A parábola do filho perdido

A famosa parábola do filho pródigo, contada pelo Senhor Jesus em Lucas 15:11-32, é lindamente explanada na Lição da Escola Sabatina do 2º trimestre de 2015 – O Evangelho de Lucas. Delicie-se nos ensinamentos do Mestre, com as imagens abaixo.

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Uma parábola maravilhosa! Imagem: Divulgação.

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Temas das Lições da Escola Sabatina até 2022

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2º trimestre de 2018: Preparação para o Tempo do Fim

Os temas gerais das lições da Escola Sabatina dos próximos 18 trimestres são:

2018

  • 3º trimestre: O livro de Atos dos Apóstolos
  • 4º trimestre: Unidade em Cristo

2019

  • 1º trimestre: Apocalipse
  • 2º trimestre: A Família e a Santidade do Casamento
  • 3º trimestre: Justiça Social
  • 4º trimestre: Esdras e Neemias

2020

  • 1º trimestre: Daniel
  • 2º trimestre: Dons do Ministério e Missões (Envolvimento Total de Membros)
  • 3º trimestre: Educação
  • 4º trimestre: Como Interpretar as Escrituras

2021

  • 1º trimestre: Romanos
  • 2º trimestre: Descanso em Cristo
  • 3º trimestre: João
  • 4º trimestre: O Estado dos Mortos

2022

  • 1º trimestre: Gênesis
  • 2º trimestre: Hebreus
  • 3º trimestre: O Momento Decisivo
  • 4º trimestre: Uma Vida Saudável

Eleitos

Licao_Professor_2_Trim_2017__65619_zoomSEGUNDA – Eleitos

2. Leia 1 Pedro 1:2. O que mais esse verso revela sobre aqueles a quem Pedro escreveu? Do que ele os chamou? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:

A. ( ) Pedro escreveu aos outros onze apóstolos, instruindo-os como proceder após a ascensão de Jesus.

B. ( ) Pedro escreveu aos eleitos segundo a presciência de Deus, que deviam viver em obediência e ser aspergidos pelo sangue de Jesus.

Quer tenha escrito especificamente para cristãos judeus, quer para cristãos gentios, o fato é que Pedro tinha a certeza de que eles eram “eleitos, segundo a presciência de Deus Pai” (1Pe 1:2).

Nesse ponto, porém, é preciso ter cuidado. Isso não significa que Deus tenha predestinado algumas pessoas para a salvação e outras para a perdição. Teria sido uma grande “sorte” se os leitores de Pedro fossem alguns desses escolhidos ou eleitos por Deus para a salvação, enquanto os outros fossem predestinados para a perdição. Mas a Bíblia não ensina isso.

3. Leia 1 Timóteo 2:4; 2 Pedro 3:9; João 3:16; Ezequiel 33:11. O que Pedro quis dizer quando chamou essas pessoas de eleitas? Assinale a alternativa correta:

A. ( ) Todas as pessoas foram eleitas por Deus para a salvação, mas nem todas escolheram seguir o Senhor.

B. ( ) Os eleitos eram aqueles que ocupavam posições de destaque, como os fariseus e saduceus.

C. ( ) Os eleitos eram aqueles a quem o povo elegia para governar.

As Escrituras deixam claro que o plano de Deus é que todos sejam salvos, um plano instituído em favor de todos antes da criação da Terra. “Assim como nos escolheu, nEle, antes da fundação do mundo” (Ef 1:4). “Todos” são “eleitos” no sentido de que o propósito original de Deus era que todos fossem salvos e ninguém perecesse. Ele predestinou toda a humanidade para a vida eterna. Isso significa que o plano da salvação foi suficiente para que todos fossem incluídos na expiação dos pecados, mesmo que nem todos aceitem o que essa expiação lhes oferece.

A presciência de Deus a respeito dos eleitos é simplesmente Seu conhecimento antecipado de qual será a livre escolha deles em relação à salvação. Sua presciência de maneira alguma força a decisão das pessoas. Semelhantemente, o fato de uma mãe saber, de antemão, que seu filho escolherá o bolo de chocolate em vez de vagem, não significa que seu conhecimento prévio da escolha obrigue a criança a decidir assim.

Que segurança você encontra na verdade de que Deus o escolheu para ser salvo?

“Apascenta as Minhas ovelhas”: 1 e 2 Pedro, LES 2017.2, p.18 (versão de professor)

 

Descanso em Cristo

“Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei.” (Mt 11:28)

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“Cristo era um representante da lei. Nenhuma transgressão de seus santos preceitos se encontrou em Sua vida. Olhando para uma nação de testemunhas ansiosas por uma oportunidade de condená-Lo, Ele pôde dizer, sem contestação: ‘Quem dentre vós Me convence de pecado?’” (Jo 8:46; Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p.287).

A vida de Jesus refletiu plenamente o significado da lei de Deus, os dez mandamentos. Ele foi a lei personificada. Assim, ao estudar Sua vida, vemos o que é guardar os mandamentos e como guardá-los de uma forma que não seja legalismo árido e formal.

Entre esses mandamentos está o quarto, o sábado. Examinaremos algumas controvérsias sobre o sábado e veremos, na vida de Jesus, uma revelação do que significa guardar o sábado. Pois se a lei é, de fato, um reflexo do caráter de Deus, e se Jesus personificou essa lei, ao entender como Cristo guardou o quarto mandamento e o que Ele ensinou sobre isso, podemos aprender mais sobre o caráter de Deus e a respeito de maneiras pelas quais podemos refletir esse caráter em nossa vida.

O jugo leve de Cristo

Jesus tem autoridade e poder para cumprir o que promete, e prometeu que, quando formos a Ele, encontraremos descanso para a alma. Em vista do contexto, esse descanso inclui paz, a certeza da salvação e a esperança que aqueles que O rejeitam não têm. Aprendendo dEle, imitando-O e imitando Seu caráter, podemos achar descanso para muitos fardos e problemas da vida. Uma das expressões desse descanso se encontra na guarda do sábado.

Agitação por causa de um dia de descanso

Se, como grande parte do mundo cristão argumenta, o sábado foi abolido, substituído, ultrapassado, cumprido (ou o que quer que seja), por que Jesus passou tanto tempo tratando de como guardar o sábado?

As divergências sobre o sábado giravam em torno do que era lícito fazer aos sábados, como curar ou não uma pessoa, colher espigas para matar a fome e carregar o leito ou maca, depois de ter sido curado. (Veja Mt 12:1,2; Lc 14:1-6; Mc 2:23-28; Jo 5:9-16) Não havia divergência sobre o fato de o sábado ser o dia do Senhor, de precisar descansar nesse dia e não trabalhar nas horas sabáticas.

Sabendo que uma das razões pelas quais Israel tinha ido para o cativeiro babilônico foi a profanação do sábado, os fariseus desejavam impedir que isso acontecesse novamente. Portanto, haviam criado uma série de regras e regulamentos sobre o que era e o que não era aceitável no sábado, com a ideia de proteger sua santidade. Quais eram algumas dessas regras?

  • Se uma galinha botar um ovo no sábado, está certo comê-lo? A opinião da maioria dos fariseus era que, se fosse uma galinha poedeira, não era certo comer o ovo porque ela estaria trabalhando. Contudo, se fosse apenas uma galinha que estava sendo engordada para ser consumida, então o ovo poderia ser comido. Havia também uma sugestão de que o ovo botado no sábado por uma galinha poedeira podia ser consumido, contanto que a galinha fosse morta mais tarde por ter transgredido o sábado.
  • Está certo olhar-se no espelho no sábado? A resposta é: Não, porque se você vir um cabelo branco pode ser tentado a arrancá-lo, o que seria uma colheita e, como tal, transgressão do sábado.
  • Se sua casa pegar fogo no sábado, é certo tentar salvar suas roupas? A resposta é: Você deve tirar apenas uma muda de roupa. Contudo, se você vestir uma muda de roupa, então pode carregar outra muda.
  • É certo cuspir no sábado? A resposta é: Você pode cuspir em cima de uma rocha, mas não pode cuspir no chão, porque isso produziria lama ou argamassa.

Podemos rir dessas regras, porém, corremos o risco de fazer a mesma coisa à nossa própria maneira, não só a respeito do sábado, mas também de todos os aspectos de nossa fé, isto é, perder de vista o que é verdadeiramente importante e nos concentrar no que é trivial. Como evitar essa armadilha?

A resposta de Jesus

Este era o ambiente no qual Jesus estava trabalhando: regras rígidas para a guarda do sábado, impossíveis de ser cumpridas, que arruinavam o propósito original do sábado. Ele devia ser um dia de repouso do trabalho; um dia para adorar a Deus e ter comunhão com outros fiéis de uma forma que não podemos fazer durante a semana de trabalho. Um dia em que as crianças sabiam que seus pais estariam mais acessíveis a elas do que poderiam estar em outras circunstâncias; um dia para se regozijar especialmente no que foi feito em nosso favor pelo nosso Criador e Redentor.

Leia Mateus 12:3-8 e 1 Samuel 21:1-6. Como Jesus reagiu ao pesado jugo dos fariseus? Qual foi a linha de raciocínio de Jesus? A vida do ser humano é preciosa aos olhos de Deus. Se os discípulos eram culpados por colher espigas para própria alimentação, mais culpado foi Davi e seus homens, ao comer os pães da proposição do tabernáculo. O sacerdote usou o bom senso nesta ocasião, os fariseus deveriam proceder da mesma forma.

Jesus recapitulou a conhecida história do rei Davi que, ao fugir, tomou o pão do tabernáculo que tinha outro propósito. Da mesma forma, a fome dos seguidores de Jesus era mais importante do que as orientações sobre o sábado (a respeito da colheita) que se destinavam a outro propósito.

Jesus citou também o trabalho dos sacerdotes no templo no dia de sábado. O sábado permitia o trabalho do ministério. Da mesma forma, o sábado permitia o trabalho dos companheiros de Jesus, porque Ele e Seu trabalho eram maiores que o templo.

Nada que Jesus disse nessa ocasião ou em qualquer outro momento a respeito da guarda do sábado diminuiu a ordem divina para que o guardemos. Ele estava tentando libertá-los, não do sábado, mas das regras sem sentido que ocultavam o propósito desse dia, que era o de ser uma expressão do descanso que temos em Cristo como nosso Criador e Redentor.

“Nos dias de Cristo, a observância do sábado havia se tornado tão distorcida que refletia o caráter de homens egoístas e arbitrários, em lugar do caráter do amorável Pai celestial” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p.284).

Cura no sábado

É muito interessante fazer uma leitura completa dos evangelhos para ver todas as vezes em que os escritores registraram incidentes ocorridos no sábado entre Jesus e os líderes religiosos. Se o sábado estava prestes a ser abolido, por qual motivo os escritores dos quatro evangelhos incluíram relatos, numerosos em alguns casos, da luta que Jesus travou com os líderes a respeito da guarda desse dia? Essa ideia se torna ainda mais evidente quando nos lembrarmos de que os evangelhos foram escritos muitos anos após o ministério de Jesus (pelo menos 20 a 30 anos após a morte de Jesus). Assim, naquela altura, se o sábado já havia sido substituído pelo domingo, certamente não há qualquer alusão a essa mudança em nenhum dos relatos inspirados sobre a vida de Jesus. Portanto, temos fortes evidências de que o sábado não foi abolido, mudado nem substituído, por meio de qualquer exemplo ou ordem de Jesus registrada nos quatro evangelhos. Ao contrário, se olharmos para as ordens e o exemplo de Jesus, os evangelhos nos mostram que o sábado continua sendo válido.

Leia Mateus 12:9-14. Qual é a questão envolvida nesse texto, e por que esse seria outro motivo para divergência? Curar uma pessoa no sábado era lícito ou não? A cura no sábado transgredia as tradições dos líderes judeus, não a lei de Deus.

“Em outro sábado, ao entrar Jesus na sinagoga, viu ali um homem cuja mão era mirrada. Os fariseus O observavam, ansiosos para ver o que Ele faria. Bem sabia o Salvador que, curando no sábado, seria considerado transgressor, mas não hesitou em derrubar o muro das exigências tradicionais que obstruíam o sábado. […] Era uma máxima entre os judeus que deixar de fazer o bem, havendo oportunidade para isso, era fazer o mal; negligenciar salvar a vida, era matar. Assim, Jesus os atacou com suas próprias armas” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 286).

Novamente, como no incidente anterior, Jesus procurou indicar o propósito mais elevado da lei e da vida de fé. Essas pessoas prefeririam deixar aquele homem em sua dor e sofrimento, a transgredir suas próprias regras de origem humana a respeito do sábado, o qual havia sido tão pervertido que, embora eles tirassem um boi de uma cova nesse dia, se recusavam a aliviar o sofrimento de um ser humano.

Precisamos ter muito cuidado para garantir que nossa maneira de praticar a fé não esteja atrapalhando o modo pelo qual Deus nos chamou a viver essa fé!

A guarda do sábado

Como está claro pelo relato dos evangelhos, Jesus não aboliu o sábado. O que Ele fez foi restaurá-lo, libertando-o dos pesados fardos que as pessoas haviam colocado sobre ele. Centenas de anos mais tarde os cristãos ainda estavam descansando e adorando no sábado. O historiador Sócrates Escolástico escreveu: “Quase todas as igrejas ao redor do mundo celebram os mistérios sagrados [a Ceia do Senhor] no sábado todas as semanas, mas os cristãos de Alexandria e de Roma, por causa de alguma tradição antiga, se recusam a fazê-lo” (História Eclesiástica, livro 5, p. 289). Não há dúvida de que, sejam quais forem as razões pelas quais todos esses incidentes foram registrados nos evangelhos, o motivo não era que as pessoas deixassem de observar o sábado.

Leia novamente Mateus 12:12 e se concentre na frase: “Logo, é lícito, nos sábados, fazer o bem”. O que isso significa no contexto imediato ao qual Jesus estava se referindo? O que a guarda do sábado deve incluir? O sábado foi feito para ser benção para o ser humano, não para ser um fardo. Fazer o bem neste dia está de acordo com o propósito divino para o sábado.

Embora a lei judaica permitisse o cuidado médico no sábado para uma pessoa cuja vida estivesse em perigo, Jesus levou isso um passo adiante: as curas, talvez até aquelas que pudessem ser feitas em outros dias, foram realizadas no sábado. Com isso em mente, leia o que Jesus disse posteriormente em Mateus: “Por isso, todo mestre da lei instruído quanto ao Reino dos céus é como o dono de uma casa que tira do seu tesouro coisas novas e coisas velhas” (Mt 13:52, NVI). Sem dúvida, Jesus também estava tirando novas coisas de Seu tesouro.

Leia Isaías 58:7-13. De que forma esse texto ajuda a refletir sobre o significado verdadeiro de seguir o Senhor e viver os princípios da lei, inclusive o sábado? Como entender a frase “reparador de brechas”, especialmente no contexto das três mensagens angélicas? Nossa religião deve ser prática, fruto do amor. Verdades bíblicas devem ser restauradas. O sábado é o dia de Deus e do próximo, meus interesses devem ficar de lado. O sábado é um antítodo contra o egoísmo.

Estudo adicional

“Quando Jesus Se voltou para os fariseus com a pergunta se era lícito no dia de sábado fazer o bem ou o mal, salvar ou matar, os confrontou com seus próprios maus desígnios. Estavam caçando Sua vida com ódio amargo, ao passo que Ele salvava a vida e trazia felicidade às multidões. Seria melhor matar no sábado, como estavam planejando, do que curar o aflito, como Ele havia feito? Seria mais justo ter o homicídio no coração durante o santo dia de Deus, do que amor para com todos os homens, amor que se expressa em atos de misericórdia?” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p.287).

Comentário bíblico

Jesus concede descanso aos que estão “cansados e sobrecarregados” e Se declara “Senhor […] do sábado” (Mt 11:28; 12:8; Mc 2:27,28), a dádiva de descanso que teve origem na criação e continuará sendo parte da vida no novo Céu e na nova Terra (Gn 2:1-3; Is 66:22,23). O sábado nos vincula ao Criador para celebrar a alegria da vida e para reconhecer sempre que a vida e a redenção não são resultado do nosso trabalho, mas um dom da graça de Deus. Aquele que nos fez, também fez o sábado. O Criador descansou nele, santificou-o, e nos ordenou santificá-lo para que nos lembremos de que ficamos inquietos até que descansemos nEle. O sábado simboliza que, em Jesus, somos libertados da escravidão e da tirania do pecado, e por meio dEle aceitamos e permanecemos na santidade do descanso, da adoração e comunhão.

Os fariseus acusaram Jesus de transgredir o sábado porque Ele não reprovou Seus discípulos quando eles colheram algumas espigas de cereais e se alimentaram no sábado (Mt 12:2), e porque Ele curou no sábado (Mt 12:9-14; Lc 6:6-11; Jo 5:1-16). A resposta de Jesus em cada caso foi consistente com o significado do sábado, que não é uma adesão legalista à letra da lei, mas a exaltação do princípio superior de salvar a vida por meio de boas obras que glorificam a Deus. A obsessão farisaica era o legalismo; a preocupação de Jesus era a graça em ação. Nem a egocêntrica inflexibilidade, nem a liberdade autodefinida passarão no exame da graça. Como Ellen G. White escreveu: “Deus não poderia, nem por um momento, deter Sua mão, do contrário o homem desfaleceria e morreria. O homem também tem nesse dia uma obra a realizar. Devemos atender às necessidades da vida, cuidar dos doentes e suprir as necessidades dos pobres” (O Desejado de Todas as Nações, p.207).

Fonte: Lição da Escola Sabatina, “O Evangelho de Mateus” (lição do professor), p.68-77.

Descanso em Cristo – LES 2016/2

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Nosso estudo esta semana foi bem profundo e recebemos muitos comentários, mas escolhemos este do José Valdistélio pra compartilhar com vocês. O que vocês acharam do tema desta semana? Vamos ao #EstudoDeHoje:

Nosso mundo se transformou em um campo de batalha contra o tempo. Os que trabalham estão preocupados em realizar suas tarefas em tempo. Os estudantes estão angustiados para entregar suas atividades escolares no prazo determinado e ser aprovados. Corremos contra o relógio para chegar em casa a tempo de assistir nosso programa de TV favorito, e a tecnologia conseguiu desenvolver produtos e aplicativos para acelerar ainda mais o corre-corre da nossa vida:#Facebook, #Instagram, #Twitter, #WhatsApp, etc.

Infelizmente, essa realidade está afetando nossa maneira de guardar o sábado. Os fariseus sobrecarregaram o sábado com inúmeras regras proibitivas e sem sentido para não esquecer sua sacralidade. Nós, ao contrário, podemos estar sobrecarregando o dia de sábado com tantas atividades que corremos o risco de nos esquecer da razão pela qual Deus nos pediu que o guardemos.

Deus deseja compartilhar o sábado conosco de maneira pessoal, e não somente por intermédio das programações na igreja. Frequentemente, “estamos cheios de atividades eclesiásticas no sábado, as quais são santas e necessárias. Mas essas atividades enchem nossas agendas e nos esvaziam do espírito de Cristo. Apresentações, encontros, ensaios… uma rotina em que mal temos tempo para engolir o almoço e temos que correr para o próximo compromisso. Em meio a tantos horários apertados, Jesus é deixado sem oportunidade para falar conosco.”*

O que é deleite santo? A definição real de deleite, quando se trata de guardar o sábado, é ter um encontro com Deus por meio da oração, estudo da Bíblia, visitação de pessoas em necessidade, contemplação da Sua criação maravilhosa e compartilhamento das Suas bênçãos com pessoas que possuem menos do que nós.

O sábado deixa de ser um fardo quando começamos a compartilhá-lo com nosso Pai celestial assim como Jesus o fez. Precisamos imitar o exemplo de Cristo, obedecer aos Seus mandamentos, inclusive o quarto, não como uma obrigação mas como um presente oferecido a nós com amor.

#PenseNisto: o sábado se tornou um fardo para você? Se sim, por quê? O que você pode fazer a respeito disso? Como o entendimento a respeito do caráter de Deus afeta o tipo de fé que depositamos nEle? Que coisas você pode fazer para desfrutar mais do santo sábado?

#Experimente: jejuar um sábado a cada trimestre. Procure meditar na Palavra de Deus e ouvir Sua voz nesse dia. Não deixe que o celular, a internet ou outra coisa interrompa esses momentos especiais. Planeje uma atividade que envolva um grupo de amigos. Procure ajudar alguém que necessita de encorajamento e motivação. Pode ser através de uma visita, uma ligação telefônica, um convite para caminhar ou almoçar juntos, uma oração, etc. Desfrute momentos em meio à natureza. Contemple a beleza criada por Deus e medite em Sua Palavra.

www.cpb.com.br #LES #EscolaSabatina #Jovens

(Código Aberto)

Lições da Escola Sabatina estudadas

Hoje concluo mais uma Lição da Escola Sabatina, tem quase 2 anos que estudo estas lições. Nesta postagem, que irei atualizar de tempos e tempos, estarei elencando todas as lições estudadas por mim.

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Minha primeira lição estudada, foi amor a primeira vista!
  1. Cristo e Sua Lei. LES 2014.2.
  2. Ensinos de Jesus. LES 2014.3.
  3. Epístola de Tiago. LES 2014.4.
  4. Provérbios. LES 2015.1.
  5. Evangelho de Lucas. LES 2015.2.
  6. Missionários. LES 2015.3.
  7. Jeremias. LES 2015.4. (2x)
  8. Josué: Entrando no Descanso Divino. LES 1995.2.
  9. Rebelião e Redenção. LES 2016.1. 169 p.
  10. O Evangelho de Mateus. LES 2016.2.
  11. O Papel da Igreja na Comunidade. LES 2016.3. 169 p.
  12. O Livro de Jó. LES 2016.4.
  13. O Espírito Santo e a Espiritualidade. LES 2017.1. 156 p.
  14. Eclesiastes. LES 2007.1.
  15. “Apascenta as Minhas Ovelhas”: 1 e 2 Pedro. LES 2017.2.
  16. O Evangelho em Gálatas. LES 2017.3.
  17. Salvação Somente pela Fé: o Livro de Romanos. LES 2017.4.
  18. Mordomia Cristã: Motivos do Coração. LES 2018.1. 157 p.
  19. Origens. LES 2013.1. (Aluno).
  20. Preparação para o Tempo do Fim. LES 2018.2.
  21. O Livro de Atos dos Apóstolos. LES 2018.3.
  22. Unidade em Cristo. LES 2018.4. 174 p.

Obs.: em itálico lições passadas que estudei. Todas foram lições de professor, exceto indicado entre parêntesis.