Livro “Obreiros Evangélicos”

livro-obreiros-evangelicos-livro-por-ellen-g-white-brinde-D_NQ_NP_867595-MLB28019885674_082018-FObreiros Evangélicos (Gospel Workers, em inglês) foi publicado pela primeira vez em 1892, reunindo um compilado de conselhos inspirados sobre a obra missionária com enfoque no trabalho de ministros, evangelistas, colportores e professores de Bíblia. A versão atual publicada, expandida em 1915, além dos conselhos iniciais da década de 1890, traz gemas da verdade sobre o tema contidas nos clássicos O Desejado de Todas as Nações (1898), Atos dos Apóstolos (1911), A Ciência do Bom Viver (1905), Educação (1903), Parábolas de Jesus (1900), além de vários enxertos dos volumes dos Testemunhos para a Igreja (o último volume, 1909). 

O livro tem 12 seções, com várias subseções dentro destas seções, dentre as quais destaco: O Preparo Necessário, Requisitos, O Subpastor, Auxílio na Obra Evangélica e Métodos. Destaco também a subseção mais linda do livro: A Oração Particular (páginas 254-258). Tem muita coisa boa neste livro, conselhos muito bons, alguns bem práticos e bastante úteis, considerando que o livro já é centenário. Há também outros conselhos “inéditos” para mim. Sem dúvidas, é um clássico da literatura adventista que merece ser lido! 

A oração é a respiração da alma. É o segredo do poder espiritual. Nenhum outro meio de graça a pode substituir, e a saúde da alma ser conservada. (OE, 254, 255)

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Ellen G. White: “Os animais veem, ouvem, amam, temem e sofrem. Se servem de suas capacidades melhor do que os seres humanos”

“Muitos animais demonstram aos seus uma afeição muito superior àquela manifestada por alguns seres humanos”

“Essas criaturas são guiadas para a morte, para que os seres humanos se banqueteiem com as suas carcaças” (Acervo: Ellen G. White Site)

Uma das fundadoras da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Ellen Gould White se tornou uma das personalidades mais controversas de seu tempo, inclusive pela sua defesa do vegetarianismo, o promovendo em escolas, hospitais e centros médicos. Entre as suas obras mais conhecidas que também versam contra o consumo de animais está o livro “The Ministry of Healing”, publicado em 1905.

No entanto, “Healthful Living”, de 1896, foi uma das primeiras obras em que Ellen G. White abordou o vegetarianismo. Na página 97, ela declara que a dieta de muitos animais é baseada simplesmente em vegetais e grãos, e que o ser humano deveria seguir esse exemplo, já que não temos o direito de nos alimentarmos de criaturas mortas. Segundo Ellen, um animal que não seja essencialmente carnívoro não tem necessidade de destruir outro animal para se alimentar. No livro “Counsels on Diet and Foods”, de 1903, a autora diz que vegetais, frutas e grãos são o suficiente para uma alimentação saudável e bem completa. “Nem uma onça [28 gramas] de carne deve ser enfiada em nossos estômagos. Devemos voltar ao propósito original de Deus na criação do homem”, defende na página 380.

Com livros publicados em mais de 140 línguas, Ellen Gould White se tornou bastante influente à sua época, tanto que há quem diga que ela também contribuiu para que o famoso médico John Harvey Kellogg, também adventista, criasse um dos mais famosos cereais matinais de todos os tempos – Corn Flakes. Sua influência também se deve ao fato dela ter sido uma escritora prolífica, chegando a escrever mais de cinco mil artigos e a publicar 40 livros. Suas obras somam mais de 50 mil páginas manuscritas, conforme o artigo “Ellen G. White: A Brief Biography, de Arthur L. White, publicado no The Official Ellen G. White Website em agosto de 2000.

Em “The Ministry of Healing”, lançado em 1905, a escritora afirma que a dieta indicada ao ser humano no princípio não incluía alimento de origem animal. “Não foi senão depois do dilúvio, quando tudo quanto era verde na Terra havia sido destruído, que o homem recebeu permissão para comer carne”, escreveu. Porém, a escritora defendia que foi uma permissão temporária. Segundo Ellen, Deus escolheu a comida dos seres humanos quando os levou para viverem no Éden, o que não compreendia nada de origem animal.

Porém, na perspectiva da autora adventista, o ser humano insistiu no consumo de carne, e em decorrência disso, teve de amargar inúmeras doenças e muitas mortes relacionadas a esse hábito: “Os que se alimentam de carne, não estão senão comendo cereais e verduras, pois o animal recebe a partir desses alimentos a nutrição que garante o seu crescimento. A vida que havia no cereal e na verdura passa aos que os ingerem. Nós a recebemos comendo a carne do animal. Melhor é obtê-la diretamente, comendo aquilo que Deus proveu para o nosso uso.”

Outro ponto que, segundo a escritora deveria ser o suficiente para desconsiderar a carne como alimento, é o surgimento de doenças que só existem em decorrência da criação de animais para consumo. “A população come ininterruptamente carne cheia de germes de tuberculose e câncer. Assim são transmitidas essas e outras doenças. Muitas vezes são vendidas a carne de animais que estavam tão doentes que os donos receavam mantê-los vivos por mais tempo. E o processo de engorda para a venda produz enfermidades”, critica.

No final do século 19, Ellen G. White percebeu que já era comum os animais serem privados da luz do dia e do ar puro, respirando somente a atmosfera de estábulos imundos, e talvez sendo alimentados com comida deteriorada, o que facilitava a contaminação e proliferação de doenças:

“Animais são frequentemente transportados por longas distâncias e sujeitos a grande sofrimento até chegarem ao mercado. Privados dos campos verdes para viajarem por longas milhas em estradas quentes e empoeiradas, dentro de veículos imundos e lotados, eles ficam febris e exaustos, e passam muitas horas em privação de água e comida. Essas criaturas são guiadas para a morte, para que os seres humanos se banqueteiem com as suas carcaças.”

Para Ellen G. White, a situação dos peixes não é diferente, levando em conta a contaminação das águas e a ausência de boa matéria orgânica como fonte de alimento. Além de sofrerem pela má intervenção humana, quando morrem tornam-se alimentos; um alimento que também ocasiona enfermidades. “Muitos [seres humanos] morrem de doenças devido ao uso da carne, e essa causa não é suspeitada por eles nem pelos outros”, enfatiza.

Além das questões envolvendo saúde e religião, a escritora também apontava como igualmente importante as implicações morais do consumo de carne. Quando discursava sobre o tema, ela pedia que os espectadores pensassem na crueldade por trás do consumo de carne, e os efeitos que isso desencadeia na vida em sociedade, onde a ternura para com as outras criaturas é majoritariamente desconsiderada.

No livro “The Ministry of Healing”, Ellen defende que a inteligência de muitos animais é tão semelhante à inteligência humana que chega a ser um mistério. Observa que os animais veem, ouvem, amam, temem e sofrem. Se servem de suas capacidades melhor do que os seres humanos. Manifestam simpatia e ternura em relação aos seus companheiros de sofrimento:

“Muitos animais demonstram aos seus uma afeição muito superior àquela manifestada por alguns seres humanos. Que homem, dotado de um coração humano, havendo já cuidado de animais domesticados, poderia fitá-los nos olhos tão cheios de confiança e afeição, e entregá-los voluntariamente à faca do açougueiro? Como lhes poderia devorar a carne como algo delicioso?”

No início do século 20, a autora já considerava um equívoco crer que a força muscular depende do uso de alimento de origem animal, já que podemos recorrer a cereais, frutas e oleaginosas, alimentos que contêm tudo que é necessário à nossa nutrição. “Quando se deixa o uso de carne, há muitas vezes uma sensação de fraqueza ou falta de vigor. Muitos alegam isso como prova de que a carne é essencial. Mas é devido a este alimento ser estimulante, deixar o sangue febril e os nervos estimulados, que assim lhes parece ser algo que faz falta. Alguns acham tão difícil deixar de comer carne o quanto é para um bêbado deixar o álcool. Mas logo se sentirão muito melhor com a mudança”, garante.

Na defesa da abstenção de alimentos de origem animal, Ellen Gould White jamais viu o vegetarianismo como uma impossibilidade. Ela acreditava que mesmo em países com maiores índices de pobreza é possível implementar hábitos vegetarianos na população mais carente. Ela sugeria a realização de pesquisas e a discussão sobre meios de incentivar a produção de alimentos de origem vegetal mais baratos. “Com cuidado e habilidade, é possível preparar pratos nutritivos e saborosos, substituindo a carne. Em todos os casos, educai a consciência, aliciai a vontade, mostre o caminho do bom e saudável alimento e a mudança acontecerá rapidamente, fazendo desaparecer a necessidade de carne. Já não é tempo de todos dispensarem a carne da alimentação?”, questionou no capítulo “A Carne Como Alimento”, do livro “The Ministry of Healing”, publicado em 1905.

Saiba Mais

Ellen Gould White nasceu em Gorham, no Maine, em 26 de novembro de 1827 e faleceu em Elmshaven (Santa Helena), na Califórnia, em 16 de julho de 1915.

Referências

White, Ellen G. The Ministry of Healing (1905). Ellen G. White State (2013).

White, Ellen G. Healthful Living (1896). Ellen G. White State (2013).

White, Ellen G. Counsels on Diet and Foods (1903).

White, Arthur L. Ellen G. White: A Brief Biography.

(Vegazeta)

Livro “Princípios do Homeschool Adventista”

Quem quiser saber mais sobre a prática de Homeschooling (educação no lar) adventista, sugiro a leitura deste pequeno material.

“A única sala de aula para as crianças de oito a dez anos, deve ser ao ar livre, entre as flores a desabrochar e os belos cenários da Natureza, sendo para elas o livro de estudo mais familiar os tesouros da mesma Natureza. Estas lições, gravadas na mente das tenras crianças por entre as agradáveis e atrativas cenas campestres, jamais serão esquecidas.” {Ellen G. White, Fundamentos da Educação Cristã, p. 21}

Livro para download aqui.

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Uma interessante compilação!

3 fatos (quase totalmente) desconhecidos sobre o verdadeiro amor

NÃO É UM SENTIMENTO, É UM PRINCÍPIO – “É o amor um dom precioso, que recebemos de Jesus. A afeição pura e santa não é sentimento, mas princípio. Os que são movidos pelo amor verdadeiro não são irrazoáveis nem cegos. ensinados pelo Espírito Santo, amam a Deus supremamente e ao próximo como a si mesmos.” {EG White, A Ciência do Bom Viver, p.358, ênfase acrescida}

NÃO PODE SER CONQUISTADO PELA FORÇA – “O exercício da força é contrário aos princípios do governo de Deus; Ele deseja unicamente o serviço de amor; e o amor não se pode impor; não pode ser conquistado pela força ou pela autoridade. Só o amor desperta o amor.” {EG White, O Desejado de Todas as Nações, p.22, ênfase acrescida}

NÃO SUSPEITA MAL (1 Co 13:5), VÊ SEMPRE O MELHOR – “Mas ‘quando ainda estava longe’ o pai distingue o vulto. O amor tem bons olhos. Nem o definhamento causado pelos anos de pecados pode ocultar o filho aos olhos do pai. ‘E se moveu de íntima compaixão, e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço’ num abraço terno e amoroso. Luc. 15:20.” {EG White, Parábolas de Jesus, p.203, ênfase acrescida}

Livros Lidos de Ellen G. White

30 livros lidos, completos hoje!

Esta é a lista de livros e livretos de autoria de Ellen G. White que já li, desde 2015 até hoje. Atualizarei essa lista de tempos e tempos. Última atualização: 20/06/2018.

LIVROS E LIVRETOS LIDOS DE ELLEN G. WHITE – Ivanilson Sousa

  1. “A Grande Esperança”, CPB, 106 páginas.
  2. “Caminho a Cristo”, CPB, 79 páginas.
  3. “Vida no Campo”, CPB, 38 páginas.
  4. “Vida de Jesus”, CPB, 160 páginas.
  5. Mensageiros da Esperança”, CPB, 86 páginas.
  6. Cartas a Jovens Namorados”, CPB, 96 páginas.
  7. Só Para Jovens”, CPB, 166 páginas.
  8. “Fundamentos do Lar Cristão”, CPB, 178 páginas.
  9. Vida e Ensinos”, CPB, 180 páginas.
  10. Como Encontrar a Paz Interior”, Editora Vida Plena, 93 páginas.
  11. Como Conviver com os Outros”, CPB, 24 páginas.
  12. Eventos Finais”, CPB, 189 páginas.
  13. História da Redenção”, CPB, 304 páginas.
  14. O Grande Conflito” [condensado], CPB, 290 páginas.
  15. “Parábolas…

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“Nenhum outro deus diante de Mim”

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A história se repete… Imagem: Divulgação.

“Nenhum outro deus diante de Mim”

Ellen G. White, Review and Herald, 10 de setembro de 1901

Durante a noite fiquei extremamente angustiada. Um grande fardo repousou sobre mim. Eu estava implorando a Deus para que Ele trabalhasse em favor do Seu povo. Minha atenção foi chamada para o dinheiro que eles investiram em fotografias. Fui levada de casa em casa, pelos lares de nosso povo, e quando fui de sala em sala, meu Instrutor disse: “Eis os ídolos que se acumularam!” {RH, 10/09/1901, par. 1}

Ao visitar os lares de nosso povo e nossas escolas, vejo que todo o espaço disponível nas mesas, estante e lareira é preenchido com fotografias. À direita e à esquerda são vistas as figuras de rostos humanos. Deus deseja que essa ordem das coisas seja mudada. Se Cristo estivesse na terra, Ele diria: “Tire estas coisas daqui.” Fui instruída que essas imagens são como tantos ídolos, tomando o tempo e o pensamento que deveriam ser sagradamente dedicados a Deus. {RH, 10/09/1901, par. 2}

Essas fotografias custam dinheiro. É consistente para nós, conhecendo o trabalho que deve ser feito neste tempo, gastar o dinheiro de Deus na produção de imagens de nossos próprios rostos e dos rostos de nossos amigos? Não deveria cada dólar que podemos poupar ser usado na edificação da causa de Deus? Essas fotografias desviam o dinheiro que deveria ser dedicado ao serviço de Deus; e eles desviam a mente das verdades da palavra de Deus. {RH, 10/09/1901, par. 3}

Essa produção e troca de fotografias é uma espécie de idolatria. Satanás está fazendo tudo o que pode para eclipsar o céu de nossa vista. Não vamos ajudá-lo fazendo ídolos de imagens. Precisamos alcançar um padrão mais elevado do que esses rostos humanos sugerem. O Senhor diz: “Não terás outros deuses diante de mim”. Aqueles que afirmam crer em Cristo precisam perceber que devem refletir Sua imagem. É a Sua semelhança que deve ser mantida diante da mente. As palavras que são faladas devem ser carregadas de inspiração celestial. {RH, 10 de setembro de 1901, par. 4}

Cristo olha para um mundo cheio de barulho de mercadorias e comércio, com a desonestidade e maquinação de compradores e vendedores. Em seu desejo de obter ganhos, os homens perderam de vista as leis da justiça e da equidade. “Não é nada, não é nada, diz o comprador: mas quando ele se foi, então se vangloria.” Satanás inventou uma infinidade de maneiras para impedir que os homens sirvam a Deus. Ele inventou esportes e jogos, nos quais os homens entram com tanta intensidade que se poderia supor que uma coroa da vida fosse recompensar o vencedor. Nas corridas de cavalos e partidas de futebol, que são frequentadas por milhares e milhares de pessoas, vidas pelas quais Cristo derramou Seu sangue são jogadas fora. O que será das almas dos homens e rapazes cujas vidas são assim extinguidas? Serão eles contados dignos da redenção que Cristo morreu para assegurar-lhes? {RH, 10/09/1901, par. 5}

Olhando para essas cenas de desonra a Deus, Cristo pergunta: “O que aproveita ao homem, se ele ganhar o mundo inteiro e perder sua própria alma? ou o que um homem deve dar em troca de sua alma?” Ele chama a atenção dos homens para o mundo mais nobre que eles perderam de vista. Ele os aponta para o limiar do céu, nivelado com a glória do Deus infinito. {RH, 10/09/1901, par. 6}

Aqueles que tomaram parte no rito solene do batismo se comprometeram a buscar as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à destra de Deus; comprometeram-se a trabalhar fervorosamente pela salvação dos pecadores. Deus pede àqueles que levam o seu nome: Como você está usando os poderes que foram redimidos pela morte do Meu Filho? Você está fazendo tudo ao seu alcance para subir mais e mais na compreensão espiritual? Você está ajustando seus interesses e ações em harmonia com as importantes reivindicações da eternidade? {RH, 10/09/1901, par. 7}

Haja uma reforma entre o povo de Deus. “Portanto, quer comais ou bebais, ou o que fazeis, seja tudo para a glória de Deus.” Aqueles sobre os quais o Senhor colocou a responsabilidade de Sua obra estão lutando para proclamar a mensagem e que as almas que perecem na ignorância possam ser advertidas. Você não poderia, por sacrifício próprio, fazer algo para ajudá-los em seu trabalho? Desperte e mostre por seu abnegado zelo e sinceridade que você está convertido. {RH, 10/09/1901, par. 8}

Cada dólar é exigido no trabalho de salvar almas. O dinheiro investido pelo professo povo de Deus na obtenção de imagens feitas de rostos humanos apoiaria vários missionários no campo. Muitos pequenos riachos, quando colocados juntos, crescem em um grande rio. {RH, 10/09/1901, par. 9}

Defraudamos os bens do nosso Senhor quando usamos para prazeres egoístas os meios que devem ser usados para proclamar a última mensagem de advertência. Se você gasta o dinheiro do Senhor para gratificação própria, como pode esperar que Ele continue a conceder Seus bens a você? Como o Mestre considera aqueles que egoisticamente investem seu dinheiro em fotografias? Esse mesmo dinheiro poderia ter sido usado para comprar literatura para enviar àqueles que estão na escuridão da ignorância. {RH, 10/09/1901, par. 10}

A verdade que Deus nos deu deve ser anunciada ao mundo. Foi-nos dado o privilégio de fazer esta obra. Devemos disseminar a semente da verdade junto a todas as águas. O Senhor nos chama a praticar a abnegação e o autossacrifício. O evangelho exige inteira consagração. As necessidades da causa exigem tudo o que podemos dar. Nossa indulgência nas fotografias foi uma gratificação egoísta de nossa parte, que testemunha silenciosamente contra nós. Por essa indulgência, uma grande quantidade de madeira, feno e restolho foi trazida para a fundação, para ser consumida pelos fogos do último dia. {RH, 10/09/1901, par. 11}

Depois de ir de casa em casa e ver as muitas fotografias, fui instruída a advertir nosso povo contra esse mal. Tudo isso podemos fazer por Deus. Podemos colocar esses ídolos em forma de imagem fora de vista. Eles não têm poder para o bem, mas se interpõem entre Deus e a alma. Eles não podem fazer nada para ajudar a disseminar as sementes da verdade. Cristo convida os que afirmam segui-Lo a colocar toda a armadura de Deus. Nossas instituições educacionais precisam sentir o poder de reforma do Espírito de Deus. “Se o sal perde seu sabor, com o que será salgado? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens ”. Aqueles que estão empenhados como professores em nossas escolas e sanatórios devem alcançar um alto padrão de consagração. E os estudantes dessas instituições, que estão se preparando para sair como missionários, devem aprender a praticar a abnegação. {RH, 10/09/1901, par. 12}

Somos os mordomos de Deus e “é exigido dos mordomos que cada homem seja achado fiel”. O dinheiro que Deus nos confiou é para ser cuidadosamente administrado. Devemos aumentar a eficiência, utilizando os talentos que nos são dados da melhor forma, para que, na vinda de Deus, possamos retornar-Lhe com juros. {RH, 10/09/1901, par. 13}

(EGW Writings)

No tempo de Moisés era o bezerro de ouro, nos tempos da irmã White eram as fotografias… e hoje, quais os ídolos que demandam nosso tempo e nossos recursos?

Nem a milésima parte da obra está sendo feita

“O espírito missionário necessita ser reavivado em nossas igrejas. Cada membro deve estudar de que modo poderá contribuir para o avanço da causa de Deus, tanto em seu país quanto em terras estrangeiras. Mal se tem realizado nos campos missionários uma milésima parte do que deveria ser feito. Deus convida Seus obreiros a anexarem novos territórios para Ele. Existem ricos campos de labuta aguardando pelo obreiro fiel. Anjos ministradores cooperarão com cada membro da igreja que trabalhar sem egoísmo para o Mestre.”

Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, vol.6, p.29, ênfase acrescentada 

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