgamos.

En la siguiente parte, la novia expresa su añoranza por su hogar en el Líbano. Podemos imaginarnos cómo ruega a su esposo que la lleve de vuelta a su terruño antiguo, persuadiéndolo con promesas de su renovado amor por él.

13.

Mandrágoras.

Una planta que producía un fruto perfumado, algo parecido a la manzana o al tomate. Se suponía que era un afrodisíaco y que favorecía la procreación (ver Gén. 30: 14-16).

Cantares 5 – Comentários

Cantares 5

CBA

1.

A mi huerto.

” Este versículo debería estar en el capítulo anterior, pues es la respuesta de Salomón al consentimiento de la doncella para casarse con él. “

Comed, amigos.

” Palabras sin duda dirigidas a los huéspedes de la fiesta de bodas. “

2.

Yo dormía.

” Aquí comienza una nueva sección. La novia relata un sueño agitado. Soñó que su amado venía a ella por la noche, y que lo había perdido por un momento de demora. Algo similar al sueño ya narrado (cap. 3: 1-5), pero aquí el énfasis se pone en la angustia y no en el feliz desenlace. “

3.

Me he desnudado de mi ropa.

” Ella parece decir: “Me he retirado a dormir; no se me moleste”. “

4.

Por la ventanilla.

” Algunos creen que él pudo haber metido la mano por la ventana con celosías de la casa de ella. “

5.

Me levanté.

“Posiblemente todavía en su sueño.”

6.

Tras su hablar.

” Podemos suponer que ésta es una expresión de frustración cuando se fue su amado. “

Lo busqué.

“Probablemente en su sueño agitado.”

7.

Me quitaron mi manto.

“Evidentemente para ver quién era ella.”

8.

Doncellas de Jerusalén.

” En su sueño le parece dirigirse a las doncellas de Jerusalén para que la ayuden a encontrar a su amado. “

10.

Señalado entre diez mil.

” Título adecuado para Cristo (ver DTG 767; DMJ 47, 48,57; PVGM 274). “

” La descripción del novio continúa hasta el vers. 16, y llega a su clímax con la expresión “todo él codiciable”. Con frecuencia se une esta descripción con el título “señalado entre diez mil” cuando se alude a Cristo (además de las referencias ya dadas, ver Ed 65; 2JT 441;CM 66). “

Cantares 4 – Comentários

CBA

Cantares 4

1.

Tú eres hermosa.

Hasta aquí, el principal interlocutor del Cantar ha sido la doncella sulamita. Ahora comienza un discurso más extenso del novio, quien ensalza la belleza de la novia y le propone matrimonio, lo cual ella acepta.

Ojos . . . como de paloma.

Cf. cap. 1: 15.

Tus guedejas.

Mejor, “tu velo” ” (BJ). El velo que usan muchas mujeres del Cercano Oriente es una tela oscura que pende de la cabeza. La frente y los ojos quedan al descubierto. Este velo cubre no sólo el rostro, excepto la frente y los ojos, sino también el cuello. Cuelga suelto sobre el busto.

Manada de cabras.

Su cabello es negro y brillante como el pelo de las cabras de Palestina, que por lo general eran negras o de color marrón oscuro.

2.

Manada de ovejas.

Es bella la blancura de los dientes bien formados y simétricos, de los cuales no falta ninguno.

3.

Tu habla.

Más bien, “tu boca”, como órgano indispensable del habla.

4.

Escudos.

Con frecuencia se colgaban escudos de las torres, así para adorno como para tenerlos a mano en una emergencia.

6.

Apunte el día.

Ver com. cap. 2: 17. Este parece ser otro estribillo, quizá presentado por la novia en su recato y humildad, a fin de morigerar el ardor del novio. Sin embargo, él continúa demostrando su amor con nuevas expresiones de afecto.

7.

Toda tú eres hermosa.

Todo en ti es hermoso; no tienes un solo defecto. Se presenta a Jesús como diciendo estas palabras a la iglesia, su novia (ver MC 275; DMJ 57).

8.

Amana.

Los montes del Antilíbano.

Senir.

El nombre amorreo, ugarítico y acadio del monte Hermón (cf. Deut. 3: 9). Quizá aquí estén en aposición las dos montañas, o Senir puede ser una alta cumbre del Hermón. Salomón anhela que la doncella sulamita deje todas las hermosas montañas de su país norteño.

9.

Prendiste mi corazón.

“Me robaste el corazón” ” (BJ). El verbo hebreo deriva del sustantivo “corazón”. Quizá lo que quiso decir fue: “Me has reanimado”.

10.

Tus amores.

Es decir, las muchas atenciones y manifestaciones de amor (cf. cap. 1: 2).

12.

Huerto cerrado.

Con la expresión simbólica de un huerto cerrado propone casamiento el rey Salomón, y con el mismo símbolo lo acepta la doncella sulamita (vers. 16). Nadie ha entrado jamás en ese huerto ni bebido de esa fuente, y nunca se ha roto el sello de esa fuente.

15.

Pozo de aguas vivas.

Se ha tomado el lenguaje de este versículo para describir las corrientes perennes y refrescantes que pueden obtenerse en la Palabra de Dios (ver PR 176; DMJ 22; Juan 4: 14).

16.

Venga . . . a su huerto.

Esta es la respuesta de la sulamita. Invita al novio a que entre en su huerto para comer de sus frutos.

O sábado e o casamento

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O casamento é uma instituição pré-queda. E embora ninguém seja obrigado a se casar, existe no decálogo um mandamento que proíbe o adultério. Um desdobramento desse mandamento é a proibição da fornicação e do divórcio, pois tais práticas fogem do ideal de Deus. Note que o casamento só existe enquanto os seres humanos permanecem projetados por Deus para serem sexuados e românticos. No momento em que Deus transformar a natureza humana para que todos sejam irmãos, não haverá mais casamento, nem sexo, tampouco desejo de se casar ou de se unir sexualmente. Portanto, podemos dizer que se trata de uma instituição moral que depende de certas circunstâncias para existir.

Sabemos ainda que o casamento tem uma função simbólica importante. Ele representa a união de Deus (o noivo) com o seu povo (a noiva). E Paulo parece crer que o objetivo primordial do casamento é ser uma sombra que representa essa união (Efésios 5:31-33). Não resta dúvida, aliás, que a união com Deus é muito mais importante que o matrimônio; o símbolo não pode ser maior que o objeto simbolizado.

Ora, os cristãos entendem que a união com Deus ocorre por meio de Cristo. Através de sua morte na cruz, recebemos vida e somos reconciliados por Deus. Assim, é possível dizer que, de certa forma, o casamento tornou-se, após o pecado, uma sombra de algo muito maior que viria: a união de Deus com o seu povo mediante o sacrifício de Cristo.

Pois bem. Imagina que ilógico seria se alguém, baseado nisso, começasse a espalhar por aí que o casamento foi abolido na cruz, pois era apenas sombra de Cristo; tendo vindo Cristo, seu sacrifício tornou o casamento nulo, sem valor, obsoleto. Agora, pois, é proibido casar. Loucura, não é mesmo? Diriam: “Claro que não! O casamento é uma instituição pré-queda. O sacrifício de Cristo não o anula. Ademais, não há uma linha que fale contra o casamento no Novo Testamento. Ao contrário, há passagens favoráveis”. Essa resposta está correta. Mas, infelizmente, quando se trata do sábado, também uma instituição pré-queda, com mandamento incluído no decálogo e sem nenhuma proibição no Novo Testamento (ao contrário, com indícios de continuidade), o raciocínio usado por muitos é que ele foi anulado na cruz. Não faz sentido.

(Reação Adventista)

Livro “A Batalha de Todo Homem”

Li [em 2014-2015] “A BATALHA DE TODO HOMEM: um guia para homens sobre como vencer as tentações sexuais”, de Stephen Arterburn & Fred Stoeker, alguns trechos importantes do livro:

1.“O que eu […] precisava fazer era treinar meus olhos e minha mente para que tivessem um bom comportamento. Precisava alinhar meus olhos e minha mente com as Escrituras e evitar todo e qualquer sinal de imoralidade sexual.” (p.46)

2.“… se você está cansado da impureza sexual e do relacionamento medíocre e distante de Deus que aparece como resultado disso […] reconheça que [você] é impuro porque diluiu o padrão de pureza sexual de Deus com o seu próprio. […] … o padrão de Deus é o de que evitemos qualquer sinal de imoralidade sexual em nossa vida.” (p.56)

3.“A impureza sexual tem se tornado excessiva na igreja porque temos ignorado o valioso trabalho de obediência aos padrões de Deus como indivíduos, perguntando com frequência: até que ponto posso chegar e ainda ser chamado de cristão?” (p.74)

4.“Os olhos fornecem aos homens os meios para cometerem o pecado a torto e a direito. […] Somos ativados pela nudez feminina de qualquer modo, jeito ou forma.” (p.81)

5.“Você é sexualmente puro quando seu prazer sexual provém de ninguém ou nada além de sua esposa.” (p.124)

6.“ … [Prive] seus olhos de todas as coisas sensuais além da sua esposa. Para os solteiros, isso significa distanciar os olhos de todas as coisas sensuais [afinal, solteiro não tem esposa]. Isso o ajudará a vencer o desejo pelo sexo antes do casamento com a mulher que namora. Se você privar seus olhos assim como os homens casados, verá sua companheira como uma pessoa, e não como um objeto.” (p.129)

7.“… Sem alimento para as fantasias mentais, a febre sexual que atrai sua mente para o pecado nessas condições será quebrada. Essas situações [tentações] perderam força rapidamente.” (p.147)

8.“Esteja contente com a esposa da sua juventude. Se ela não é tudo o que você esperava, lembre-se de que Deus o presenteou com esta cordeirinha. Você pode estabelecer um compromisso para estimá-la hoje? Se a resposta for ‘sim’, deixe sua mente ser transformada pela Palavra. Deixe sua canção ser a Canção de Salomão: [Cantares de Salomão 4:1,3,7,9,10; 7:5,6].” (p.226)

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Um guia para homens sober como vencer as tentações sexuais