Livro “O Dia do Dragão” – Quem “vê”, entenda!

O_DIA_DO_DRAGAO_1233524920B

Um livro escrito nas décadas passadas, mas ainda surpreendente. Fiquei pensando o que autor diria se, na época em que escreveu o livro, tivessem lhe dito que em poucas décadas o magnata D. Trump seria o presidente dos EUA (e o Brasil, a potência sul-americana, estaria se preparando para o posse de Bolsonaro, o “Trump dos trópicos”); o carismático e influente, mesmo em círculos protestantes, Papa Francisco fosse o líder da Igreja Romana, fazendo-se mediador entre nações em guerra e pregando sua mensagem com vigor, inclusive nas redes sociais; o declínio espiritual do ser humano, a disseminação de falsas doutrinas espiritualistas, escândalos e mais escândalos no meio cristão; a disseminação da tecnologia, a globalização da informação, o poderio das redes sociais… 

Se na juventude de Goldstein, a União Soviética com seu gigantesco poder econômico, bélico e sociocultural e as inoperantes estratégias da Direita cristã americana anuviavam a escatologia adventista tradicional, hoje isso não é mais assim, os eventos anunciados desde o século retrasado pela irmã White em “O Grande Conflito” e que se mostram claramente aos nossos olhos, parecem gritar a plenos pulmões: “Eis que vem o Noivo!”. Que Deus abra nossos olhos e quem “vê”, entenda! 

A profecia dos 2520 anos

Por Steve Wohlberg, Outubro de 2011

Os “2520” têm sido discutido em minha igreja local. Depois de ler os argumentos de ambos os lados da controvérsia, aqui está minha (presente) perspectiva. Nota: este artigo não foi escrito para o público geral, mas, sim, para aqueles que já estão familiarizados com o tópico.

Primeiramente, aqueles que apoiam os 2520 concluem que:

  1. Existe uma profecia divina embutida em Levítico 26.
  2. Levítico 26:18 diz que se Israel desobedecesse a Deus, Ele iria puni-lo “sete vezes” por seus pecados. Estas “sete vezes” deveriam ser interpretadas como “sete anos” ou 2520 dias (baseado no calendário hebreu de 360 dias por ano) e, então, baseado no princípio de um dia por um ano, ver os 2520 como anos proféticos.
  3. Os 2520 começaram em 677 a.C. (compreensão de Guilherme Miller, quando o rei Manassés de Judá foi levado para Babilônia), e terminou em 1844.
  4. A profecia dos 2520 é uma “segunda testemunha” para a profecia das 2300 tardes e manhãs, porque ambas terminam em 1844. Esta “segunda testemunha” é necessária para manter a integridade da profecia das 2300 tardes e manhãs; porque pela “boca de duas ou três testemunhas será confirmada toda palavra” (2 Coríntios 13:1).
  5. Os Adventistas esqueceram os 2520 e precisam começar a ensiná-los novamente.

Alguns argumentos principais usados para apoiar as conclusões acima mencionadas são:

  1. Ellen White escreveu que Deus direcionou Guilherme Miller em seus estudos no início do século XIX.
  2. Guilherme Miller acreditava na profecia dos 2520 baseado em seus estudos de Levíticos 26.
  3. Ellen White escreveu que Deus direcionou a publicação dos diagramas mileritas de 1843 e 1850, e ambos os diagramas contém a profecia dos 2520 (baseados na compreensão de Miller).
  4. Ellen White também afirmou que estes diagramas cumpriram Habacuque 2:1-4.

Depois de ler argumentos de ambos os lados desta controvérsia, aqui está minha (atual) posição:

  1. Eu li Levítico 26 muitas vezes no último mês e minha honesta avaliação é que o mesmo capítulo não apoia facilmente o ensino de que as “sete vezes” representam “sete anos”, ou 2520 dias, ou 2520 anos. Por quatro vezes (versos 18, 21, 24, 28) Deus disse que iria punir Israel “sete vezes” por seus pecados se ele O desobedecesse. As palavras usadas indicam que estas seriam quatro sequências de “sete vezes”, separadas; sendo cada queda com uma severidade crescente se a punição precedente falhar em produzir arrependimento. Além disso, a palavra original do hebreu traduzida como “sete vezes” (sheba) é um advérbio (indicando intensidade), não um substantivo (indicando duração). Assim, a tradução apropriada da palavra “sheba” em Levítico 26 deveria ser “sevenfold” (sete vezes), não “seven times” (sete tempos) representando “sete anos”. (Nota da Tradutora: não temos o mesmo problema que a língua inglesa neste verso, pois na nossa tradução, a Bíblia já diz “sete vezes” e não “sete tempos” – a palavra “times” em inglês pode ser traduzida como “vezes”).
  2. Números 14:34 é a primeira vez em que o princípio de um dia por um ano é mencionado na Bíblia. Mas em Levítico 26, isto não é mencionado, nem mesmo insinuado.
  3. O livro de Juízes revela que muitas das maldições listadas em Levítico 26 já haviam começado a cair sobre Israel muito antes de 677 a.C.
  4. As setenta semanas/2300 tardes e manhãs proféticas começam com uma clara e facilmente reconhecível “ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém” (Daniel 9:25). Levítico 26 não contém tal claro ponto de partida para uma suposta profecia dos 2520.
  5. Levítico 26 é também cheio de declarações condicionais “se… então” (veja os versos 3, 4, 23, 24, 27, 28, 40 e 42). “Se” Israel obedecer, bênçãos virão. “Se” não obedecer, maldições seguir-se-ão. Assim, o livre arbítrio está envolvido. Isto fortemente sugere que o aviso de Deus – “Eu os ferirei sete vezes” – não pode ser uma linha de tempo profética de um dia por um ano com claras datas de início e fim. Em contraste, a linha de tempo das 70 semanas/2300 tardes e manhãs é incondicional, com pontos de partida e fim facilmente identificáveis.
  6. Em Babilônia, Daniel percebeu que a profecia dos 70 anos de cativeiro de Israel estava próxima de terminar (Daniel 9:2). Sua oração (versos 3-19) reconhece que as maldições registradas “na lei de Moisés” (verso 13) tinham assaltado Israel, mas ele ainda tinha esperança de que elas logo terminariam e que Israel seria restaurado (verso 17). Tal esperança seria impossível se Daniel pensasse que as maldições de Levítico 26 continuariam por 2520 anos! Durante o governo da Pérsia, as maldições foram revertidas, Israel retornou para casa e, mais uma vez, Deus colocou Seu “tabernáculo” (veja Levítico 26:11) entre eles. Agora as bênçãos vieram.
  7. Quando o próximo diagrama profético foi publicado em 1863 (o ano em que a IASD foi organizada), os 2520 foram deixados de fora. Desde 1863 até hoje, a Igreja Adventista do Sétimo Dia nunca reconheceu oficialmente os 2520 como uma profecia real.
  8. Uma razão para tal foi porque Tiago White rejeitou os 2520. Em 26 de janeiro de 1864, num artigo da Review, ele afirma que a teoria dos “2520” não é bíblica. Urias Smith, no Apêndice do seu livro Daniel e Apocalipse, pp. 784-785 concorda com Tiago. Ambos acreditavam que o advérbio “sheba” significava intensidade, não duração; que a profecia dos 2520 carece de apoio bíblico e que os adventistas não deveriam pregá-la.
  9. No livro O Grande Conflito, capítulos 18-24, Ellen White escreveu com muitos detalhes sobre a vida de Guilherme Miller, sobre como ele descobriu a profecia das 2300 tardes e manhãs, e sobre a história do Movimento do Advento e, ainda assim, ela nunca mencionou os 2520 nem uma única vez. Se tal profecia realmente existisse e fosse significante, então por que ela não a mencionou em seu mais importante trabalho quando discutindo sobre os mileritas? Não apenas isto, mas durante seu inteiro ministério de 70 anos ela nunca mencionou a profecia em lugar algum.
  10. Eu não vi nenhuma prova convincente de que a linha do tempo profética das 2300 tardes e manhãs precise ter uma “segunda testemunha” para validá-la, ou ainda que esta testemunha tenha que ser os 2520. A afirmação original “da boca de duas ou três testemunhas” é aplicada aos casos de processos civis (veja Deuteronômio 17:9), não linhas de tempo proféticas. Outras aplicações bíblicas não as aplicam tampouco às linhas de tempo proféticas (veja João 8:17; Mateus 18:16; 2 Coríntios 13:1). Mas mesmo que a profecia dos 2300 anos precisasse de uma “segunda testemunha” para validá-la, parece-me que Apocalipse 10 e 14, e a existência da Igreja Adventista do Sétimo Dia por si mesma (que se desenvolveu da profecia das 2300 tardes e manhãs) mais do que bastariam. Então, há ainda os períodos de tempo de 1260, 1290 e 1335 (Daniel 12:7, 11, 12), os quais, quando interligados, também apontam para 1844, providenciando ainda mais apoio. O fato é que desde 1863 até o dia de hoje, evangelistas adventistas não precisaram dos 2520 para validar nem a profecia dos 2300 anos, nem o Movimento Adventista em geral.

Os proponentes dos 2520 podem ainda argumentar: “Mas Ellen White disse que os anjos guiaram Guilherme Miller. Miller acreditava nos 2520. A profecia dos 2520 estão nos dois primeiros diagramas. Ellen White endossou ambos os diagramas; mais ainda, ela disse que os diagramas mileritas cumpriam a profecia de Habacuque 2:1-4. Sendo assim, os 2520 devem ser uma importante profecia de Deus”.

Esta sequência de argumentos soa bem, mas o maior problema que eu vejo é que sua conclusão final (que a profecia dos 2520 deva ter vindo de Deus) não possui nem mesmo um “Assim diz o Senhor” para apoiá-la. Tal raciocínio também negligencia a questão principal de que Levítico 26: 18, 21, 24, 28 não apoiam realmente os 2520 de nenhuma forma. “Não há período profético em Lev. XXVI,” escreveu Tiago White na Review, e tentar “imaginar que tal coisa exista” é como “bater no ar”. Urias Smith concordou. Sim, Ellen White escreveu que anjos guiaram Guilherme Miller, e a mão de Deus estava sobre os diagramas mileritas, mas ela também escreveu que os anjos de Deus guiaram Tiago White e “fiscalizaram” a Review.

“Eu vi que o jornal periódico [Review and Herald] avançaria e que seria o meio de trazer almas ao conhecimento da verdade. Vi que Tiago não havia suportado o fardo sozinho, mas que anjos de Deus o haviam assistido e haviam fiscalizado o periódico.” 8 MR [Manuscript Release, vol.8], 221.

Adicionalmente, com relação aos diagramas mileritas sendo o cumprimento de Habacuque 2:1-4, note cuidadosamente o que Ellen White, na verdade, escreveu em O Grande Conflito:

“Já em 1842, a ordem dada nessa profecia, de escrever a visão e torná-la bem legível sobre tábuas, a fim de que a pudesse ler o que correndo passasse, havia sugerido a Carlos Fitch, a preparação de um mapa profético a fim de ilustrar as visões de Daniel e do Apocalipse. A publicação desse mapa foi considerada como cumprimento da ordem dada por Habacuque.” O Grande Conflito, p. 392.

Olhe cuidadosamente. Habacuque 2:2 diz: “Escreve a visão, e torna-a bem legível sobre tábuas” e Ellen White clarifica que o propósito principal do “mapa profético” era “ilustrar as visões de Daniel e do Apocalipse”. A profecia das 2300 tardes e manhãs é uma parte da “visão” dada por Deus (veja Daniel 8:1, 2, 17) a qual se qualifica como o cumprimento de Habacuque 2:1-4. Mas não há nenhuma “visão” em Levítico 26. Tudo isso sugere que o apoio de Ellen White a Guilherme Miller, os mapas iniciais, e até mesmo as “figuras” dos mapas, primeiramente dizem respeito à “visão” das 2300 tardes e manhãs, não aos 2520. E em sua explicação em O Grande Conflito sobre estes detalhes, isso é o que ela foca, sem mencionar os 2520 nem uma vez sequer.

A missão bíblica da Igreja Adventista do Sétimo Dia é proclamar a “mui firme, palavra dos profetas” (2 Pedro 1:19) e as Três Mensagens Angélicas ao mundo (Apocalipse 14:6-12). Para fazer isso eficazmente, nossos fatos devem ser sólidos. Sim, Deus direcionou os mileritas, mas depois de 1844 Ele também começou a dar direção direta à Ellen White cujos conselhos sempre apontavam novamente para a Bíblia; e em seus 70 anos de ministério público, ela nunca mencionou especificamente os 2520 nem uma única vez. É óbvio que o Adventismo como um todo não mais acredita nos 2520, e parece-me que há duas razões possíveis para isso: 1. Os 2520 foram perdidos de vista por causa de uma falha adventista, ou 2. Crescente luz e um cuidadoso estudo da Bíblia levaram os adventistas a perceberem que os 2520 eram, na realidade, não bíblicos, desnecessário e uma distração desafortunada da nossa mensagem bíblica principal. Presentemente, eu favoreço o último, e detesto ver pessoas divididas por causa desta questão. Uma coisa é certa: “Pregue a palavra” (2 Timóteo 4:2) é nosso mandato.

1843-chart-Joshua-Himes.jpg
Diagrama milerita de 1843, observe os 2520 na parte superior a direita.

(ICEVES)

Diagrama Profético das Profecias de Daniel e João (1843)

Carlos Fitch, um ministro presbiteriano, aceitou a mensagem do advento ao ler as palestras de Guilherme Miller e ao conhecer Josias Litch. Ele se entregou inteiramente à proclamação do esperado advento de Cristo por ocasião do encerramento do período dos 2.300 anos, e se tornou um líder de destaque no Despertamento do Advento. Em 1842, ele preparou o quadro profético usado mui eficazmente e mencionado em Primeiros Escritos, 74. Sua morte se deu em decorrência de ele se ter exposto em demasia durante três cerimônias batismais que realizou numa manhã fria de outono. Ver Prophetic Faith of Our Fathers, 4:533-545.” {Nota adicional em Primeiros Escritos, 297}

“Tenho visto que o diagrama de 1843 foi dirigido pela mão do Senhor, e que ele não deve ser alterado; que as figurações eram o que Ele desejava que fossem, e que Sua mão estava presente e ocultou um engano em alguma figuração, de maneira que ninguém pudesse vê-lo, até que Sua mão fosse removida. Isto se aplica ao diagrama usado durante o movimento de 1843, e tem especial referência ao cálculo dos períodos proféticos, conforme apareceu no diagrama. A sentença seguinte esclarece que houve uma inexatidão que na providência divina foi tolerada a existir. Mas isto não impede a publicação de um diagrama subsequente que corrigisse o erro depois de passado o movimento de 1843, e o cálculo então feito tivesse servido ao seu propósito.” {Ellen G. White, Primeiros Escritos, 74}

“Sua fé [dos crentes milleritas] foi grandemente fortalecida pela aplicação direta e poderosa das passagens que se referiam a um tempo de tardança. Já em 1842, o Espírito de Deus comoveu a Carlos Fitch a preparar um mapa profético, o que foi geralmente considerado pelos adventistas como o cumprimento da ordem dada pelo profeta Habacuque: ‘Escreve a visão, grava-a sobre tábuas’. Ninguém, todavia, naquela época notou um tempo de tardança que é apresentado na mesma profecia. Depois do desapontamento o significado pleno dessa passagem tornou-se evidente. Assim falara o profeta: ‘Escreve a visão, grava-a sobre tábuas, para que a possa ler até quem passa correndo. Porque a visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não falhará; se tardar espera-o, porque certamente virá, não tardará.’ Habacuque 2:2, 3.” {Ellen G. White, História da Redenção, 366}

Veja também: Quadro profético de 1843 usado pelos Mileritas, publicado por Joshua Himes e Quadro profético de 1843 usado pelos Mileritas, publicado por Joshua Himes (colorido)

32539530_1876695505956642_7939517938833293312_o_1
Quadro profético de 1843 

Livro “Cristo em Seu Santuário”

1-0Conclui o livro “Cristo em Seu Santuário” de Ellen G. White. Trechos selecionados:

  1. “A lei de Deus já existia antes que o homem fosse criado. Os anjos eram governados por ela. Satanás caiu porque transgrediu os princípios do governo de Deus. Depois que Adão e Eva foram criados, Deus lhes fez conhecida Sua lei. Ela não foi escrita então, mas repetida a eles por Jeová. Após o pecado e queda de Adão, nada foi tirado da lei de Deus. Os princípios dos Dez Mandamentos existiam antes da queda, e eram de caráter adequado à condição de uma ordem de seres santos.” (p.22)
  2. “Moisés fizera o santuário terrestre ‘segundo o modelo que tinha visto’. Paulo declara que ‘o tabernáculo e todos os vasos do ministério’, quando se acharam completos, eram ‘figuras das coisas que estão no Céu.’ Atos dos Apóstolos 7:44; Hebreus 9:21, 23. E João diz que viu o santuário no Céu [Apocalipse 11:19]. Aquele santuário em que Jesus ministra em nosso favor, é o grande original, de que o santuário construído por Moisés era uma cópia.” (p.37)
  3. “O sangue de Cristo, ao mesmo tempo que livraria da condenação da lei o pecador arrependido, não cancelaria o pecado; este ficaria registrado no santuário até à expiação final; assim, no serviço típico, o sangue da oferta pelo pecado removia do penitente o pecado, mas este permanecia no santuário até ao dia da expiação.” (p.38)
  4. “… os judeus perderam a vida espiritual de suas cerimônias, apegando-se às formas mortas. Confiavam nos sacrifícios e ordenanças em si mesmos, em lugar de descansar nAquele a quem apontavam. A fim de suprir o que haviam perdido, os sacerdotes e rabis multiplicavam exigências por sua conta; e quanto mais rígidos se tornavam, menos manifestavam o amor de Deus.” (p.43)
  5. “Uma vez que toda a ordem era simbólica de Cristo, não tinha valor sem Ele. Quando os judeus selaram sua rejeição de Cristo, entregando-O à morte, rejeitaram tudo quanto dava significação ao templo e seus serviços. Sua santidade desaparecera. Estava condenado à destruição. Daquele dia em diante, as ofertas sacrificais e o serviço com elas relacionado eram destituídos de significado. Como a oferta de Caim, não exprimiam fé no Salvador. Condenando Cristo à morte, os judeus destruíram virtualmente seu templo. Quando Cristo foi crucificado, o véu interior do templo se rasgou em dois de alto a baixo, significando que o grande sacrifício final fora feito, e que o sistema de ofertas sacrificais cessara para sempre.” (p.44)
  6. “A profecia que mais claramente parecia revelar o tempo do segundo advento, era a de Daniel 8:14: ‘Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.’ … [Guilherme] Miller descobriu que um dia na profecia simbólica representa um ano (Números 14:34; Ezequiel 4:6); viu que o período de 2.300 dias proféticos, ou anos literais, se estenderia muito além da dispensação judaica, donde o não poder ele referir-se ao santuário daquela dispensação. Miller aceitou a opinião geralmente acolhida, de que na era cristã a Terra é o santuário, e, portanto, compreendeu que a purificação do santuário predita em Daniel 8:14 representa a purificação da Terra pelo fogo, à segunda vinda de Cristo.” (p.53)
  7. “Durante nove anos [Miller] esperou, pesando-lhe sempre este fardo [da pregação do fim das 2.300 tardes e manhãs] sobre a alma, até que em 1831 pela primeira vez expôs publicamente as razões de sua fé.” (p.58)
  8. “Em 1833 Miller recebeu da igreja batista de que era membro uma licença para pregar. Grande número dos ministros de sua denominação aprovou-lhe também a obra, e foi com essa sanção formal que continuou os seus trabalhos.” (p.59)
  9. “… assim como os primitivos discípulos baseados na profecia de Daniel 9, declararam – ‘O tempo esta cumprido, e o reino de Deus esta próximo’ – ao mesmo tempo em que deixaram de perceber que a morte do Messias estava predita na mesma passagem, de igual modo, Miller e seus companheiros pregaram a mensagem baseados em Daniel 8:14 e Apocalipse 14:7, e deixaram de ver que havia ainda outras mensagens apresentadas em Apocalipse 14, que também deveriam ser dadas antes do advento do Senhor. Assim como os discípulos estiveram em erro quanto ao reino a ser estabelecido no fim das setenta semanas, também os adventistas se enganaram em relação ao fato a ocorrer à terminação dos 2.300 dias. Em ambos os houve aceitação de erros populares, ou antes, uma advertência a eles, cegando o espírito à verdade. Ambas as classes cumpriram a vontade de Deus, apresentando a mensagem que Ele desejava fosse dada, e ambas, pela sua própria compreensão errônea da respectiva mensagem, sofreram desapontamento.” (p.73)
  10. “Pelo oferecimento do sangue, o pecador reconhecia a autoridade da lei, confessava sua culpa na transgressão e exprimia o desejo de perdão pela fé num Redentor vindouro; mas não ficava ainda inteiramente livre da condenação da lei. No dia da expiação, o sumo sacerdote, havendo tomado uma oferta da congregação, entrava no lugar santíssimo com o sangue desta oferta, e o aspergia sobre o propiciatório, diretamente sobre a lei, para satisfazer às suas reivindicações. Então, em caráter de mediador, tomava sobre si os pecados e os retirava do santuário. Colocando as mãos sobre a cabeça do bode emissário, confessava todos os pecados, transferindo-os assim, figuradamente, de si para o bode. Este os levava então, e eram considerados como para sempre separados do povo.” (p.94)
  11. “Durante dezoito séculos este ministério [de Cristo] continuou no primeiro compartimento do santuário. O sangue de Cristo, oferecido em favor dos crentes arrependidos, assegurava-lhes perdão e aceitação perante o Pai; contudo, ainda permaneciam seus pecados nos livros de registro. Como no serviço típico havia uma expiação ao fim do ano, semelhantemente, antes que se complete a obra de Cristo para redenção do homem, há também uma expiação para tirar o pecado do santuário. Este é o serviço iniciado quando terminaram os 2.300 dias. Naquela ocasião, conforme fora predito pelo profeta Daniel, nosso Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo para efetuar a última parte de Sua solene obra – purificar o santuário.” (p.95)
  12. “Começaram a examinar as razões para a observância do primeiro dia da semana em lugar do dia que Deus havia santificado. Não puderam achar nas Escrituras prova alguma de que o quarto mandamento tivesse sido abolido, ou de que o sábado fora mudado; a bênção que a princípio aureolava o sétimo dia nunca fora removida. Sinceramente tinham estado a procurar conhecer e fazer a vontade de Deus; agora, como se vissem transgressores de Sua lei, encheu-se-lhes o coração de tristeza, e manifestaram lealdade para com Deus, santificando Seu sábado.” (p.106)
  13. “A fim de se prepararem para o juízo, é necessário que os homens guardem a lei de Deus. Esta será a norma de caráter no juízo.” (p.107)
  14. “A lei de Deus é a norma pela qual o caráter e vida dos homens serão aferidos no juízo. Diz o sábio: ‘Teme a Deus, e guarda os Seus mandamentos porque este é o dever de todo o homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra.’ Eclesiastes 12:13, 14. O apóstolo Tiago admoesta a Seus irmãos: ‘Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade.’ Tiago 2:12.” (p.112)
  15. “No juízo será examinado o uso feito de cada talento. Como empregamos nós o capital que nos foi oferecido pelo Céu? Receberá o Senhor à Sua vinda aquilo que é Seu, com juros?” Empregamos nós as faculdades que nos foram confiadas, nas mãos, no coração e no cérebro, para a glória de Deus e bênção do mundo? Como usamos nosso tempo, nossa pena, nossa voz, nosso dinheiro, nossa influência? Que fizemos por Cristo na pessoa dos pobres, aflitos, órfãos ou viúvas? Deus nos fez depositários de Sua santa Palavra; que fizemos com a luz e verdade que se nos deram para tornar os homens sábios para a salvação? Nenhum valor existe na mera profissão de fé em Cristo; unicamente o amor que se revela pelas obras é considerado genuíno.” (p.116)
  16. “A intercessão de Cristo no santuário celestial, em prol do homem, é tão essencial ao plano da redenção, como o foi Sua morte sobre a cruz.” (p.118)
  17. “Vivemos hoje o grande dia da expiação. No cerimonial típico, enquanto o sumo sacerdote fazia expiação por Israel, exigia-se de todos que afligissem a alma pelo arrependimento do pecado e pela humilhação, perante o Senhor, para que não acontecesse serem extirpados dentre o povo. De igual modo, todos quantos desejem seja seu nome conservado no livro da vida, devem, agora, nos poucos dias de graça que restam, afligir a alma diante de Deus, em tristeza pelo pecado e em arrependimento verdadeiro. Deve haver um exame de coração, profundo e fiel. O espírito leviano e frívolo, alimentado por tantos cristãos professos, deve ser deixado. Há uma luta intensa diante de todos os que desejam subjugar as más tendências que porfiam pelo predomínio. A obra de preparação é uma obra individual. Não somos salvos em grupos. A pureza e devoção de um, não suprirá a falta dessas qualidades em outro. Embora todas as nações devam passar em juízo perante Deus, examinará Ele o caso de cada indivíduo, com um escrutínio tão íntimo e penetrante como se não houvesse outro ser na Terra. Cada um deve ser provado, e achado sem mancha ou ruga, ou coisa semelhante.” (p.118)

Livro “Eventos Finais”

“Eventos Finais”, de Ellen G. White, um livro espetacular! Alguns (poucos) trechos selecionados (paginação oficial):

  1. “Por quarenta anos, a incredulidade, a murmuração e a rebelião excluíram o antigo Israel da terra de Canaã. Os mesmos pecados têm postergado a entrada do Israel moderno na Canaã celestial. Em nenhum dos casos houve falta da parte das promessas de Deus. É a incredulidade, o mundanismo, a falta de consagração e a contenda entre aqueles que se dizem povo de Deus que nos têm detido neste mundo de pecado e dor por tantos anos.” (p.26)
  2. “Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então Ele virá para reivindicá-los como Seus.” (p.27)
  3. “Devemos vigiar, trabalhar e orar como se este fosse o último dia a nós concedido.” (p.50)
  4. “Antes morrer do que pecar; é melhor passar necessidade do que defraudar; melhor passar fome do que mentir.” (p.89)
  5. “Por meio dos dois grandes erros – a imortalidade da alma e a santidade do domingo -, Satanás aprisionará o povo em sua armadilha. Enquanto o primeiro lança o fundamento do espiritismo, o segundo cria um laço de afinidade com Roma.” (p.98)
  6. “Não será permitido a Satanás imitar a forma do advento de Cristo.” (p.103)
  7. “É uma solene declaração que faço à igreja, de que nem um entre vinte dos nomes que estão registrados nos livros da igreja está preparado para finalizar sua história terrestre, e estaria tão verdadeiramente sem Deus e sem esperança no mundo como o pecador comum.” (p.107)
  8. “O selo de Deus jamais será colocado na testa de homens ou mulheres impuros. Jamais será colocado na testa de homens ou mulheres cobiçosos ou amantes do mundo. Jamais será colocado na testa de homens ou mulheres de língua falsa ou coração enganoso. Todos os que recebem o selo devem ser imaculados diante de Deus – candidatos para o Céu.” (p.136)
  9. “Ninguém recebeu até agora o sinal da besta.” (p.138)
  10. “A fé dos membros da igreja será provada individualmente, como se não houvesse outra pessoa no mundo.” (p.160)
  11. “O destino dos ímpios será determinado por sua própria escolha. Sua exclusão do Céu será um ato de sua própria vontade, e um ato de justiça e misericórdia da parte de Deus.” (p.172)
  12. “Não haverá ninguém salvo no Céu com uma coroa sem estrelas. Se entrarmos lá, haverá alguém nas cortes da glória que encontrou entrada ali por nosso intermédio.” (p.174)
  13. “Quem deseja ser santo no Céu precisa ser primeiro santo na Terra. Os traços de caráter cultivados na vida não serão modificados pela morte ou pela ressurreição. Sairemos da sepultura com as mesmas características que manifestamos em nosso lar e na sociedade. Jesus não mudará nosso caráter em Sua vinda. A obra de transformação tem que ser realizada agora.” (p.182)
  14. “O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. […] Desde o minúsculo átomo até o maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeita alegria, declaram que Deus é amor.” (p.188, 189)
EF.jpg
“Eventos Finais” em versão atualizada. Coleção “Mensagens de Esperança – Um Legado de 100 Anos” (2015)

Você pode adquiri-lo aquiem meio digital aqui ou em áudio aqui.

Livro “O Grande Conflito – condensado”

Trechos selecionados do livro “O Grande Conflito” (versão condensada), da escritora Ellen G. White:

  1. “Paulo declara que ‘todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos’ (2Tm 3:12). Por que, então, parece que a perseguição está gradualmente adormecida? A única razão é que a igreja cristã se conformou aos padrões do mundo, de modo que não provoca oposição. A religião de nossos dias não é a do caráter puro e santo que assinalou a fé cristã nos dias de Cristo e Seus apóstolos. Pelo fato de que as verdades da Palavra de Deus são tão consideradas de maneira indiferente, por haver tão pouca piedade vital na igreja, é que o cristianismo é aparentemente tão popular no mundo. Haja um reavivamento da fé da igreja primitiva, e os fogos da perseguição serão novamente acesos.” (p.23)
  2. “O sábado foi guardado por Adão em sua inocência no Éden; por Adão, depois de caído, mas arrependido, quando expulso de sua habitação. Foi guardado por todos os patriarcas, desde Abel até Noé, até Abraão e Jacó. Quando o Senhor liberou Israel, proclamou Sua lei à multidão. Desde aquele tempo até o presente, o sábado tem sido guardado.” (p.196)
  3. “Onde, nas igrejas populares de hoje, existe a atitude de consagração a Deus? Os conversos não renunciam ao orgulho e amor ao mundo. Não estão mais dispostos a negar-se, tomar a cruz e seguir o manso e humilde Jesus, do que antes da conversão.” (p.200)
  4. “Muitos guias religiosos afirmam que Cristo, em Sua morte, aboliu a lei. […] Porém, não era assim que profetas e apóstolos consideravam a santa lei de Deus. Disse Davi: ‘Andarei em verdadeira liberdade, pois tenho buscado Teus preceitos’ (Sl 119:45, NVI). O apóstolo Tiago refere-se aos dez mandamentos como a ‘lei perfeita, lei da liberdade’ (Tg 1:25). O apóstolo João pronuncia uma bênção sobre todos os que ‘guardam os mandamentos de Deus’ (Ap 14:12).” (p.200, 201)
  5. “Se tivesse sido possível mudar a lei ou deixá-la de lado, Cristo não precisaria ter morrido para salvar o ser humano da penalidade do pecado. […] Disse Jesus: ‘Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vi, para revogar, vim para cumprir. … Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei’ (Mt 5:17, 18). […] A lei de Deus é imutável, pois é uma revelação de Seu caráter. Deus é amor, e Sua lei também o é. ‘O cumprimento da lei é o amor’ (Rm 13:10). Diz o salmista: ‘A Tua lei é a própria verdade’; ‘todos os Teus mandamentos são justiça’ (Sl 119:142, 172). Paulo declara: ‘A lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom’ (Rm 7:12). Semelhante lei precisa ser tão duradoura como o seu Autor.” (p.201)
  6. “O pecado é um intruso, e não pode ser oferecida razão alguma para sua existência. Desculpá-lo significa defendê-lo. Se fosse possível encontrar uma justificativa para ele, deixaria de ser pecado.” (p.212)
  7. “Por que Satanás não encontra maior resistência? Porque os soldados de Cristo têm pouca comunhão verdadeira com Ele. Para eles, o pecado não é repulsivo como era para o Mestre. Não o enfrentem de maneira decidida.” (p.218, 219)
  8. “Todos os que não são decididos seguidores de Cristo são servos de Satanás.” (p.219)
  9. “O tentador não tem poder para controlar a vontade ou forçar a pessoa a pecar. […] O fato de Cristo ter vencido deve inspirar em Seus seguidores a coragem para lutar contra o pecado e contra Satanás.” (p.219)
  10. “Ele [Satanás] se agrada quando é representado como grotesco, repugnante, metade animal e metade homem. Agrada-se de ouvir seu nome utilizado em piadas e brincadeiras.” (p.222)
  11. “É parte do plano de Deus conceder-nos, em resposta à oração feita com fé, aquilo que Ele não concederia se não o pedíssemos assim.” (p.226)
  12. “O único que prometeu vida na desobediência foi o grande enganador. A declaração da serpente no Éden: ‘Certamente não morrereis’, foi o primeiro sermão a respeito da imortalidade da alma. […] Hoje o príncipe das trevas representa a Deus como um tirano vingativo, declarando que Ele mergulha num inferno todos aqueles que não Lhe agradam e que, enquanto se contorcem em chamas eternas, o Criador olha para eles com satisfação. Assim o chefe dos demônios reveste com seus próprios atributos o Benfeitor da humanidade. A crueldade é satânica. Deus é amor. Satanás é o inimigo que leva o ser humano a pecar, e então o destrói, se o pode fazer. Quão repugnante ao amor, misericórdia e justiça é a doutrina de que os ímpios mortos são atormentados num inferno eternamente a arder, e que pelos pecados de uma breve vida terrestre serão torturados enquanto Deus existir!” (p.230)
  13. “Quando os salvos são chamados de seu profundo sono, o pensamento deles começa exatamente onde havia parado. A última sensação foi a agonia da morte; o último pensamento, o de que estavam sendo dominados pela sepultura. Ao se levantarem da tumba, seu primeiro alegre pensamento será expressado na triunfante aclamação: ‘Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?’ (1Co 15:55).” (p.235)
  14. “A observância do domingo é uma prática que se originou com Roma … Eusébio, bispo que procurava o favor dos príncipes e era amigo íntimo de Constantino, propôs o ensino de que Cristo transferiu o sábado para o domingo. Nenhum texto das Escrituras foi apresentado como prova. O próprio Eusébio reconhece, involuntariamente, a falsidade dessa ideia. ‘Todas as coisas’, diz ele, ‘que deveriam fazer no sábado, nós as transferimos para o dia do Senhor’ (Robert Cox, Sabbath Laws and Sabbath Duties, p.538).” (p.245)
  15. “Desde o início do grande conflito no Céu, o propósito de Satanás é destruir a lei de Deus. […] O último grande conflito entre a verdade e o erro está relacionado com a lei de Deus, e ocorre entre a Bíblia e a religião das tradições.” (p.249)
  16. “Antes da Reforma Protestante, a Igreja Católica reservava ao clero o direito de interpretar as Escrituras. … o mesmo princípio mantido por Roma tem impedido multidões, nas igrejas protestantes, de tomar a iniciativa de pesquisar a Bíblia. São instruídas a aceitar os ensinos bíblicos conforme interpretados pela igreja. Multidões não ousam receber uma verdade, ainda que claramente ensinada nas Escrituras, se contrariar o seu credo.” (p.255)
  17. “A Bíblia jamais deve ser estudada sem oração. […] As tentações muitas vezes parecem ser irresistíveis porque a pessoa tentada não consegue recordar facilmente as promessas de Deus e enfrentar Satanás com as armas das Escrituras.” (p.256)
  18. “Todos saem do túmulo com a mesma estatura que tinham quando lá entraram. Todos, porém, surgem com a saúde e vigor da eterna juventude.” (p.274)
  19. “O fogo que consome os ímpios purifica a Terra. Todo vestígio de maldição é removido. Não existirá nenhum inferno a arder eternamente para conservar diante dos resgatados as terríveis consequências do pecado. … nosso Redentor conservará para sempre as marcas de Sua crucifixão, os únicos vestígios da obra cruel realizada pelo pecado.” (p.288)
  20. “O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única pulsação de harmonia e alegria vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz e alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o menor átomo até o maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua beleza e perfeito júbilo, declaram que Deus é amor.” (p.290)
GC capa.jpg
“O Grande Conflito” versão condensada, um clássico da literatura adventista.

O valor de “O Grande Conflito”

O Grande Conflito 004O Grande Conflito é um clássico adventista escrito pela pioneira Ellen G. White. A obra, lançada originalmente em 1888 nos Estados Unidos, é publicada pelas editoras da Igreja Adventista do Sétimo Dia em todo o mundo. Em suas páginas condensa praticamente todo o pensamento adventista sobre a Bíblia e suas profecias sobre a volta de Jesus. Dezenas de edições foram lançadas ao longo dos últimos 120 anos. A versão resumida não tem a mesma beleza argumentativa, porém é bastante difundida [1]. O Grande Conflito é um dos livros mais distribuídos no mundo, em 2012/2013 foram distribuídos na América do Sul cerca de 70 milhões de cópias [2] do livro A Grande Esperança, uma versão missionária de O Grande Conflito.

O valor de O Grande Conflito

Patriarcas e Profetas, Daniel e Apocalipse e O Grande Conflito são agora mais necessários do que nunca dantes. Deveriam circular amplamente, porque as verdades a que dão ênfase, abrirão muitos olhos cegos.” (Ellen G. White, O Colportor-Evangelista, 123)

“Os livros grandes Patriarcas e Profetas, O Grande Conflito e O Desejado de Todas as Nações devem ser vendidos em toda parte. Estes livros contêm a verdade para este tempo — verdade que deve ser proclamada em todas as partes do mundo. Nada deve impedir sua venda.” (Ellen G. White, O Colportor-Evangelista, 124)

O Grande Conflito deve alcançar ampla circulação. Ele contém a história do passado, do presente e do futuro. Em sua exposição das cenas finais da história desta Terra, dá ele um poderoso testemunho em favor da verdade. Estou mais ansiosa de ver ampla circulação deste que de qualquer outro livro que eu tenha escrito; pois em O Grande Conflito, a última mensagem de advertência ao mundo é dada mais distintamente que em qualquer de meus outros livros.” (Ellen G. White, O Colportor-Evangelista, 127)

“Falo a vós que estais empenhados na obra da colportagem. Lestes o volume IV (O Grande Conflito)? Sabeis o que ele contém? Tendes qualquer apreciação do assunto? Não vedes que o povo necessita a luz ali apresentada? Se já não o tendes feito, admoesto-vos a que leiais cuidadosamente essas solenes advertências e apelos.” (Ellen G. White, O Colportor-Evangelista, 127)

“Aprecio o livro O Grande Conflito mais que prata ou ouro, e desejo grandemente que vá perante o povo. Enquanto preparava o manuscrito de O Grande Conflito, muitas vezes estive consciente da presença dos anjos de Deus.” (Ellen G. White, O Colportor-Evangelista, 128)

“Muitos se apartarão da fé e darão ouvidos a espíritos sedutores. Patriarcas e Profetas e O Grande Conflito são livros especialmente adaptados aos novos na fé, para que sejam estabelecidos na verdade. São apontados os perigos que devem ser evitados pelas igrejas.” (Ellen G. White, O Colportor-Evangelista, 129)

Site 

O Grande Conflito

Livro digital

O Grande Conflito (completo)

O Grande Conflito (condensado)

A Grande Esperança (versão condensada missionária)

Livro impresso

O Grande Conflito (compacto)

O Grande Conflito (completo/brochura)

O Grande Conflito (completo/encadernado)

A Grande Esperança (versão condensada missionária)

Áudio-livro em MP3

O Grande Conflito (completo)

O Grande Conflito (completo por capítulo)

A Grande Esperança (versão condensada missionária)

Referências 

[1] Blog Adventismo em Foco

[2] Novo Tempo