Eating vegetables, fruit and whole grains may combat depression, study suggests

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Researchers found that people whose diets were high in saturated fats and red meats, and low in fruits and vegetables, were more likely to develop depression CREDIT: ELENA VESELOVA/ALAMY

Eating a diet of vegetables, fruit and whole grains may be a simple way to combat depression, a new study suggests

Researchers in the US followed nearly 1,000 people of an average age of 81 for more than six years monitoring their diet and mood.

They found that people who avoided red meat, saturated fats and sugar, and stuck to healthy vegetables, fruit and whole grains, were 11 per cent less likely to be suffering depression by the end of the study.

“Depression is common in older adults and more frequent in people with memory problems, vascular risk factors such as high blood pressure or high cholesterol, or people who have had a stroke,” said study author Dr Laurel Cherian, of Rush University Medical Center in Chicago and a member of the American Academy of Neurology.

“Making a lifestyle change such as changing your diet is often preferred over taking medications, so we wanted to see if diet could be an effective way to reduce the risk of depression.”

Around one in five people in Britain suffers from depression and prescriptions for antidepressants are at an all time high. The most recent data from NHS Digital shows the health service issues around 64 million prescriptions each year at a cost of £9.2 billion. A decade ago prescribing was less than half of the current rate.

During the study period, participants were monitored for symptoms of depression such as being bothered by things that usually didn’t affect them and feeling hopeless about the future.

They also filled out questionnaires about how often they ate various foods, and the researchers looked at how closely the participants’ diets followed regimes such as Dash (Dietary approaches to stop hypertension),  which recommends low-fat foods, or the traditional Western diet, which is high in fat and sugar.

People in the groups that followed Dash most closely were less likely to develop depression than people in the group that did not follow the diet closely.

In contrast, the more closely people followed a Western diet – a diet that is high in saturated fats and red meats and low in fruits and vegetables – the more likely they were to develop depression.

“Future studies are now needed to confirm these results and to determine the best nutritional components of the DASH diet to prevent depression later in life and to best help people keep their brains healthy,” added Dr Cherian.

The research was  presented at the American Academy of Neurology’s Annual Meeting in Los Angeles.

(Telegraph)

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Resenha do Livro “Saúde Nua e Crua”

Saude Nua e Crua
Saúde Nua e Crua, livro da Doutoranda Márcia L. Vidoto, CLIQUE na imagem para conhecê-lo melhor

 

Já parou para pensar porque há tanta confusão nas informações quando o assunto é vida saudável? A televisão diz uma coisa, seu médico diz outra… uma nutricionista indica isso e uma outra condena… Sem falar nas modinhas nutricionais que surgem prometendo quase vida eterna ou condenando determinado alimento. Em quem confiar? Porque isso acontece?

Essa confusão ocorre simplesmente porque é uma área como qualquer outra com fins lucrativos envolvidos. Preste atenção e pense um pouco: alguns (eu não disse todos) médicos indicam determinados laboratórios, alguns nutricionistas indicam determinados produtos… há um comércio por trás de tudo. E você pode contestar: mas eles comprovam com pesquisas científicas! Sim, procure os patrocinadores ou quem está por trás das pesquisas e você entenderá.

Infelizmente isso não é uma conspiração e sim uma realidade. O que eu mais gostei nesse livro é que ele é um projeto comunitário sem fins lucrativos. Não possui patrocinadores de nenhum ramo da indústria ou comércio. As informações nele apresentadas são baseadas em respeitados periódicos científicos e em dezenas de obras de renomados médicos, cientistas e profissionais especializados que segundo a autora se recusam a qualquer alinhamento político ou econômico.

Com a leitura desta obra você apenderá hábitos simples que podem fazer muita diferença na sua vida. São 23 capítulos envolvendo assuntos relevantes como Ph dos Alimentos, Proteínas, Cálcio, Glúten, Vitamina B12, Alimentos Processados, Carboidratos, Laticíneos, Detox, Alimentação Infantil dentre outros.

Ao final do livro há sugestões práticas com receitinhas para você testar. Apesar do conteúdo sério e profundo a escrita da autora é simples e muito fácil de entender.

Quando eu acabei a leitura deste livro por coincidência assisti o documentário What The Health, e me surpreendi com a semelhança de informações entre o livro e o documentário. Se você quer repensar seus hábitos alimentares recomendo tanto o livro quanto o documentário.

Marcia Vidoto é nutricionista e possui dois títulos de mestre e um doutorado em Nutrição.

Para saber mais sobre o livro acesse o blog: Naturebicesdaelen

Título: Saúde Nua e Crua
Autora: Márcia Lobo Vidoto
Editora: Bio Editora

(Quem Lê Ganha Mais)

COMO ADQUIRIR O LIVRO?

Você pode adquirir o livro através do contato:

Ivanilson Sousa – (34) 9-9205-4746 (também WhatsApp) | ivanilsonsousacosta@hotmail.com | Preço R$ 29,90 (+ valor do frete).

Onde comer e comprar comida vegetariana em Uberlândia

Um dos maiores empecilhos (e desculpas) que as pessoas tomam contra a dieta vegetariana é justamente a dificuldade de encontrar e preparar alimentos disponíveis no mercado. Aqui vai algumas dicas para quem mora em Uberlândia-MG!

Salsicha e hambúrguer vegetal

Você pode encontrar salsichas e hambúrgueres vegetais (de glúten e soja) da marca SuperBom no Supermercado Carrefour,  na Av. João Naves de Ávila, 1441, Bairro Santa Mônica. A salsicha vegatal fica por R$ 11,49. Veja como prepará-la aqui.

No Carrefour também tem o suco de uva e tangerina 100% natural da SuperBom.

Empório Vegano

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Localizado na R. Natal, 851, Bairro Nossa Sra. Aparecida, o Empório Vegano é o local com maior diversidade de produtos para vegetarianos (pizzas, doces, hambúrgueres, esfirras, pão integral, etc.). O horário de funcionamento é das 6h às 23h. Telefone: (34) 99232-6264. Veja a página do Empório Vegano no Facebook aqui.

Ganesha Restaurante e Lanchonete Vegetariano

O Ganesha é um restaurante vegetariano localizado na R. Euler Lanes Bernardes, 428, Bairro Santa Mônica (antiga 8). É uma ótima opção para almoço self-service. Os donos do Ganesha devem ser hinduístas, assim há imagens de escultura e música característica no local, mas para quem não tem problema com isso, é um ótimo lugar para se alimentar! O Ganesha fica aberto de segunda a sábado das 11h às 14h. Telefone: (34) 99658-7548.

Dogão do Mustafá

Se você está a fim de comer um hot-dog vegetariano ou vegano, o Dogão do Mustafá é o local certo para você. Endereço: R. Delmira Cândida Rodrigues da Cunha, 655, Bairro Santa Mônica (antiga 4). Telefone: (34) 3305-9341.

Viva Vegê / Las Vidas Restaurante Vegatariano

Pesquisando na internet, achei o Viva Vegê e o Las Vidas Restaurante Vegetariano.

Viva Vegê

Endereço: Av. Rondon Pacheco, 2300, Bairro Tabajaras. Horário:  segunda a sábado (10h às 21h). Telefone: (34) 99902-9993

Las Vidas Restaurante Vegatariano

Endereço: Av. Afonso Pena, 37, Bairro Centro. Telefone: (34) 99266-7477.

BÔNUS: Restaurante Universitário da UFU

Se você é estudante da Universidade Federal de Uberlândia, há também a opção do Restaurante Universitário (RU). A empresa que alimenta os RU’s dispõe para os alunos uma opção vegetariana, de segunda a sexta (manhã e noite) e aos sábados pela manhã. Infelizmente, não é aberto para o pública externo, apenas para alunos e funcionários da UFU. Valor da refeição: R$ 3,00 (estudantes) / R$ 7,50 (funcionários). Campus: Santa Mônica, Umuarama, Glória.

Veja o cardápio e mais informações aqui.

Livro “Os Campeões são Vegetarianos”

15069608Você sabia que Pitágoras, Platão, Sêneca, Pasteur, Voltaire e Einstein eram vegetarianos? O desportista e campeão mundial Éder Jofre afirmou: “Sou vegetariano desde a idade de 16 anos. Eu até recomendo a todos que se esforcem para deixar de comer carne. Cheguei a ser campeão do mundo sem comê-la.” Os Campeões são Vegetarianos é um livro bem prático que resume os benefícios da dieta vegetariana, além de conter informações sobre uma dieta equilibrada e muitas receitas.

Abaixo, trechos selecionados deste livro, a partir do tópico 2 são citações da irmã Ellen G. White:

  1. “O termo ‘fruta’ é com frequência limitado a maçãs, bananas, laranjas, peras, uvas, melancias, etc. Segundo definição da botânica, fruta (fruto) é o produto da flor. Assim, com essa definição em mente, frutos incluem outros alimentos não chamados comumente de frutas, tais como berinjela, pimentão, abóbora, tomates e azeitonas. Examine-os cuidadosamente, todos vêm da flor.” (p.9)
  2. “‘Quanto maior for o uso que fizermos de frutas frescas, tais como são apanhadas da árvore, maior será a benção’ (Testemunhos Para a Igreja, v.7, p.126).” (p.12)
  3. “‘Em geral, usa-se demasiado açúcar no alimento. Bolos, pudins, massas, geleias, doces, são a causa ativa de má digestão. Especialmente nocivos são os cremes e pudins em que o leite, ovos e açúcar são os principais ingredientes. Deve-se evitar o uso abundante de leite e açúcar juntos’ (Conselhos Sobre o Regime, p.113)” (p.71)
  4. “‘Açúcar não é bom para o estômago. Causa fermentação, e isto obscurece o cérebro e ocasiona mau humor’ (ibid., p.327)” (p.71)
  5. “‘Pães e bolachas doces raramente temos em nossa mesa. Quanto menos comidas doces comermos, melhor; elas causam perturbações no estômago, e produzem impaciência e irritabilidade nos que se habituam a usá-las (…) Alguns gostam mais das bolachas mais doces, mas estas são nocivas aos órgãos digestivos’ (ibid., p.321)” (p.71)
  6. “‘Toda ofensa cometida contra as leis da saúde requer do transgressor o pagamento da penalidade em seu próprio corpo’ (Testemunhos Para a Igreja, v.4, p.409)” (p.71)
  7. “‘A criação de animais está afetada. As carnes estão contaminadas. Se nós pudéssemos saber que os animais estavam em perfeita saúde, eu recomendaria que o povo comesse carne de preferência a grandes quantidades de leite com açúcar’ (Testemunhos Para a Igreja, v.2, p.369)” (p.77)
  8. “‘Alguns, depois de partilharem largamente de outros alimentos, comem a sobremesa, não porque dela necessitem, mas porque é saborosa. Se os convidados a servir-se de outro pedaço, a tentação é demasiado grande para resistirem, e dois ou três pedaços de torta são acrescentados ao estômago já sobrecarregado. O que assim faz nunca se educou em exercer renúncia. A vítima do apetite está tão apegada a sua maneira de ser, que não pode ver o dano que está causando a si própria’ (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p.333)” (p.82)
  9. “‘Algumas pessoas serão mais beneficiadas deixando de comer durante um ou dois dias na semana, do que com qualquer quantidade de tratamentos ou orientação médica. O jejum de um dia na semana lhes seria de proveito incalculável’ (Testemunhos Para a Igreja, v.7, p.134)” (p.90)
  10. “‘O verdadeiro jejum que se deve recomendar a todos, é a abstinência de toda espécie de alimento estimulante, e o uso apropriado de alimentos simples e saudáveis, por Deus providos em abundância’ (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p.90)” (p.91)

25 motivos para um adventista se tornar vegetariano

“Amado, acima de tudo, faço VOTOS por tua prosperidade e SAÚDE, assim como é prospera a tua ALMA” (III João 1:2)

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“O regime cárneo é a questão séria. Hão de seres humanos viver da carne de animais mortos? A resposta, segundo a luz dada por Deus, é: não, decididamente não” (EGW, CRA, pág. 388).

“A criação animal está enferma, e é difícil determinar o grau de enfermidade na família humana resultante do regime cárneo. Lemos constantemente nos jornais diários acerca da inspeção da carne. Açougues estão continuamente sendo esvaziados; a carne que se vende é condenada como imprópria para o uso” (EGW, CRA, pág. 413).

MOTIVO 1: JAMAIS FOI O PLANO DE DEUS

“Deus não providenciou carne de animais mortos como parte do regime alimentício do homem” (EGW, Carta 2, 1884). “A carne não é essencial para a saúde e a resistência, do contrário o Senhor haveria cometido um erro ao prover o alimento para Adão e Eva antes de sua queda. Todos os elementos de nutrição se acham contidos nas frutas, verduras e cereais” (EGW, CRA, pág. 395). “Deus deu aos nossos primeiros pais o alimento que pretendia que a humanidade comesse. Era contrário ao Seu plano que se tirasse a vida a qualquer criatura. Não devia haver morte no Éden. Os frutos das árvores do jardim eram o alimento que as necessidades do homem requeriam. Deus não deu ao homem permissão para comer alimento animal, senão depois do dilúvio” (EGW, CRA pág. 373).

POR QUE ENTÃO DEPOIS DO DILÚVIO?

“Fora destruído tudo que pudesse servir para a subsistência do homem, e diante da necessidade deste, o Senhor deu a Noé permissão de comer dos animais limpos que ele levara consigo na arca. Mas o alimento animal não era o artigo de alimentação mais saudável para o homem” (EGW, CRA pág. 373). Porém: “O povo que viveu antes do dilúvio comia alimento animal e satisfazia suas concupiscências até encher-se sua taça de iniquidade, e Deus purificou a Terra de sua poluição moral, por um dilúvio” (EGW, CRA pág. 373). Portanto, Deus permitiu o alimento animal pela ocasião do dilúvio, necessidade especial, mas os antediluvianos já comiam a carne sem permissão de Deus. E: “Depois do dilúvio o povo comeu à vontade do alimento animal. Deus viu que os caminhos do homem eram corruptos, e que o mesmo estava disposto a exaltar-se orgulhosamente contra seu Criador, seguindo as inclinações de seu coração. E permitiu Ele que aquela raça de gente longeva comesse alimento animal, a fim de abreviar sua vida pecaminosa. Logo após o dilúvio o gênero humano começou a decrescer rapidamente em tamanho, e na extensão dos anos” (EGW, CRA pág. 373).

E QUANTO AOS ISRAELITAS, DEUS NÃO DEU CARNE PARA ELES?

“Escolhendo a comida do homem, no Éden, mostrou o Senhor qual era o melhor regime; na escolha feita para Israel, ensinou Ele a mesma lição… Tirou os israelitas do Egito, e empreendeu educá-los, a fim de serem um povo para Sua possessão própria. Desejava, por intermédio deles, abençoar e ensinar o mundo inteiro… Proveu-lhes o alimento mais adaptado ao Seu desígnio; não carne, mas o maná, ‘o pão do Céu’. João 6:31” (EGW, CRA pág. 374). Portanto, a vontade de Deus era que os israelitas não comessem carne! Mas eles comeram. Por que comeram? “Foi unicamente devido a seu descontentamento e murmuração em torno das panelas de carne do Egito, que lhes foi concedido alimento cárneo, e isto apenas por pouco tempo. Seu uso trouxe doença e morte a milhares. Todavia a restrição a um regime sem carne não foi nunca aceita de coração. Continuou a ser causa de descontentamento e murmuração, franca ou secreta, e não ficou permanente” (EGW, CRA pág. 374). E “Quando se estabeleceram em CANAÃ, foi permitido aos israelitas o uso de alimento animal, mas com restrições cuidadosas, que tendiam a diminuir os maus resultados” (EGW, CRA pág. 374).

E QUAL FOI O RESULTADO POR COMEREM CARNE?

“Afastando-se do plano divinamente indicado para seu regime, sofreram os israelitas grande prejuízo. Desejaram um regime cárneo, e colheram-lhe os resultados. Não atingiram ao divino ideal quanto ao seu caráter, nem cumpriram os desígnios de Deus” (EGW, CBV, pág. 312).

E HOJE, DEUS QUER QUE COMAMOS CARNE?

“A carne nunca foi o alimento melhor; seu uso agora é, todavia, duplamente objetável… Estou instruída a dizer que, se em algum tempo foi seguro comer carne, não o é agora” (EGW, CRA, pág. 374). “Refiro-me outra vez à questão do regime. Não podemos fazer agora como nos arriscamos a fazer no passado quanto ao comer carne. Esta tem sido sempre uma maldição à família humana, mas em nossos dias isto se torna particularmente a maldição pronunciada por Deus sobre os rebanhos do campo em razão da transgressão e pecado do homem. A doença nos animais está-se tornando mais e mais comum, e nossa única segurança agora é deixar a carne inteiramente de lado. Dominam hoje as doenças em seu estado mais agravado, e a última coisa que médicos esclarecidos devem fazer é aconselhar doentes a comer carne. É por comer carne em tão alta escala neste país que homens e mulheres estão ficando desmoralizados, o sangue corrompido, as doenças implantadas no organismo. Por causa do comer carne muitos morrem, e não compreendem a causa. Fosse a verdade conhecida, daria testemunho de que fora a carne de animais que passaram pela morte. O pensamento de alimentar-se de carne de animais mortos é repulsivo, mas há alguma coisa além disto. Ao comer carne, partilhamos de carne morta enferma, e esta semeia a semente da corrupção no organismo humano” (CRA, pág. 412). E na nova terra, haverá carnívoros?

MOTIVO 2: NO CÉU NÃO HAVERÁ CARNÍVORO

Acostume-se, pois assim como foi no éden assim será no éden restaurado: “E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi.” (Gên. 1:30). “O regime dos animais é verdura e cereais… Um animal não devia destruir outro para sua manutenção” (EGW, Carta 72, 1896). “O lobo e o cordeiro pastarão juntos, e o leão comerá palha como o boi” (Isaías 65:25).

MOTIVO 3: A CARNE É FRACA

“É erro supor que a força muscular dependa do uso de alimento animal. As necessidades do organismo podem ser melhor supridas, e mais vigorosa saúde se pode desfrutar, deixando de usá-lo. Os cereais, com frutas, nozes e verduras, contêm todas as propriedades nutritivas necessárias à formação de bom sangue. Esses elementos não são tão bem ou tão plenamente supridos pelo regime cárneo. Houvesse sido o uso da carne essencial à saúde e à força, e o alimento animal haveria sido incluído no regime do homem desde o princípio” (EGW, CBV, pág. 316).

MOTIVO 4: DEUS QUER NOS LEVAR DE VOLTA AO REGIME ORIGINAL

“Tem-me sido repetidamente mostrado que Deus está procurando levar-nos de volta, passo a passo, a Seu desígnio original – que o homem subsista com os produtos naturais da terra…Verduras, frutas e cereais, devem constituir nosso regime. Nem um grama de carne deve entrar em nosso estômago. O comer carne não é natural. Devemos voltar ao desígnio original de Deus ao criar o homem” (EGW, CRA, pág. 380).

MOTIVO 5: DEUS QUER UM POVO SANTO

“O Senhor deseja levar Seu povo a uma situação em que não toquem nem provem carne de animais mortos” (EGW, CRA, pág. 411). “Não é tempo de que todos visem dispensar a carne na alimentação? Como podem aqueles que estão buscando tornar-se puros, refinados e santos a fim de poderem fruir a companhia dos anjos celestes, continuar a usar como alimento qualquer coisa que exerça tão nocivo efeito na alma e no corpo?” (EGW, CRA, pág. 380).

MOTIVO 6: É UMA QUESTÃO DE REFORMA DE SAÚDE

“Como um povo, foi-nos dada a obra de tornar conhecidos os princípios da reforma de saúde. Alguns há que pensam que a questão do regime alimentar não seja de importância suficiente para ser incluída em seu trabalho evangélico. Mas esses cometem um grande erro. A Palavra de Deus declara: ‘Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus.’ I Cor. 10: 31. O assunto da temperança, em todas as suas modalidades, tem lugar importante na obra da salvação” (EGW, CRA, pág. 450). “A Reforma da Saúde é um ramo da grande obra que deve preparar um povo para a vinda do Senhor. Ela se acha tão ligada à terceira mensagem angélica, como as mãos o estão para com o corpo” (EGW, CRA, pág. 69).

MOTIVO 7: É UMA CRUELDADEE COM AS CRIATURAS DE DEUS

“Pensai na crueldade que o regime cárneo envolve para com os animais, e seus efeitos sobre os que a infligem e nos que a observam. Como isso destrói a ternura com que devemos considerar as criaturas de Deus!” (EGW, CBV, pág. 315). “Como podem eles tirar a vida às criaturas de Deus a fim de consumirem a carne como uma iguaria? Volvam eles antes à saudável e deliciosa comida dada ao homem no princípio, e a praticarem eles próprios e ensinarem a seus filhos, a misericórdia para com as mudas criaturas que Deus fez e colocou sob nosso domínio” (EGW, CRA, pág. 380). “Alguns animais levados ao matadouro parecem entender, pelo instinto, o que vai acontecer, e tornam-se furiosos, literalmente loucos… Alguns animais são tratados desumanamente quando são levados ao matadouro. São literalmente torturados, e depois de terem suportado longas horas de padecimentos extremos, são abatidos” (EGW, CRA, pág. 386).

MOTIVO 8: OS ANIMAIS ESTÃO CADA VEZ MAIS DOENTES

“Tem chegado a ser questão muito séria se é seguro usar de algum modo alimento cárneo nesta época do mundo. Melhor nunca usar carne, do que usar a carne de animais que não sejam sadios” (EGW, CRA, pág. 394) “Por motivo de as doenças nos animais estarem aumentando na mesma proporção do aumento da impiedade entre os homens. Aproxima-se o tempo em que, por motivo da iniquidade da raça caída, toda a criação animal gemerá com as doenças que amaldiçoam a nossa Terra” (CRA, pág. 366). “A carne nunca foi o alimento melhor; seu uso agora é, todavia, duplamente objetável, visto as doenças nos animais estarem crescendo com tanta rapidez. Estão-se os animais tornando mais e mais enfermos, e não demorará muito até que o alimento cárneo tenha que ser abandonado por muitos, além dos adventistas do sétimo dia” (EGW, CRA, pág. 384). “A doença no gado está tornando o comer carne coisa perigosa. A maldição do Senhor está sobre a Terra, o homem, os animais e os peixes no mar; e à medida que a transgressão se torna quase universal, será permitido à maldição tornar-se tão ampla e profunda como a própria transgressão. Contrai-se doença pelo uso da carne. A carne enferma desses animais mortos é vendida nos mercados, e o seguro resultado é a doença entre os homens” (EGW, CRA, pág. 411). “A luz que Deus me tem comunicado é que Sua maldição está sobre a terra, o mar, o gado, os animais. Dentro em pouco não haverá garantia na posse de rebanhos ou gados. A terra está em decadência sob a maldição de Deus” (EGW, Carta 84, 1898).

MOTIVO 9: O CAPITALISMO TRAZ VENENO PARA MESA

“Muitas vezes são levados ao mercado e vendidos para alimento animais que se acham tão doentes, que os donos receiam conservá-los por mais tempo. E alguns dos processos de engorda para venda produzem enfermidade. Excluídos da luz e do ar puro, respirando a atmosfera de imundos estábulos, engordando talvez com alimentos deteriorados, todo o organismo se acha contaminado com matéria imunda. Os animais são muitas vezes transportados a longas distâncias e sujeitos a grandes sofrimentos para chegar ao mercado. Tirados dos verdes pastos e viajando por fatigantes quilômetros sobre cálidos e poentos caminhos, ou aglomerados em carros sujos, febris e exaustos, muitas vezes privados por muitas horas de alimento e água, as pobres criaturas são guiadas para a morte a fim de que seres humanos se banqueteiem com seu cadáver” (EGW, CBV, pág. 314). “São muitas vezes sacrificados animais que foram guiados de longas distâncias, para o matadouro. Seu sangue se tornou quente. São gordos, e foram privados de salutar exercício, e depois de haverem assim viajado muito, tornam-se cansados e exaustos, e nessas condições são abatidos para o mercado. Seu sangue acha-se altamente inflamado, e os que se alimentam de sua carne, ingerem veneno…São vendidos para o mercado da cidade muitos e muitos animais que os que os vendem sabem estar doentes, e os que os compram nem sempre ignoram o caso. Especialmente nas cidades maiores isto é praticado em grande escala, e os comedores de carne não sabem que estão comendo carne de animais doentes… Alguns animais levados ao matadouro parecem entender, pelo instinto, o que vai acontecer, e tornam-se furiosos, literalmente loucos. São mortos enquanto se acham nesse estado, e sua carne é preparada para o mercado. Essa carne é tóxica, e tem produzido nos seus consumidores, câimbras, convulsões, apoplexia e morte súbita. Entretanto não se atribui à carne a causa de todo esse sofrimento… Alguns animais são tratados desumanamente quando são levados ao matadouro. São literalmente torturados, e depois de terem suportado longas horas de padecimentos extremos, são abatidos” (EGW, CRA, pág. 385, 386).
As declarações de EGW tem a ver com o sistema do seu tempo. E hoje?

MOTIVO 10: DOENÇAS SÃO PASSADAS POR MEIO DA CARNE

“Os animais estão doentes, e participando de sua carne, plantamos as sementes de enfermidades em nossos tecidos e sangue” (EGW, CRA, pág. 386). “Os que comem alimentos cárneos mal sabem o que estão ingerindo. Frequentemente, se pudessem ver os animais ainda vivos, e saber que espécie de carne estão comendo, iriam repelir enojados. O povo come continuamente carne cheia de micróbios de tuberculose e câncer. Assim são comunicadas essas e outras doenças” (EGW, CBV, pág. 313). “Pudessem os irmãos conhecer exatamente a natureza da carne que comem, pudessem ver, vivos, os animais dos quais é tirada a carne quando mortos, e desviar-se-iam com repugnância de seu alimento cárneo. Os próprios animais cuja carne comem, estão com frequência tão doentes que morreriam por si mesmos se os houvessem deixado; mas enquanto neles está o fôlego da vida, são mortos e levados para o mercado. Os irmãos recebem diretamente no organismo humores e venenos da pior espécie, e todavia não o compreendem” (CRA, pág. 385).

MOTIVO 11: CARNE ADOECE O ORGANISMO

“A possibilidade de contrair doenças é dez vezes aumentada pelo uso da carne. Os médicos mundanos não podem explicar o rápido aumento das doenças entre a família humana. Mas sabemos que muito desse sofrimento é causado por comer carne de animais mortos. (EGW, Carta 83, 1901; CRA, pág. 386).

MOTIVO 12: CONSUMO DE CARNE PODE LEVAR A MORTE

“Muitos morrem de doenças devidas unicamente à ingestão de carne, quando a causa mal é suspeitada por eles ou outros. Alguns não sentem imediatamente seus efeitos, mas isto não é prova de que ela não os prejudique. Pode estar seguramente operando no organismo, todavia no presente a vítima talvez não compreenda coisa alguma a esse respeito” (EGW, CRA, pág. 391).

MOTIVO 13: COMER CARNE PREJUDICA O VIGOR MORAL

“Tem-me sido comunicado por muitos anos o conhecimento de que a carne não é boa para a saúde nem a moral” (EGW, CRA, pág. 413). “As faculdades intelectuais, morais e físicas são prejudicadas pelo uso habitual de alimentos cárneos. Esse uso desarranja o organismo, obscurece o intelecto e embota as sensibilidades morais” (EGW, CRA, pág. 391).

MOTIVO 14: COMER CARNE AFETA A MENTE

“Os males morais do regime cárneo não são menos assinalados do que os físicos. A comida de carne é prejudicial à saúde, e seja o que for que afete ao corpo, tem seu efeito correspondente na mente e na alma” (EGW, CBV, pág. 315).

MOTIVO 15: COMER CARNE DIMINUI A ATIVIDADE INTELECTUAL

“Constituímo-nos daquilo que comemos, e comer muita carne diminui a atividade intelectual. Os estudantes efetuariam muito mais em seus estudos se nunca provassem carne” (EGW, CRA, pág. 389).

MOTIVO 16: COMER CARNE PREJUDICA A ESPIRITUALIDADE

“A comida prejudicial introduzida no estômago fortalece os apetites que combatem contra a alma, desenvolvendo as propensões inferiores. Um regime de carne tende a desenvolver a sensualidade. O desenvolvimento da sensualidade diminui a espiritualidade, tornando a mente incapaz de compreender a verdade” (EGW, CRA, pág. 382). “A vida religiosa pode ser obtida e mantida com mais êxito se a carne for descartada, pois esse regime estimula intensamente as tendências concupiscentes e enfraquece a natureza moral e espiritual. ‘A carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne.’ Gál. 5:17” (EGW, CRA, pág. 389).

MOTIVO 17: CARNE ENTORPECE AS SENSIBILIDADES ESPIRITUAIS

“Os que usam alimentos cárneos à vontade, nem sempre têm cérebro desanuviado e ativo intelecto, pois que o uso da carne de animais tende a tornar pesado o corpo e a entorpecer as finas sensibilidades do espírito” (EGW, CRA, pág. 389). “Quanto mais largamente for a carne artigo do regime de professores e alunos, tanto menos susceptível será a mente para compreender as coisas espirituais. São fortalecidas as propensões sensuais, ficando embotadas as finas sensibilidades da mente” (EGW, CRA, pág. 395).

MOTIVO 18: COMER CARNE FORTALECE O ANIMALISMO

“O regime cárneo muda a disposição e fortalece o animalismo” (EGW, CRA, 389). “Pelo uso de alimentos cárneos a natureza animal é fortalecida e enfraquecida a espiritual” (Carta 48, 1902). “Fui instruída quanto a ter o uso do alimento cárneo a tendência de animalizar a natureza, e subtrair homens e mulheres do amor e simpatia que devem sentir uns pelos outros. Somos constituídos daquilo que ingerimos, e aqueles cujo regime compõe-se amplamente de alimento animal são levados a uma condição em que permitem às paixões subalternas assumir o domínio das mais elevadas faculdades do ser” (EGW, CRA, pág. 390).

MOTIVO 19: CARNE ESTIMULA AS PAIXÕES INFERIORES

“Há uma alarmante apatia quanto à questão do sensualismo inconsciente. É costume comer a carne de animais mortos. Isto estimula as paixões inferiores do organismo humano. (EGW, CRA, pág. 389).

MOTIVO 20: CARNE PODE CONTAMINAR E ENVENAR O SANGUE

“Tal regime contamina o sangue em suas veias, e estimula as paixões sensuais inferiores. Enfraquece a viva percepção e o vigor do pensamento para a compreensão de Deus e da verdade, e o conhecimento de si mesmos (EGW, Manuscrito 3, 1897). “Os efeitos do regime cárneo podem não ser imediatamente experimentados; isto, porém, não é nenhuma prova de que não seja nocivo. A poucas pessoas se pode fazer ver que é a carne que ingerem o que lhes tem envenenado o sangue e ocasionado os sofrimentos” (EGW, CBV, pág. 315).

MOTIVO 21: CARNE TENDE A IRRITAR OS NERVOS

“O alimento cárneo também é prejudicial. Seu efeito, por natureza estimulante, deveria ser argumento suficiente contra o seu uso, e o estado doentio quase geral entre os animais torna-o duplamente objetável. Tende a irritar os nervos e despertar as paixões, fazendo assim com que a balança das faculdades penda para o lado das propensões baixas” (Educação, pág. 203).

MOTIVO 22: CARNE É UM ESTIMULANTE QUE VICIA

“Quando se deixa o uso da carne, há muitas vezes uma sensação de fraqueza, uma falta de vigor. Muitos alegam isto como prova de que a carne é essencial; mas é devido a ser o alimento desta espécie estimulante, a deixar o sangue febril e os nervos irritados, que assim se lhes sente a falta. Alguns acham tão difícil deixar de comer carne, como é ao alcoólatra o abandonar a bebida; mas se sentirão muito melhor com a mudança.” (EGW, CBV, pág. 316).

MOTIVO 23: PORQUE NÃO DEVEMOS DAR CARNE AOS FILHOS

“Não devemos pôr carne diante de nossos filhos. Sua influência é reavivar e fortalecer as mais baixas paixões, tendo a tendência de amortecer as faculdades morais.” (EGW, TS, Vol. 1, pág. 262).

MOTIVO 24: CARNE É REPULSIVO AO OLFATO

“Que há de mais repulsivo ao olfato do que um açougue onde se encontram carnes à venda? O cheiro da carne crua é repugnante a todos cujos sentidos não foram pervertidos pelo cultivo dos apetites não naturais. Que coisa mais desagradável à vista, para um espírito refletido, do que os animais mortos para serem devorados?” (EGW, CRA, pág. 401).

MOTIVO 25: CARNE É UM ALIMENTO DE SEGUNDA MÃO

“Os que se alimentam de carne, não estão senão comendo cereais e verduras em segunda mão; pois o animal recebe destas coisas a nutrição que dá o crescimento. A vida que se achava no cereal e na verdura passa ao que os ingere. Nós a recebemos comendo a carne do animal. Quão melhor não é obtê-la diretamente, comendo aquilo que Deus proveu para nosso uso!” (EGW, CBV, pág. 313).

E OS PEIXES?

“Em muitos lugares os peixes ficam tão contaminados com a sujeira de que se nutrem, que se tornam causa de doenças. Isto se verifica especialmente onde o peixe está em contato com os esgotos de grandes cidades. Peixes que se alimentam dessas matérias, podem passar a grandes distâncias, sendo apanhados em lugares em que as águas são puras e boas. De modo que, ao serem usados como alimento, ocasionam doença e morte naqueles que nada suspeitam do perigo” (EGW, CBV, págs. 314 e 315).

PARE E PENSE!

“Há entre os adventistas do sétimo dia pessoas que não darão ouvidos à luz a eles dada relativamente a essa questão. Fazem da carne parte de seu regime dietético. Sobrevêm-lhes doença. Enfermos sofrendo em resultado de seu errôneo procedimento, pedem orações dos filhos de Deus. Mas como pode o Senhor operar em seu favor quando eles não estão dispostos a fazer-Lhe a vontade, quando se recusam a dar ouvidos as Suas instruções no que concerne à reforma de saúde? (EGW, Carta 200, 1903). Não o adventista que vai cumprir essa profecia! “Por trinta anos [hoje, mais de um século] tem a luz sobre a reforma de saúde sido comunicada ao povo de Deus; muitos, porém, têm-na tornado objeto de zombaria” (Carta 200, 1903). Cuidado! “Se a luz dada por Deus quanto à reforma de saúde é menosprezada, Ele não operará um milagre para conservar com saúde os que prosseguem na direção que os torna doentes” EGW, CRA, pág. 401). “Se em face da luz que Deus tem dado acerca do efeito de comer carne sobre o organismo, continuais ainda a fazê-lo, deveis sofrer as consequências” (EGW, Carta 48, 1902). “Todo aquele que transgride as leis da saúde será certamente visitado com o desagrado de Deus. Oh! quanto do Espírito Santo poderíamos ter dia a dia, caso andássemos circunspectamente, renunciando ao próprio eu, e praticando as virtudes do caráter de Cristo!” (EGW, CRA, pág. 402). “Os que dão crédito à Palavra de Deus, e Lhe obedecem os mandamentos de todo o coração, serão abençoados. Ele será seu escudo protetor. Mas com o Senhor não se brinca. Desconfiança, desobediência, afastamento da vontade de Deus e de Seu caminho, colocará o pecador em situação em que o Senhor não pode dar-lhe Seu divino favor” (EGW, CRA, pág. 411).

PORTANTO:

“Quanto ao alimento cárneo, podemos todos dizer: Deixai-o em paz.” (EGW, CRA, pág. 402). “A alimentação cárnea é prejudicial ao bem-estar físico e devemos aprender a passar sem ela.” (CRA, pág. 403). “Que todos quantos conhecem a verdade, digam: ‘Que vos abstenhais das concupiscências carnais, que combatem contra a alma.’ I Ped. 2:11.” (Ellen G. White, CRA, pág. 373). No entanto: “Se nosso apetite clama pela carne de animais mortos, é uma necessidade jejuar e orar para que o Senhor dê Sua graça para negar-se às concupiscências carnais que combatem contra a alma.” (EGW, Carta 73, 1896). Não esqueças que “É para o bem deles próprios que o Senhor aconselhe a igreja remanescente a rejeitar o uso de alimentos cárneos…” (EGW, CRA, pág. 381).

ATENÇÃO:

Sabe-se que alguns motivos destacados acima têm a ver com um consumo exagerado de carne e que EGW não nega situações atípicas e passíveis de consumo de carne. Por exemplo, onde a possiblidade de alimentação de uma pessoa carente inclua a carne. Mas, no geral, deixar de comer carne é uma decisão pessoal e necessária para um adventista. Para evitar os efeitos colaterais, não tente fazer isso em casa, de forma apressada; sem conferir esses textos, buscar informações sobre a alimentação vegetariana, procurar profissionais de saúde e poder repor com outras fontes saudáveis. Sem desculpas: “Quando Satanás toma posse da mente, quão pronto a luz e as instruções, benignamente dadas pelo Senhor, se desvanecem e perdem a força! Quantos formulam desculpas e forjam necessidades que não existem, a fim de apoiá-los em sua errônea direção em pôr de lado a luz e pisá-la a pés! Falo com segurança. A maior das objeções à reforma de saúde é que este povo não a vive; e ainda dirão seriamente que não podem viver a reforma de saúde e conservar seu vigor” (EGW, CRA, pág. 398). E muito menos sem uma entrega a Deus e ao poder do Espírito Santo!

 

(Arauto do Juízo)

O que aprendi com o livro “Saúde Nua e Crua”

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Saúde Nua e Crua  foi escrito pela doutora Marcia Lobo Vidoto, um dos melhores livros que já li sobe saúde. Dentre os vários conteúdos resolvi destacar para vocês o que foi novidade para mim:

“Saúde se escreve com pH”

Um pH equilibrado e levemente alcalino é uma porta fechada para muitas doenças. Os fatores que aumentam a acidez do organismo são: estresse, estilo de vida sedentário, excesso de atividades físicas, infecções, toxinas ambientais e uma alimentação acidificante.

Alimentos acidificantes: Carnes vermelhas, ovos, peixes, embutidos, laticíneos, bebidas alcóolicas e cafeinadas, alimentos refinados,  chocolate e adoçantes artificiais.

Alimentos alcalinos: legumes, verduras, tubérculos e raízes, frutas, cereais e leguminosas, adoçantes como açúcar mascavo, mel, stevia e caldo de cana.

O excesso de Proteína Animal é preocupante

Já falei sobre esse assunto no post “A alimentação Vegetariana é deficiente em proteínas?”.

Os Carboidratos não são culpados pela Gordura Localizada

A autora mostra diversos estudos que comprovam que os carboidratos não engordam. Segundo ela o problema não é o pão e sim a manteiga passada nele, o problema não é a batata e sim o óleo e/ou queijo que vem junto.

E faz muito sentido se você pensar nos asiáticos que possuem uma alimentação baseada em arroz e vegetais ricos em amido e são povos centenários que desconhecem o sobrepeso e a obesidade.

Óleo é Óleo

Qualquer óleo vegetal (soja, milho, azeitona, linhaça, coco, etc..) é um produto industrializado, artificial e prejudicial à saúde! Segundo a autora, os óleos extraídos de vegetais não são alimentos e sim calorias vazias, isoladas e concentradas: 100% gordura.

A gordura que necessitamos está embutida nas castanhas, legumes, frutas, verduras e grãos integrais.

Cálcio

Muitas pessoas ainda são iludidas com os laticínios pensando que o leite é a fonte mais segura para se obter cálcio e ter ossos fortes. Mas a questão chave não é aumentar a ingestão de cálcio e sim reter no organismo. Menos de 1/3 do cálcio dos laticínios é absorvido pelo organismo. O consumo de qualquer proteína animal (inclusive o leite) retira o cálcio dos ossos para o equilíbrio ácido-alcalino.

Uma alimentação vegetariana é alcalinizante favorecendo a retenção de cálcio. As dietas baseadas em alimentos cárneos e laticíneos são associados aos mais altos índices de osteoporose. Os vegetais são a fonte primária de cálcio e de outros minerais.

Suplementos

Suplementos possuem nutrientes sintéticos isolados e concentrados, isso pode causar desequilíbrio nutricional. Vitaminas, minerais e outros nutrientes devem ser consumidos em sua forma natural, como parte dos alimentos, só assim os benefícios são alcançados.

Detox

O processo de desintoxicação  favorece a eliminação de toxinas. A desintoxicação pode ser realizada a partir do consumo de alimentos naturais, integrais e 100% vegetarianos.

O consumo de sucos naturais complementa suas necessidades nutricionais. Para sugestões de sucos clique aqui. A Dra. Márcia ressalta que os sucos devem ser coados para uma absorção mais rápida e um menor desgaste energético do sistema digestivo. Sendo que mesmo coando o suco, você ingere fibras, as fibras solúveis em água.

Os sucos de vegetais podem ser usados  no dia a dia, mas JAMAIS devem tomar o lugar de vegetais e frutas in natura.

Para ler a resenha do livro clique aqui.

(Naturebices da Elen)

Conheça mais sobre este livro aqui.

Os desafios vividos por lutadores veganos no MMA

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Fraco? Sem força? Lutador vegano Nate Diaz

Quando o assunto é a alimentação de atletas, principalmente no MMA [Artes Marciais Mistas], é comum pensar em refeições ricas em fontes de proteínas como carnes, ovos e leite. No entanto, existem alguns que fogem à “regra” e utilizam um cardápio que exclui qualquer tipo de alimento derivado de animais, ou seja, seguem uma dieta vegana. De acordo com a associação inglesa “The Vegan Society”, a entidade vegana mais antiga do mundo, o veganismo “busca excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e de crueldade contra animais, seja para a alimentação, para o vestuário ou para qualquer outra finalidade.” Se tratando de veganismo, há muitas dúvidas [e preconceitos] quanto à ingestão adequada de vitaminas, aminoácidos e proteínas em refeições com alimentos de origem vegetal. Desta forma, é possível e saudável lutar em alto nível e ser vegano?

Mac Danzig, Alex Caceres, Jake Shields e os irmãos Nick e Nate Diaz são exemplos de personalidades do mundo da luta que comprovam que é possível aderir a esse estilo de vida e competir em alto nível no MMA. O Combate.com conversou com alguns especialistas para descobrir as verdades e mitos da dieta baseada em vegetais.

Uma das figuras mais conhecidas no mundo do MMA quando se trata de nutrição, Mike Dolce, o criador da “The Dolce Diet”, realizou a dieta vegana durante três meses apenas para compreender sua dinâmica. O treinador contou que precisou fazer refeições mais variadas, e garantiu que o maior obstáculo que pode atrapalhar um praticante do esporte a aderir ao veganismo é a “preguiça”.

– A dieta vegana é um estilo de vida nutritivo. Os atletas podem ter problemas como veganos, mas não porque a alimentação baseada em vegetais seja ruim, mas porque é difícil encontrar tudo o que precisam comer, é preciso fazer um esforço para encontrar tudo, e a maioria dos atletas é preguiçosa demais para ser vegana. É difícil, mas não é impossível. A grande variedade de vegetais pode ser difícil de encontrar para as pessoas. Em Las Vegas, eu precisaria ir a três mercados diferentes só para comer o necessário de vegetais. Não é ruim, mas exige esforço – disse Dolce, que já orientou as atletas veganas Heather Jo Clark, do UFC, e Colleen Schneider, do Bellator.

Para a nutricionista esportiva e vegana Alessandra Luglio, a chave para o sucesso na dieta vegana é justamente a variedade. Luglio afirmou que a dieta implantada da maneira adequada, com acompanhamento profissional e cardápio bastante diverso, oferece a maioria das substâncias necessárias para o bom funcionamento do corpo, com exceção da vitamina B12. Além disso, Alessandra conta que a dieta pode trazer até mesmo vantagens para o desempenho do lutador.

– Estudos mostram que atletas veganos, por precisarem manter uma dieta mais variada, consomem mais vitaminas, minerais e fitoquímicos antioxidantes que aumentam a produção de energia dentro das células, além de tornar o pH sanguíneo mais alcalino. Esse é um ponto positivo da dieta vegana, você elimina mais as toxinas do que quem come carne ou derivados.

Apesar dos benefícios que uma dieta balanceada e baseada em vegetais pode oferecer, há uma substância que não pode ser adquirida através desse tipo de alimentação: a vitamina B12. Sintetizada por bactérias presentes no meio ambiente e no trato gastrointestinal de animais, ela até é produzida no intestino grosso humano; no entanto, o local de síntese fica depois do intestino delgado, o local de absorção da vitamina, o que impede a absorção da B12 produzida no próprio corpo. Com isso, o consumo deve ser realizado a partir de fontes externas. A substância acaba não aparecendo na alimentação dos veganos devido às condições de higiene da vida contemporânea, mas pode ser consumida sob uma versão sintética.

– A vitamina B12 é a única não disponível na alimentação vegetal moderna. Ela é produzida por bactérias presentes no meio ambiente e também no intestino dos animais, assim como na microbiota humana. As bactérias produzem B12 por fermentação e nós acumulamos a vitamina. Nós, humanos, com o uso de agrotóxicos, bactericidas, normas de higiene, hábito de lavarmos alimentos, vivermos uma vida muito asséptica, não temos mais o contato com a B12 natural do meio ambiente e passamos a depender da B12 acumulada em tecidos animais através do consumo de alimentos de origem animal. No caso dos veganos, especialmente os atletas, é necessário dosar a cada seis meses, ou então suplementar, procurando um médico para suprir essa necessidade – explicou.

CARNE, AMINOÁCIDOS E FORÇA

Não é de hoje que o consumo da carne vem sendo relacionado à força. De acordo com o pesquisador Fabio Alves Oliveira, doutor em filosofia pela UFRJ e especialista em ética animal, a ideia começou a ser construída socialmente na medida em que a carne passou a ganhar status na alimentação, ainda nos primórdios da civilização, quando os seres humanos precisavam caçar para sobreviver. Fabio afirmou que a lógica é a mesma de outros segmentos da sociedade: o trabalho masculino sendo mais valorizado que o feminino, ou seja, a tarefa de buscar a carne, vista como “coisa de homem”, acabou atribuindo à proteína animal um maior valor, enquanto os alimentos cultivados no espaço privado, como frutas e verduras, não receberam o mesmo prestígio.

– A relação criada entre a carne e a força é uma concepção cultural muito engessada. Há muito tempo é feita a aproximação dos homens com a cultura e com o espaço público, enquanto a mulher fica com a natureza e o espaço doméstico. Enquanto as mulheres ficaram com tarefas mais “subordinadas”, o homem foi para o mundo, e isso envolvia ir à caça. Ir à caça em uma estrutura dietética, no sentido grego de dieta, como modo de vida, a dieta é quem determinava os homens. Por se tratar de um alimento trazido do espaço público para a casa, a carne tinha mais valor. A mulher, dentro do seu espaço doméstico, cultivava as verduras, os legumes, e esses alimentos não eram tão valorizados. Não à toa, nessa construção, a carne é vista como sinônimo de virilidade, que continua sendo um valor na nossa sociedade, e ainda é ligado à força. Aquele que pega o pedaço de carne com a mão e morde, no meio de uma refeição, é o homem. A gente tem a imagem desse homem. É um homem forte, barbudo, feroz, é o que vai a luta. Tudo isso porque ele está com um pedaço de carne. Mas se um homem chega no almoço de domingo da família tradicional brasileira e pede uma saladinha, ele é motivo de piada, ou vai ter que justificar por não estar consumindo carne ou um derivado. É uma construção sociocultural sobre a alimentação – constatou Fabio.

No lado nutricional se encontra a maior questão envolvendo os veganos, que é o consumo de proteína, já que os alimentos de origem animal são as principais e mais conhecidas fontes desse componente. Para o treinador de MMA e preparador físico André Benkei, a quantidade de aminoácidos (unidades formadoras da proteína) encontrada na dieta vegana é pequena para as necessidades que o desgaste de um atleta de MMA cria. Mike Dolce destaca que a carne na alimentação garante uma recuperação mais simples. No entanto, o americano garante que é possível encontrar os aminoácidos necessários para ter um bom desempenho com uma dieta “plant based” variada, e que a tarefa será apenas mais trabalhosa para o lutador.

É difícil para um atleta vegano treinar e fazer uma recuperação do mesmo jeito que os outros atletas, porque é muito fácil encontrar os aminoácidos essenciais em produtos animais e derivados. O mesmo pode ser encontrado em uma dieta “plant based”, você só vai precisar ingerir uma maior e mais variada fonte de proteínas.

– Em esportes de combate, é difícil para um atleta vegano treinar e fazer uma recuperação do mesmo jeito que os outros atletas, porque é muito fácil encontrar os aminoácidos essenciais em produtos animais e derivados. O mesmo pode ser encontrado em uma dieta baseada em vegetais, você só vai precisar ingerir uma maior e mais variada fonte de proteínas. É mais intenso para todo mundo que escolhe esse caminho, dá mais trabalho encontrar os alimentos e depois prepará-los, principalmente pelo fato de os atletas terem tempo limitado [entretanto, as proteínas vegetais não vêm acompanhadas de colesterol, gorduras, acidificantes do corpo, etc., ou seja, são bem melhores] – disse Mike Dolce.

Alessandra Luglio lembrou que, assim como os animais que são comumente consumidos nas dietas mais difundias mundo afora, o ser humano está preparado para sintetizar proteínas através dos aminoácidos encontrados em vegetais, e criticou o excesso de valorização do consumo proteíco na sociedade contemporânea.

– Acreditar que comer carne está ligado à força é um grande mito, mas existem motivos para as pessoas acreditarem nisso. O primeiro ponto para esses erros é o desconhecimento das fontes de proteínas vegetais. Para que as proteínas encontradas nas carnes fossem formadas, o animal teve que consumir vegetais. Cabrito, porco, boi… Esses animais consomem vegetais, e sintetizam a proteína através dos aminoácidos dos vegetais. Nós, assim como eles, temos esse caminho para a formação proteica. Se comermos de maneira adequada as fontes de proteína, vamos conseguir fazer o mesmo. As maiores fontes de proteína vegetal são leguminosas, feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, soja, todos os vegetais verde-escuros, castanhas, sementes, cogumelo, quinoa, ou seja, a combinação dos alimentos ao longo do dia fazem naturalmente com que alcancemos a quantidade de proteína recomendada. O segundo ponto é que vivemos um modelo alimentar ocidental que supervaloriza o consumo proteico, principalmente no esporte. As pessoas associam força ao consumo de proteínas em excesso. Isso não é real, precisamos da quantidade adequada, não mais que o necessário. [Exatamente!] Muitas pessoas acham que precisam consumir muita proteína por causa do músculo. A ciência hoje diz que consumir mais proteínas que o seu corpo pode absorver não faz a mínima diferença e pode até prejudicar o seu caminho energético – revelou Alessandra.

CORTE DE PESO

Uma das vantagens que a dieta vegana pode oferecer ao atleta de MMA é uma maior facilidade para cortar peso [corte de peso é a prática de perda de peso rápida antes da pesagem para a luta]. Desde que iniciou a transição para o veganismo, o lutador brasileiro Bruno Carvalho, que aderiu ao estilo de vida, inicialmente, para sair do peso-médio (até 83,9kg) para o meio-médio (até 77,1kg), passou a se recuperar mais rápido após esse tipo de desgaste. Bruno contou que sente um impacto muito menor e menos agressivo durante o processo para reduzir o peso.

– Depois que me tornei vegano, sinto um corte de peso muito mais tranquilo que antes. Me sinto com mais energia, até por consumir mais carboidratos e ficar dentro do meu gasto calórico. Eu entendi também que a carne demora a ser processada no organismo, tem uma digestão lenta. Acredito que parar de comer carne poderia ajudar no corte de peso, mesmo que por um tempo reduzido, já ajudei alguns dos meus atletas e sempre deu certo. As carnes passam mais tempo no organismo, têm digestão lenta, o que também diminui a energia do atleta. Na reta final do corte, o que se espera além da desidratação, que todos já fazem, é eliminar qualquer peso extra nos intestinos – afirmou Bruno.

Se Mike Dolce, que acredita ser possível adotar o veganismo sendo um atleta de MMA, não crê em uma vantagem no corte de peso para atletas veganos – para ele, basta ter uma alimentação balanceada -, André Benkei tem o posicionamento inverso. Apesar de não ser a favor de uma dieta vegana para lutadores, o preparador físico brasileiro disse que diminuir a proteína animal pode ajudar, sim, no corte de peso. Conhecido como “mago da balança”, Benkei contou que faz seus atletas restringirem o consumo no momento do corte e de recuperação de peso.

– O corte de peso é uma outra história. Quando você corta o peso, principalmente na recuperação, eu sou um pouco restrito com a proteína. É uma outra situação. O atleta está recuperando carboidratos, a gente está fazendo com que ele absorva o máximo possível de carboidratos, então a proteína se torna um fator de diminuição dessa absorção. Nesse momento, no dia da pesagem, eu já sou mais controlado com a proteína animal – revelou Benkei.

De acordo com Alessandra Luglio, as condições exigidas no momento do corte, como a restrição do consumo de calorias, trazem consequências que seriam superadas com maior facilidade por lutadores veganos, justamente pela variedade de substâncias que uma dieta baseada em vegetais oferece.

– A dieta vegana poderia ser encarada como uma aliada no corte de peso. As estratégias em momento de corte são basicamente a diminuição do valor calórico total (reduzir proporcionalmente o total calórico consumido), diminuir a ingestão de sódio (zero de sal de adição) e desidratar (perder líquidos). A alimentação vegana poderia ajudar, pois ela garante inclusive melhor condição nutricional, devido ao aporte aumentado de vitaminas e minerais da dieta. Reduzir calorias garantindo mais nutrientes faz o atleta minimizar os impactos negativos (sensação de fraqueza) deste período – finalizou Luglio.

* Jamille Bullé, estagiária, sob a supervisão de Adriano Albuquerque

(Combate)

Nota 1: Para quem acha que lutadores de alto nível precisam ser, necessariamente, adeptos de um regime com alimentação cárnea, esta matéria é bem esclarecedora!

Nota 2: “Cereais, frutas, nozes e verduras constituem o regime dietético escolhido por nosso Criador. Estes alimentos, preparados da maneira mais simples e natural possível, são os mais saudáveis e nutritivos, proporcionam uma força, uma resistência e vigor intelectual, que não são promovidos por uma alimentação mais complexa e estimulante.” {Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, 295, 296}