Livro “O Dia do Dragão” – Quem “vê”, entenda!

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Um livro escrito nas décadas passadas, mas ainda surpreendente. Fiquei pensando o que autor diria se, na época em que escreveu o livro, tivessem lhe dito que em poucas décadas o magnata D. Trump seria o presidente dos EUA (e o Brasil, a potência sul-americana, estaria se preparando para o posse de Bolsonaro, o “Trump dos trópicos”); o carismático e influente, mesmo em círculos protestantes, Papa Francisco fosse o líder da Igreja Romana, fazendo-se mediador entre nações em guerra e pregando sua mensagem com vigor, inclusive nas redes sociais; o declínio espiritual do ser humano, a disseminação de falsas doutrinas espiritualistas, escândalos e mais escândalos no meio cristão; a disseminação da tecnologia, a globalização da informação, o poderio das redes sociais… 

Se na juventude de Goldstein, a União Soviética com seu gigantesco poder econômico, bélico e sociocultural e as inoperantes estratégias da Direita cristã americana anuviavam a escatologia adventista tradicional, hoje isso não é mais assim, os eventos anunciados desde o século retrasado pela irmã White em “O Grande Conflito” e que se mostram claramente aos nossos olhos, parecem gritar a plenos pulmões: “Eis que vem o Noivo!”. Que Deus abra nossos olhos e quem “vê”, entenda! 

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A profecia dos 2520 anos

Por Steve Wohlberg, Outubro de 2011

Os “2520” têm sido discutido em minha igreja local. Depois de ler os argumentos de ambos os lados da controvérsia, aqui está minha (presente) perspectiva. Nota: este artigo não foi escrito para o público geral, mas, sim, para aqueles que já estão familiarizados com o tópico.

Primeiramente, aqueles que apoiam os 2520 concluem que:

  1. Existe uma profecia divina embutida em Levítico 26.
  2. Levítico 26:18 diz que se Israel desobedecesse a Deus, Ele iria puni-lo “sete vezes” por seus pecados. Estas “sete vezes” deveriam ser interpretadas como “sete anos” ou 2520 dias (baseado no calendário hebreu de 360 dias por ano) e, então, baseado no princípio de um dia por um ano, ver os 2520 como anos proféticos.
  3. Os 2520 começaram em 677 a.C. (compreensão de Guilherme Miller, quando o rei Manassés de Judá foi levado para Babilônia), e terminou em 1844.
  4. A profecia dos 2520 é uma “segunda testemunha” para a profecia das 2300 tardes e manhãs, porque ambas terminam em 1844. Esta “segunda testemunha” é necessária para manter a integridade da profecia das 2300 tardes e manhãs; porque pela “boca de duas ou três testemunhas será confirmada toda palavra” (2 Coríntios 13:1).
  5. Os Adventistas esqueceram os 2520 e precisam começar a ensiná-los novamente.

Alguns argumentos principais usados para apoiar as conclusões acima mencionadas são:

  1. Ellen White escreveu que Deus direcionou Guilherme Miller em seus estudos no início do século XIX.
  2. Guilherme Miller acreditava na profecia dos 2520 baseado em seus estudos de Levíticos 26.
  3. Ellen White escreveu que Deus direcionou a publicação dos diagramas mileritas de 1843 e 1850, e ambos os diagramas contém a profecia dos 2520 (baseados na compreensão de Miller).
  4. Ellen White também afirmou que estes diagramas cumpriram Habacuque 2:1-4.

Depois de ler argumentos de ambos os lados desta controvérsia, aqui está minha (atual) posição:

  1. Eu li Levítico 26 muitas vezes no último mês e minha honesta avaliação é que o mesmo capítulo não apoia facilmente o ensino de que as “sete vezes” representam “sete anos”, ou 2520 dias, ou 2520 anos. Por quatro vezes (versos 18, 21, 24, 28) Deus disse que iria punir Israel “sete vezes” por seus pecados se ele O desobedecesse. As palavras usadas indicam que estas seriam quatro sequências de “sete vezes”, separadas; sendo cada queda com uma severidade crescente se a punição precedente falhar em produzir arrependimento. Além disso, a palavra original do hebreu traduzida como “sete vezes” (sheba) é um advérbio (indicando intensidade), não um substantivo (indicando duração). Assim, a tradução apropriada da palavra “sheba” em Levítico 26 deveria ser “sevenfold” (sete vezes), não “seven times” (sete tempos) representando “sete anos”. (Nota da Tradutora: não temos o mesmo problema que a língua inglesa neste verso, pois na nossa tradução, a Bíblia já diz “sete vezes” e não “sete tempos” – a palavra “times” em inglês pode ser traduzida como “vezes”).
  2. Números 14:34 é a primeira vez em que o princípio de um dia por um ano é mencionado na Bíblia. Mas em Levítico 26, isto não é mencionado, nem mesmo insinuado.
  3. O livro de Juízes revela que muitas das maldições listadas em Levítico 26 já haviam começado a cair sobre Israel muito antes de 677 a.C.
  4. As setenta semanas/2300 tardes e manhãs proféticas começam com uma clara e facilmente reconhecível “ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém” (Daniel 9:25). Levítico 26 não contém tal claro ponto de partida para uma suposta profecia dos 2520.
  5. Levítico 26 é também cheio de declarações condicionais “se… então” (veja os versos 3, 4, 23, 24, 27, 28, 40 e 42). “Se” Israel obedecer, bênçãos virão. “Se” não obedecer, maldições seguir-se-ão. Assim, o livre arbítrio está envolvido. Isto fortemente sugere que o aviso de Deus – “Eu os ferirei sete vezes” – não pode ser uma linha de tempo profética de um dia por um ano com claras datas de início e fim. Em contraste, a linha de tempo das 70 semanas/2300 tardes e manhãs é incondicional, com pontos de partida e fim facilmente identificáveis.
  6. Em Babilônia, Daniel percebeu que a profecia dos 70 anos de cativeiro de Israel estava próxima de terminar (Daniel 9:2). Sua oração (versos 3-19) reconhece que as maldições registradas “na lei de Moisés” (verso 13) tinham assaltado Israel, mas ele ainda tinha esperança de que elas logo terminariam e que Israel seria restaurado (verso 17). Tal esperança seria impossível se Daniel pensasse que as maldições de Levítico 26 continuariam por 2520 anos! Durante o governo da Pérsia, as maldições foram revertidas, Israel retornou para casa e, mais uma vez, Deus colocou Seu “tabernáculo” (veja Levítico 26:11) entre eles. Agora as bênçãos vieram.
  7. Quando o próximo diagrama profético foi publicado em 1863 (o ano em que a IASD foi organizada), os 2520 foram deixados de fora. Desde 1863 até hoje, a Igreja Adventista do Sétimo Dia nunca reconheceu oficialmente os 2520 como uma profecia real.
  8. Uma razão para tal foi porque Tiago White rejeitou os 2520. Em 26 de janeiro de 1864, num artigo da Review, ele afirma que a teoria dos “2520” não é bíblica. Urias Smith, no Apêndice do seu livro Daniel e Apocalipse, pp. 784-785 concorda com Tiago. Ambos acreditavam que o advérbio “sheba” significava intensidade, não duração; que a profecia dos 2520 carece de apoio bíblico e que os adventistas não deveriam pregá-la.
  9. No livro O Grande Conflito, capítulos 18-24, Ellen White escreveu com muitos detalhes sobre a vida de Guilherme Miller, sobre como ele descobriu a profecia das 2300 tardes e manhãs, e sobre a história do Movimento do Advento e, ainda assim, ela nunca mencionou os 2520 nem uma única vez. Se tal profecia realmente existisse e fosse significante, então por que ela não a mencionou em seu mais importante trabalho quando discutindo sobre os mileritas? Não apenas isto, mas durante seu inteiro ministério de 70 anos ela nunca mencionou a profecia em lugar algum.
  10. Eu não vi nenhuma prova convincente de que a linha do tempo profética das 2300 tardes e manhãs precise ter uma “segunda testemunha” para validá-la, ou ainda que esta testemunha tenha que ser os 2520. A afirmação original “da boca de duas ou três testemunhas” é aplicada aos casos de processos civis (veja Deuteronômio 17:9), não linhas de tempo proféticas. Outras aplicações bíblicas não as aplicam tampouco às linhas de tempo proféticas (veja João 8:17; Mateus 18:16; 2 Coríntios 13:1). Mas mesmo que a profecia dos 2300 anos precisasse de uma “segunda testemunha” para validá-la, parece-me que Apocalipse 10 e 14, e a existência da Igreja Adventista do Sétimo Dia por si mesma (que se desenvolveu da profecia das 2300 tardes e manhãs) mais do que bastariam. Então, há ainda os períodos de tempo de 1260, 1290 e 1335 (Daniel 12:7, 11, 12), os quais, quando interligados, também apontam para 1844, providenciando ainda mais apoio. O fato é que desde 1863 até o dia de hoje, evangelistas adventistas não precisaram dos 2520 para validar nem a profecia dos 2300 anos, nem o Movimento Adventista em geral.

Os proponentes dos 2520 podem ainda argumentar: “Mas Ellen White disse que os anjos guiaram Guilherme Miller. Miller acreditava nos 2520. A profecia dos 2520 estão nos dois primeiros diagramas. Ellen White endossou ambos os diagramas; mais ainda, ela disse que os diagramas mileritas cumpriam a profecia de Habacuque 2:1-4. Sendo assim, os 2520 devem ser uma importante profecia de Deus”.

Esta sequência de argumentos soa bem, mas o maior problema que eu vejo é que sua conclusão final (que a profecia dos 2520 deva ter vindo de Deus) não possui nem mesmo um “Assim diz o Senhor” para apoiá-la. Tal raciocínio também negligencia a questão principal de que Levítico 26: 18, 21, 24, 28 não apoiam realmente os 2520 de nenhuma forma. “Não há período profético em Lev. XXVI,” escreveu Tiago White na Review, e tentar “imaginar que tal coisa exista” é como “bater no ar”. Urias Smith concordou. Sim, Ellen White escreveu que anjos guiaram Guilherme Miller, e a mão de Deus estava sobre os diagramas mileritas, mas ela também escreveu que os anjos de Deus guiaram Tiago White e “fiscalizaram” a Review.

“Eu vi que o jornal periódico [Review and Herald] avançaria e que seria o meio de trazer almas ao conhecimento da verdade. Vi que Tiago não havia suportado o fardo sozinho, mas que anjos de Deus o haviam assistido e haviam fiscalizado o periódico.” 8 MR [Manuscript Release, vol.8], 221.

Adicionalmente, com relação aos diagramas mileritas sendo o cumprimento de Habacuque 2:1-4, note cuidadosamente o que Ellen White, na verdade, escreveu em O Grande Conflito:

“Já em 1842, a ordem dada nessa profecia, de escrever a visão e torná-la bem legível sobre tábuas, a fim de que a pudesse ler o que correndo passasse, havia sugerido a Carlos Fitch, a preparação de um mapa profético a fim de ilustrar as visões de Daniel e do Apocalipse. A publicação desse mapa foi considerada como cumprimento da ordem dada por Habacuque.” O Grande Conflito, p. 392.

Olhe cuidadosamente. Habacuque 2:2 diz: “Escreve a visão, e torna-a bem legível sobre tábuas” e Ellen White clarifica que o propósito principal do “mapa profético” era “ilustrar as visões de Daniel e do Apocalipse”. A profecia das 2300 tardes e manhãs é uma parte da “visão” dada por Deus (veja Daniel 8:1, 2, 17) a qual se qualifica como o cumprimento de Habacuque 2:1-4. Mas não há nenhuma “visão” em Levítico 26. Tudo isso sugere que o apoio de Ellen White a Guilherme Miller, os mapas iniciais, e até mesmo as “figuras” dos mapas, primeiramente dizem respeito à “visão” das 2300 tardes e manhãs, não aos 2520. E em sua explicação em O Grande Conflito sobre estes detalhes, isso é o que ela foca, sem mencionar os 2520 nem uma vez sequer.

A missão bíblica da Igreja Adventista do Sétimo Dia é proclamar a “mui firme, palavra dos profetas” (2 Pedro 1:19) e as Três Mensagens Angélicas ao mundo (Apocalipse 14:6-12). Para fazer isso eficazmente, nossos fatos devem ser sólidos. Sim, Deus direcionou os mileritas, mas depois de 1844 Ele também começou a dar direção direta à Ellen White cujos conselhos sempre apontavam novamente para a Bíblia; e em seus 70 anos de ministério público, ela nunca mencionou especificamente os 2520 nem uma única vez. É óbvio que o Adventismo como um todo não mais acredita nos 2520, e parece-me que há duas razões possíveis para isso: 1. Os 2520 foram perdidos de vista por causa de uma falha adventista, ou 2. Crescente luz e um cuidadoso estudo da Bíblia levaram os adventistas a perceberem que os 2520 eram, na realidade, não bíblicos, desnecessário e uma distração desafortunada da nossa mensagem bíblica principal. Presentemente, eu favoreço o último, e detesto ver pessoas divididas por causa desta questão. Uma coisa é certa: “Pregue a palavra” (2 Timóteo 4:2) é nosso mandato.

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Diagrama milerita de 1843, observe os 2520 na parte superior a direita.

(ICEVES)

Diagrama Profético das Profecias de Daniel e João (1843)

Carlos Fitch, um ministro presbiteriano, aceitou a mensagem do advento ao ler as palestras de Guilherme Miller e ao conhecer Josias Litch. Ele se entregou inteiramente à proclamação do esperado advento de Cristo por ocasião do encerramento do período dos 2.300 anos, e se tornou um líder de destaque no Despertamento do Advento. Em 1842, ele preparou o quadro profético usado mui eficazmente e mencionado em Primeiros Escritos, 74. Sua morte se deu em decorrência de ele se ter exposto em demasia durante três cerimônias batismais que realizou numa manhã fria de outono. Ver Prophetic Faith of Our Fathers, 4:533-545.” {Nota adicional em Primeiros Escritos, 297}

“Tenho visto que o diagrama de 1843 foi dirigido pela mão do Senhor, e que ele não deve ser alterado; que as figurações eram o que Ele desejava que fossem, e que Sua mão estava presente e ocultou um engano em alguma figuração, de maneira que ninguém pudesse vê-lo, até que Sua mão fosse removida. Isto se aplica ao diagrama usado durante o movimento de 1843, e tem especial referência ao cálculo dos períodos proféticos, conforme apareceu no diagrama. A sentença seguinte esclarece que houve uma inexatidão que na providência divina foi tolerada a existir. Mas isto não impede a publicação de um diagrama subsequente que corrigisse o erro depois de passado o movimento de 1843, e o cálculo então feito tivesse servido ao seu propósito.” {Ellen G. White, Primeiros Escritos, 74}

“Sua fé [dos crentes milleritas] foi grandemente fortalecida pela aplicação direta e poderosa das passagens que se referiam a um tempo de tardança. Já em 1842, o Espírito de Deus comoveu a Carlos Fitch a preparar um mapa profético, o que foi geralmente considerado pelos adventistas como o cumprimento da ordem dada pelo profeta Habacuque: ‘Escreve a visão, grava-a sobre tábuas’. Ninguém, todavia, naquela época notou um tempo de tardança que é apresentado na mesma profecia. Depois do desapontamento o significado pleno dessa passagem tornou-se evidente. Assim falara o profeta: ‘Escreve a visão, grava-a sobre tábuas, para que a possa ler até quem passa correndo. Porque a visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não falhará; se tardar espera-o, porque certamente virá, não tardará.’ Habacuque 2:2, 3.” {Ellen G. White, História da Redenção, 366}

Veja também: Quadro profético de 1843 usado pelos Mileritas, publicado por Joshua Himes e Quadro profético de 1843 usado pelos Mileritas, publicado por Joshua Himes (colorido)

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Quadro profético de 1843 

10 Dias de Oração (2017) – O Fim do Tempo da Graça (Dia 8)

10-dias-de-oracao#10DiasdeOração #Dia8 – O FIM DO TEMPO DA GRAÇA

NINGUÉM SABE QUANDO TERMINARÁ O TEMPO DA GRAÇA – Deus não nos revelou em que momento essa mensagem será concluída, ou quando terá fim o tempo de graça.

IMPOSIÇÃO DA LEI DOMINICAL ANTES DO FIM DO TEMPO DA GRAÇA – …a imagem da besta se formará antes que termine a graça, pois isso será a grande prova para o povo de Deus, pela qual será decidido seu destino eterno. […] A “imagem da besta” representa a forma de protestantismo apóstata que se desenvolverá quando as igrejas protestantes buscarem o auxílio do poder civil para imposição de seus dogmas.

O FIM DO TEMPO DA GRAÇA APÓS O SELAMENTO – …todos os que se mostraram fiéis aos preceitos divinos receberam “o selo do Deus vivo” (Ap 7:2). Então Jesus deixa de interceder no santuário celestial. Levanta as mãos, e com grande voz diz: “Feito está” (Ap 16:17).

REPENTINA E INESPERADA – Quando Jesus deixar de interceder pelo ser humano, os casos de todos estarão decididos para sempre. Terminará o tempo da graça; as intercessões de Cristo cessarão no Céu. […] O tempo da graça terminará pouco antes do aparecimento do Senhor nas nuvens do céu.

NÃO MAIS ORAÇÕES PELOS ÍMPIOS – …a porta da graça estará fechada para os ímpios. Depois que terminar o tempo da graça, não serão mais oferecidas orações em seu favor.

O CARÁTER NÃO PODE SER TRANSFERIDO – O Senhor vem com poder e grande glória. Será então o Seu trabalho fazer completa separação entre o justo e o ímpio. Mas o óleo não pode ser transferido para o vaso dos que não o têm.

OUTRO TEMPO DE GRAÇA NÃO CONVENCERIA OS ÍMPIOS – Não nos será concedido outro tempo de graça para que possamos nos preparar para o Céu. […] Não haverá um tempo de graça depois da vinda do Senhor. […] E depois que o Salvador aparecer nas nuvens do Céu, ninguém terá outra oportunidade de obter a salvação. Todos terão tomado sua decisão.

ORAÇÃO: Oremos para que nossa fé seja mais consistente e vibrante para suportar as dificuldades dos últimos tempos.

(Revista Eventos Finais, p.26, 27)

10 Dias de Oração (2017) – O Selo de Deus e a Marca da Besta (Dia 7)

10-dias-de-oracao#10DiasdeOração #Dia7 – O SELO DE DEUS E A MARCA DA BESTA

DUAS CLASSES – Só poderá haver duas classes. Cada grupo é assinalado distintamente, com o selo do Deus vivo ou com o sinal da besta ou de sua imagem.

JULGADOS PELA LUZ QUE RECEBEMOS – …cada um será julgado de acordo com a luz recebida. Todos receberão esclarecimento suficiente para tomar de forma inteligente a sua decisão.

NÃO HÁ DESCULPA PARA A CEGUEIRA VOLUNTÁRIA – Não haverá desculpa para os que preferem continuar no erro, quando poderiam compreender o que é a verdade. Em Seus sofrimentos e morte, Jesus fez expiação por todos os pecados de ignorância, mas não foi tomada providência para a cegueira voluntária.

O QUE É O SELO DE DEUS? – Logo que o povo de Deus estiver selado na fronte – não um selo ou marca que pode ser visto, mas a consolidação na verdade, tanto intelectual como espiritual, de modo que não possam ser abalados -, logo que o povo de Deus estiver selado e preparado para a sacudidura, ela ocorrerá. Na realidade, já começou.

De todos os dez preceitos [Dez Mandamentos], só o quarto contém o selo do grande Legislador, Criador dos céus e da Terra [Êx 20:8-11]. A observância do memorial do Senhor, o sábado instituído no Éden, o sábado do sétimo dia, é a prova de nossa lealdade a Deus.

SEMELHANÇA COM CRISTO NO CARÁTER – O selo do Deus vivo só será colocado nos que se assemelham a Cristo no caráter. Os que hão de receber o selo do Deus vivo, e ser protegidos, no tempo de angústia, devem refletir completamente a imagem de Jesus.

O QUE É O SINAL DA BESTA? – João foi convidado a contemplar um povo distinto dos que adoram a besta ou a sua imagem observando o primeiro dia da semana. A observância desse dia é o sinal da besta. O sinal ou selo de Deus é revelado na observância do sábado – o memorial divino da criação. A marca da besta é o oposto disso, ou seja, a observância do primeiro dia da semana.

QUANDO É RECEBIDO O SINAL DA BESTA? – Ninguém recebeu até agora o sinal da besta. A observância do domingo não é ainda o sinal da besta, e não será até que saia o decreto compelindo as pessoas a adorar esse falso sábado. Chegará o tempo em que esse dia será a prova, mas esse tempo ainda não veio.

A IMPOSIÇÃO DA OBSERVÂNCIA DO DOMINGO É UMA PROVA – Ninguém é condenado sem que tenha recebido iluminação nem se conscientizado da obrigatoriedade do quarto mandamento. Mas quando for expedido o decreto que impõe o falso sábado, e o alto clamor do terceiro anjo advertir as pessoas contra a adoração da besta e de sua imagem, será traçada com clareza a linha divisória entre o falso e o verdadeiro. Então os que ainda persistirem na transgressão receberão o sinal da besta.

ORAÇÃO: Oremos para que o sábado como sinal de Deus, seja mais do que uma teoria em nossas vida: que seja algo prático.

(Revista Eventos Finais)

10 Dias de Oração (2017) – A Chuva Seródia e o Alto Clamor (Dia 6)

10-dias-de-oracao#10DiasdeOração #Dia6 – A CHUVA SERÔDIA E O ALTO CLAMOR

A OBRA DO ESPÍRITO SANTO É COMPARADA À CHUVA – Como o orvalho e a chuva são dados primeiro para fazer com que a semente germine e depois para amadurecer a colheita, assim é dado o Espírito Santo para levar avante, de um estágio para outro, o processo de crescimento espiritual.

A PROMESSA DA CHUVA SERÔDIA – Antes de os juízos de Deus caírem sobre a Terra, haverá, entre o povo do Senhor, tal avivamento da primitiva piedade como não fora testemunhado desde os tempos apostólicos. O Espírito e o poder de Deus serão derramados sobre Seus filhos.

DEVEMOS ORAR FERVOROSAMENTE PELO PODER DO ESPÍRITO SANTO – Devemos orar tão fervorosamente pela descida do Espírito Santo como os discípulos oraram no dia de Pentecostes. Se eles precisaram disso naquele tempo, nós, hoje, mais ainda.

NEM TODOS RECEBERÃO A CHUVA SERÔDIA – A não ser que estejamos progredindo diariamente na exemplificação das reais virtudes cristãs, não reconheceremos as manifestações do Espírito Santo na chuva serôdia.

SEGUIDORES DE CRISTO EM TODAS AS IGREJAS – …em que corporações religiosas se encontrará hoje a maior parte dos seguidores de Cristo? Sem dúvida, nas várias igrejas que professam a fé protestante.

A ESSÊNCIA DA ÚLTIMA MENSAGEM DE DEUS – A mensagem da justiça de Cristo soará desde uma até a outra extremidade da Terra, a fim de preparar o caminho ao Senhor. Essa é a glória de Deus com que será encerrada a mensagem do terceiro anjo [Ap 14:6-12].

CRIANÇAS PROCLAMARÃO A MENSAGEM – …até as crianças serão impelidas pelo Espírito de Deus e proclamarão a verdade para este tempo.

MILHARES CONVERTIDOS NUM DIA – Milhares se converterão num dia, os quais na última hora verão e reconhecerão a verdade e as atuações do Espírito de Deus.

ORAÇÃO: Oremos pelo derramamento especial do Espírito Santo em nossa vida, para que sejamos instrumentos poderosos nas mãos de Deus.

(Revista Eventos Finais)

10 Dias de Oração (2017) – A Última Crise na Terra (Dia 1)

10-dias-de-oracao#10DiasdeOração #Dia1 – A ÚLTIMA CRISE NA TERRA

PREOCUPAÇÃO COM O FUTURO – As forças do mal estão se arregimentando e se consolidando para a última grande crise. Grandes mudanças estão prestes a ocorrer no mundo, e os acontecimentos finais serão rápidos.

TEMPOS DIFÍCEIS VIRÃO – Estamos no início da crise dos séculos. Em rápida sucessão os juízos de Deus se seguirão uns aos outros… Tempos tempestuosos nos aguardam. Porém, não pronunciemos nenhuma palavra de desânimo ou descrença.

A IMPORTÂNCIA DOS LIVROS DE DANIEL E APOCALIPSE – … os livros de Daniel e Apocalipse merecem nossa atenção, como nunca antes. Leiamos e estudemos o capítulo 12 de Daniel. Ele contém uma advertência que todos nós precisamos compreender antes do tempo do fim. As predições do Apocalipse, que ainda não se cumpriram, logo se cumprirão. Essa profecia deve ser agora estudada com empenho pelo povo de Deus, e também deve ser compreendida claramente.

MANTENDO A PESPECTIVA CORRETA – Não somos agora capazes de descrever perfeitamente as cenas que ocorrerão em nosso mundo no futuro. Porém, uma coisa sabemos: que este é um tempo em que precisamos vigiar em oração, pois o grande dia do Senhor está bem próximo.

ORAÇÃO: Oremos pedindo forças a Deus a fim de que a última crise da Terra não nos encontre desmotivados, mas confiantes no Senhor.

(Revista Eventos Finais/ Livro Eventos Finais)